FUTEBOL
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| Abertura oficial da Copa do Mundo 2010 |
Campeonato Carioca |
A maior festa do futebol mundial teve início na noite desta quinta-feira com um show que reuniu estrelas da música no palco e milhares de fãs do esporte no Estádio Orlando, em Soweto, num clima de euforia e expectativa pelo início da Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010.
O presidente da FIFA Joseph Blatter abriu a festa afirmando que o "futebol une as pessoas", sendo aplaudido pelos mais de 35 mil espectadores que assistiam ao concerto. Em seguida, foi a vez de o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, exaltar o país que recebe a mais importante competição do esporte mundial.
"A África do Sul é demais", exclamou Zuma, que usava uma echarpe colorida em alusão à bandeira do primeiro país do continente africano a receber o Mundial. "A África do Sul é o lugar! África do Sul é rock! É genial! A África está mostrando que é capaz".
O primeiro presidente negro da África do Sul, Nelson Mandela, foi lembrado em um série de imagens exibidas no estádio, onde o prêmio Nobel da Paz, Desmond Tutu, aos 78 anos, manifestou sua felicidade por ver a África do Sul como sede de uma Copa do Mundo.
"Queremos dizer ao mundo que esta lagarta feia que éramos transformou-se em uma bela borboleta", disse Tutu.
Shakira levantou o estádio Orlando com "Waka Waka", tema da África do Sul 2010, depois de outros grandes nomes da música como Black Eyed Peas, Alicia Keys, o colombiano Juanes e estrelas africanas como K'naan, Angélique Kidjo e Amadou e Mariam
FIFA.com e lancenet.com.br Atualizado em 10/06/2010
| ImbatÃveis sob a batuta de Dunga, Kaká e Robinho lutam pelo hexa |
Campeonato Carioca |
Em 32 jogos com a dupla em campo, seleção brasileira obteve 28 vitórias e quatro empates. Juntos, eles balançaram a rede em 22 oportunidades.
Kaká é a principal estrela da seleção brasileira que vai disputar a Copa do Mundo a partir do dia 15, na África do Sul. Robinho é o símbolo da Era Dunga. Juntos, os dois se tornaram imbatíveis sob o comando do treinador. Em 32 jogos, a dupla obteve 28 vitórias e quatro empates. Derrotas? Nem em sonho. O aproveitamento é de 91,6%.
Kaká e Robinho são as esperanças da seleção brasileira na Copa da África do Sul (Foto: Getty Images)
Atuando ao lado de Robinho, Kaká é o artilheiro da dupla. O apoiador do Real Madrid marcou 14 gols nas 32 partidas. O Rei das Pedaladas, por sua vez, deixou a sua marca em oito oportunidades. Sem contar os jogos da parceria, o jogador do Santos balançou a rede 19 vezes e é o goleador ao lado de Luis Fabiano.
Fora de campo, as personalidades são diferentes. Kaká é mais tímido, e Robinho não deixa de brincar um minuto sequer com os companheiros. No avião, por exemplo, durante os voos da seleção, o apoiador costuma ficar mais recluso com seus fones de ouvido ou conversando reservadamente com algum amigo de seleção. Já o Rei das Pedaladas gosta de ligar o ipod em caixas de som e comandar a festa nas aeronaves.
Dunga conversa com Robinho e Kaká durante um
treino da seleção brasileira (Foto: Getty Images)
Kaká e Robinho também seguiram rumos distintos nas carreiras. Enquanto o apoiador deixou o Milan no ano passado após seis temporadas e foi para o Real Madrid, o atacante preferiu sair do Manchester City para voltar a atuar no Santos, clube que o revelou em 2001. Porém, nos últimos meses, o camisa 10 da seleção brasileira viveu cercado de lesões na Espanha. Já o 11 recuperou a alegria de jogar no futebol brasileiro. Ele, inclusive, foi campeão paulista e está na final da Copa do Brasil, que será disputada após o Mundial.
Ciente de que a responsabilidade nesta Copa do Mundo será grande por tudo o que siginifica para a seleção brasileira, Kaká prefere não ser rotulado de estrela. Recuperado de um problema muscular, o apoiador espera chegar no nível ideal durante os primeiros jogos da primeira fase do Mundial da África do Sul.
- Eu me senti muito bem, mas um pouco preso ainda. A evolução é essa mesmo. Só falta agora eu me soltar um pouco mais. Estou ansioso pela volta da alegria de jogar. Mas certamente eu vou crescer dentro da competição, isso é o que mais me anima.
E a caminhada da seleção brasileira vai começar na próxima terça-feira, contra a Coreia do Norte, no Ellis Park, em Joanesburgo. Com Robinho e Kaká em campo, a invencibilidade da seleção brasileira sob o comando de Dunga tem tudo para ser premiada com o hexa.
ROBINHO E KAKÁ juntos SOB O COMANDO DE DUNGA
DATA |
JOGO |
COMPETIÇÃO |
GOLS DA DUPLA |
03/09/2006 |
Brasil 3 x 0 Argentina |
Amistoso |
Kaká (1) |
05/09/2006 |
Brasil 2 x 0 País de Gales |
Amistoso |
- |
07/10/2006 |
Brasil 4 x 0 Kuwaitt |
Amistoso |
Robinho (1) e Kaká (1) |
10/10/2006 |
Brasil 2 x 1 Equador |
Amistoso |
Kaká (1) |
15/11/2006 |
Brasil 2 x 1 Suíça |
Amistoso |
Kaká (1) |
24/03/2007 |
Brasil 4 x 0 Chile |
Amistoso |
Kaká (1) |
27/03/2007 |
Brasil 1 x 0 Gana |
Amistoso |
- |
01/06/2007 |
Brasil 1 x 1 Inglaterra |
Amistoso |
- |
22/08/2007 |
Brasil 2 x 0 Argélia |
Amistoso |
- |
09/09/2007 |
Brasil 4 x 2 Estados Unidos |
Amistoso |
- |
12/09/2007 |
Brasil 3 x 1 México |
Amistoso |
Kaká (1) |
14/10/2007 |
Brasil 0 x 0 Colômbia |
Eliminatórias |
- |
17/10/2007 |
Brasil 5 x 0 Equador |
Eliminatórias |
Kaká (2) |
18/11/2007 |
Brasil 1 x 1 Peru |
Eliminatórias |
Kaká |
21/11/2007 |
Brasil 2 x 1 Uruguai |
Eliminatórias |
- |
12/10/2008 |
Brasil 4 x 0 Venezuela |
Eliminatórias |
Kaká e Robinho (2) |
15/10/2008 |
Brasil 0 x 0 Colômbia |
Eliminatórias |
- |
19/11/2008 |
Brasil 6 x 2 Portugal |
Amistoso |
- |
01/04/2009 |
Brasil 3 x 0 Peru |
Eliminatórias |
- |
06/06/2009 |
Brasil 4 x 0 Uruguai |
Eliminatórias |
Kaká |
10/06/2009 |
Brasil 2 x 1 Paraguai |
Eliminatórias |
Robinho |
15/06/2009 |
Brasil 4 x 3 Egito |
Copa das Confederações |
Kaká (2) |
18/06/2009 |
Brasil 3 x 0 Estados Unidos |
Copa das Confederações |
Robinho |
21/06/2009 |
Brasil 3 x 0 Itália |
Copa das Confederações |
- |
25/06/2009 |
Brasil 1 x 0 África do Sul |
Copa das Confederações |
- |
28/06/2009 |
Brasil 3 x 0 Estados Unidos |
Copa das Confederações |
- |
12/08/2009 |
Brasil 1 x 0 Estônia |
Amistoso |
- |
05/09/2009 |
Brasil 3 x 1 Argentina |
Eliminatórias |
- |
09/09/2009 |
Brasil 4 x 2 Chile |
Eliminatórias |
- |
02/03/2010 |
Brasil 2 x 0 Irlanda |
Amistoso |
Robinho |
02/06/2010 |
Brasil 3 x 0 Zimbábue |
Amistoso |
Robinho |
07/06/2010 |
Brasil 5 x 1 Tanzânia |
Amistoso |
Robinho e Kaká |
globo.com
Atualizado em 10/06/2010
| Uruguai e França se enfrentam em estreia da Copa do Mundo |
Campeonato Carioca |
Celeste e Blues se encontram pela terceira vez em um Mundial
Uruguai e França fazem suas estreias na Copa do Mundo 2010 nesta sexta-feira, às 15h30 (horário de Brasília). Para esta partida, que será a terceira entre as equipe na História das Copas, as duas equipes adotam o discurso de que a estreia é apenas o primeiro jogo e em caso de tropeço nada estará acabado.
A Celeste se classificou em quinto lugar nas eliminatórias sulamericanas, conseguindo a vaga para a Copa do Mundo na repescagem, contra a Costa Rica. Nos últimos meses, porém, a equipe vem em uma crescente de produção e é uma das favoritas a conquistar uma das duas vagas do Grupo A do Mundial.
O retorno do meia Ignacio González é um dos trunfos do técnico Oscar Tabárez. Grande articulador do time, ele ficou fora de boa parte das eliminatórias da Copa do Mundo, por motivo de lesão.
Os uruguaios apostam nas jogadas de González em parceria com a dupla de ataque, Diego Forlán e Luis Suárez, outro trunfo do treinador.
- Forlán está em um momento muito bom, já provou sua capacidade. Ele sabe que esta é a Copa da vida dele - disse o técnico.
Tabárez tem optado pelo esquema 3-4-1-2 para tentar surpreender pelas laterais, com o jogo ofensivo de Maximiliano Pereira, pela direita, e Álvaro Pereira, pela esquerda
Apesar de buscar sempre a vitória, o comandante do Uruguai deu declarações procurando diminuir o peso da estreia contra a França.
- Com um resultado ruim contra a França, nada está acabado. E, caso vençamos, também não alcançaremos nada definitivo - completou.
Apesar de toda pressão que envolve uma estreia em Copa do Mundo e da necessidade de se começar o torneio com uma vitória, o técnico Raymond Domenech garante que este partida contra o Uruguai não será a mais importante da França.
- O primeiro jogo é importante, mas não decisivo. Já o segundo é o mais importante e o que decidirá a possível classificação ou eliminação - disse.
O treinador afirmou ainda que seus comandados estão tranquilos e confiantes no triunfo.
- A equipe está decidida, esperançosa e com vontade de ganhar - garantiu.
Na História das Copas, França e Uruguai já se enfrentaram duas vezes. A primeira, aconteceu em 1966 e terminou com vitória Celeste por 2 a 1. No segundo confronto, em 2002, empate sem gols.
FICHA TÉCNICA
URUGUAI X FRANÇA
Estádio: Green Park, Cidade do Cabo (AFS)
Data/hora: 11/6/2010 - 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Yuichi Nishimura (Japão)
Auxiliares: Toru Sagara (Japão) e Jeong Hae Sang (Coreia do Sul)
URUGUAI: Muslera; Victorino, Lugano e Diego Godín; Maxi Pereira, Pérez, Ríos, Álvaro Pereira e González; Forlán e Suárez. Técnico: Oscar Washington Tabárez.
FRANÇA: Lloris; Sagna, Gallas, Abidal e Evra; Goucuff, Toulalan e Malouda; Ribery, Govou e Anelka.
Técnico: Raymond Domenech.
lancenet.com.br
Atualizado em 10/06/2010
| Ãfrica do Sul e México protagonizam abertura de uma Copa para a história |
Campeonato Carioca |
Anfitriões apostam na empolgação, dentro e fora de campo, para largar com vitória no Mundial. Para mexicanos, abrir o Mundial é um incentivo a mais.
Foram 2218 dias desde que a África do Sul passou de um nome saído de um envelope para a abertura da Copa do Mundo. Mas pode-se dizer que a África esperou muito mais por esse dia. Quando pisarem em campo para enfrentar o México, às 11h (horário de Brasília), em Joanesburgo, os anfitriões terão uma terra de muita história sob seus pés. A maravilha arquitetônica chamada Soccer City diante de seus olhos. E dezenas de milhares de vuvuzelas nos ouvidos, gritando por um continente inteiro. No meio disso tudo, precisarão lembrar que há um torneio de futebol para disputar. Aliás, algo ainda maior, uma Copa do Mundo jogada dentro do próprio quintal.
- Agora é sobre nós, sobre o que queremos. O momento da verdade chegou, temos que ir a campo e deixar o nosso país orgulhoso - decretou o zagueiro Aaron Mokoena.
O país de Mokoena já não é mais o mesmo no qual ele nasceu. O menino negro que quase morreu em um massacre em sua comunidade hoje é o capitão da África do Sul. Fica mesmo difícil dissociar história e futebol nesta Copa do Mundo. Exatamente por isso o técnico Carlos Alberto Parreira apela tanto para a união do país em torno da seleção. E os recentes resultados - quatro vitórias e um empate nos últimos cinco amistosos - transformaram o que era sonho distante em realidade possível. Os sul-africanos, sejam jogadores ou torcedores, vão a campo nesta sexta-feira com fé na classificação para a segunda fase. E, pela primeira vez, como centro das atenções de um Mundial.
- Se ganharmos do México nossa confiança aumenta e aí ninguém segura mais. Precisamos entrar em campo relaxados, aproveitar o jogo, nos divertir. Os jogadores têm autorização para criar, fazer lances de efeito, porque a habilidade é nossa maior qualidade - destacou Parreira.
O problema é que do outro lado está o México, time mais técnico da chave, segundo o próprio Parreira. O México é reconhecidamente superior, mas sabe que o jogo pode se igualar ou até mesmo se inverter graças à arquibancada e ao espírito dos anfitriões. A tática, então, é minimizar a desvantagem do mando de campo.
- No final das contas são 11 contra 11 e uma bolinha no meio durante 90 minutos. Chegamos em nosso ponto alto, em todos os sentidos, e com a confiança de que este será um grande dia para o México. Estar na abertura de uma Copa é uma oportunidade única e estaremos à altura disso. É uma grande festa da qual queremos ser protagonistas - disparou o técnico Javier Aguirre.
Serão quase 90 mil pessoas no Soccer City. Tanta gente que a organização vai antecipar a abertura dos portões para seis horas antes da partida, com medo que o engarrafamento atrase a chegada da torcida. A cerimônia de abertura começa duas horas antes do jogo, às 9h (de Brasília). O ex-presidente Nelson Mandela, aos 91 anos, mesmo com saúde frágil, é esperado na festa. Maior ídolo do país, o homem que trouxe a África do Sul até aqui faz questão de ter de perto a vista gloriosa de uma Copa do Mundo. De novo, fica difícil pensar que este será apenas mais um jogo de futebol. Ao abraçarem sua seleção nas ruas de Joanesburgo, na quarta-feira, 200 mil sul-africanos deram o tom do que será este Mundial: barulhento e marcante como o som da vuvuzela.
- Nós estamos felizes de ver como o futebol está fazendo sua parte para unir este país. Não exijo vitórias dos meus jogadores, mas que eles deixem tudo em campo para orgulhar o país - afirmou Parreira.
globo.com
Atualizado em 10/06/2010
| A nova face da Seleção |
Campeonato Carioca |
À parte de grandes conquistas nos últimos anos, talvez o maior mérito do técnico Dunga tenha sido o sucesso obtido em sua principal missão quando assumiu a gestão da Seleção Brasileira: mudar a cara da equipe.
Depois da campanha frustrada na Alemanha 2006, o treinador gaúcho, então estreante na profissão, assumiu o cargo com a missão de revitalizar a Amarelinha. A ideia era tanto encontrar novos talentos como reforçar a identificação do time e dos jogadores com os torcedores e todo o Brasil.
Ao entrar em contato com algumas dessas novas faces da Seleção – e também alguns nomes consagrados – nos últimos meses, o FIFA.com constatou que a meta de Dunga está bem encaminhada para a Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010.
Veja abaixo frases de alguns dos jogadores da base da Seleção que foram destaque no site e relembre as entrevistas na íntegra clicando nos links relacionados à direita:
Kaká
“Com certeza é uma grande oportunidade para apagar a imagem que deixamos em 2006. Foi o final de um ciclo, vários jogadores foram trocados, e a expectativa agora é de que um novo ciclo de vitórias se inicie. Espero que isso aconteça já em 2010.”
Entrevista publicada no dia 23 de março
Lúcio
“Temos uma história legal, que se transformou em grande amizade. Estamos sempre em contato e sempre que possível nossas famílias se encontram. O entrosamento e o companheirismo são muito fortes e isso é fundamental para se vencer os jogos.”
Entrevista publicada no dia 7 de maio, na qual relata o bom relacionamento com Juan
Juan
“O Dunga tem uma grande parcela de contribuição para a mudança de mentalidade na Seleção. Ele começou a abrir os olhos das pessoas para a importância do setor defensivo. Todos, de uma forma geral, estão dando mais valor para o trabalho que realizamos, e o reconhecimento é algo que nos dá orgulho.”
Entrevista publicada no dia 7 de maio
Gilberto Silva
“O mais legal é que a liderança acaba vindo de forma natural, sem ninguém precisar forçar. Os que chegam agora na Seleção já têm a tendência de se espelhar em quem já conhece melhor o ambiente, como eu, o Lúcio ou o Kaká, por exemplo. É uma grande responsabilidade, sem dúvida, mas uma responsabilidade boa; uma que é bom saber que temos.”
Em entrevista publicada no dia 29 de março
Felipe Melo
“Sempre tive o sonho de chegar à Seleção. É mesmo o sonho de todo jogador. E muitas vezes zombavam de mim por falar publicamente que tinha esse sonho. Consegui realizá-lo porque trabalhei e tive muita persistência.”
Em entrevista publicada no dia 25 de janeiro
Michel Bastos
“Talvez para mim a sensação seja ainda mais forte porque até seis meses atrás nunca imaginara que estaria aqui. Era apenas um sonho, mas que se realizou. Se precisar, estou aberto a jogar em qualquer posição, a não ser de goleiro.”
Em entrevista publicada no dia 21 de maio
Júlio Baptista
“As oportunidades foram dadas a muita gente na Seleção e acho que consegui aproveitar as minhas. Fiz parte praticamente do início do trabalho do Dunga, fui chamado para a Copa América, que foi o primeiro grande teste, e desde então fiz parte de quase todas as convocações.”
Entrevista publicada no dia 20 de janeiro
Ramires
“Tudo está se encaminhando bem para que eu vá e espero que continue dessa forma, mas só vou me sentir na Copa quando meu nome estiver na lista final. Até lá a luta segue. Busco colocar toda a disposição que tenho em cada jogada. Acho que isso é o mínimo que devo fazer quando visto a camisa da Seleção.”
Entrevista publicada no dia 1º de março
Kléberson
“Fiz uma excelente Copa em 2002 e desejo repetir isso em 2010, se tiver oportunidade. Acredito que esta experiência é um dos pontos a meu favor, sem dúvida. Em campo, tenho agora a responsabilidade de orientar também os mais jovens.”
Entrevista publicada no dia 26 de fevereiro
FIFA.com Atualizado em 09/06/2010
| Depois de Washington, Vasco tenta contratação do atacante Éder Luis |
Campeonato Carioca |
Jogador já chegou inclusive a conversar com o técnico Celso Roth.
Éder Luis em campo com a camisa do Atlético-MG
(Foto: Divulgação)
A diretoria do Vasco segue atrás de reforços para a disputa do Campeonato Brasileiro. Depois de deixar a contratação de Washington, do São Paulo, bem encaminhada, outro jogador que está por detalhes é Éder Luiz. O Benfica, de Portugal, inclusive já admitiu a saída do atleta. Ele também desperta o interesse do Grêmio, que chegou a dar como bem evoluída a negociação.
Éder Luis se destacou no Atlético-MG. Depois, passou pelo São Paulo, onde não teve muito sucesso. No ano passado, de volta ao Galo, marcou 12 gols pelo Brasileirão. O bom relacionamento com o técnico Celso Roth, com quem trabalhou no clube mineiro, pode ajudar na negociação. Os dois, inclusive, já chegaram a conversar sobre a possibilidade de o atacante defender o Vasco. Em 2010, pelo clube português, marcou apenas um gol em seis partidas.
Sem Dodô, que deixou o Vasco na última sexta-feira, e com as saídas de Geovane Maranhão e Robinho, o Vasco conta ainda com Rodrigo Pimpão, Rafael Coelho, Elton e Nunes para o ataque. Como o primeiro deve ser emprestado, restariam três opções apenas para o setor.
Nesta terça-feira, o lateral-direito Julio Irrazábal, do Cerro Porteño (PAR), falou à uma rádio paraguaia como jogador do Vasco. Outro que segue como desejo da diretoria cruzmaltina é Felipe. O meia do Al Sadd, do Qatar, mantém conversas com o clube e é uma possibilidade para o meio de campo.
globo.com Atualizado em 09/06/2010
| PatrÃcia Amorim admite contato do Flamengo com Felipão |
Campeonato Carioca |
Presidente do Fla afirma que grandes nomes sempre vão interessar ao clube, mas nega que desfecho esteja próximo.
Patricia Amorim, presidente do Flamengo
(Foto: Agência Estado)
Pouco antes de uma votação do conselho deliberativo do Flamengo sobre uma nova parceira nesta terça-feira, a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, atendeu a imprensa para falar sobre a negociação com Luiz Felipe Scolari. A dirigente confirmou que o Rubro-Negro iniciou conversas com o ex-técnico da seleção portuguesa, mas negou que o acerto esteja próximo.
- Todo grande atleta e todo grande treinador interessa a um grande clube como o Flamengo, mas até isso ser concretizado está muito longe. Nós temos um desejo futuro, e as conversas com o Zico foram nesse sentido também, mas não quer dizer que vai se concretizar. O Flamengo não está parado, existem conversas que podem evoluir ou não. A diretoria está pensando em ter as melhores condições de trabalho, aguardando as coisas acontecerem sem ansiedade ou necessidade imediata - explicou.
Sobre ter dito ao jornalista Renato Maurício Prado que a negociação estava praticamente fechada, Patrícia Amorim disse que houve um mal-entendido.
- Teve curto-circuito na história. Eu falei que tem um flerte, mas até sair o casamento...
Fato é que todos no Flamengo negavam a história antes da presidente de pronunciar. O vice-presidente Hélio Ferraz disse que estava em Miami para resolver problemas familiares. O diretor Carlos Peixoto chegou a jurar pela saúde dos filhos que não estava com Hélio. Mas nesta terça, Patrícia confirmou que quem está conduzindo a negociação é a dupla.
Patrícia Amorim também lembrou que Felipão tem notoriedade e que existem outras propostas para ele. Ela ratificou o desejo de trazer nomes mundialmente reconhecidos pela competência para trabalhar no clube.
- Sempre queremos ter pessoas desse nível no Flamengo. Um Felipão, um Zico, um Leonardo...
A presidente sabe que a torcida rubro-negra anda ansiosa para ver o clube contratar jogadores. Entretanto, por enquanto não há novidades. A política do clube, desde o acerto com Zico, vai ser anunciar os reforços somente depois que estiver tudo acertado.
- De concreto não tem nada. Estamos conversando com alguns, mas concreto é só quando assinar - explicou Patrícia Amorim.
Rogério Lourenço
Enquanto o acerto com Felipão não acontece, a dirigente garante que mantém a confiança em Rogério Lourenço. Ela disse que o atual treinador do Fla está por dentro de tudo o que está acontecendo.
- O Rogério é muito querido, temos uma relação franca, e eles (o treinador e Isaías Tinoco, gerente de futebol) acompanham esse movimento, que não causa desconforto. Até porque eu tenho que procurar o que é melhor para o Flamengo. Mas o Rogério continua sendo nosso treinador e tem contrato em vigor - declarou.
globo.com Atualizado em 09/06/2010
| Jorginho e Taffarel assistem à vitória de Portugal sobre Moçambique |
Campeonato Carioca |
Auxiliares de Dunga marcam presença em triunfo por 3 a 0, que teve seleção lusa com Cristiano Ronaldo no banco de reservas.
Danny comemora gol que abriu vitória de Portugal
sobre Moçambique (Foto: EFE)
A estreia do Brasil na Copa do Mundo será contra a Coreia do Norte, daqui a uma semana, mas o duelo diante de Portugal, dia 25, preocupa. Por isso, os ex-iogadores Jorginho e Taffarel, auxilares do técnico Dunga, marcaram presença na vitória dos lusos por 3 a 0 sobre Moçambique, em amistoso realizado nesta terça-feira, em Joanesburgo. O terceiro rival da seleção no Mundial da África do Sul começou com Cristiano Ronaldo no banco, após o corte do atacante Nani por causa de uma lesão no ombro. A partida foi o último teste dos portugueses antes de enfrentar a Costa do Marfim, dia 15, pela primeira rodada do Grupo G.
Mais do que no país da Copa do Mundo, Portugal sentiu-se em casa quando entrou no gramado do Estádio Wanderers, originalmente utilizado para o críquete. O que se via era 35 mil torcedores soprando suas vuvuzelas, mostrando a força da comunidade lusa na África do Sul (estimada em 500 mil pessoas). Assim, foi possível até esquecer por alguns minutos o corte de Nani, que, machucado, assistiu à partida entre os reservas. A boa notícia do dia ficou por conta de Pepe, que disputou os últimos 15 minutos, marcando sua volta aos gramados seis meses depois de sofrer uma cirurgia no joelho direito.
Até mesmo a ausência de Cristiano Ronaldo, que começou a partida no banco, foi minimizada. O nome do astro português foi gritado da mesma maneira, mas o fato de o jogador não estar em campo fez diferença no início da partida. A seleção lusa começou perdida e envolvida pela velocidade de Moçambique. No entanto, aos poucos conseguiu impor sua melhor qualidade e dominar o adversário.
Antes de uma chance de perigo, Portugal tomou mais um susto, quando o lateral-esquerdo Fábio Coentrão chocou a cabeça contra a de um jogador de Moçambique e precisou ser atendido pelo departamento médico. No entanto, o atleta do Benfica retornou à partida, e o time de Carlos Queiroz começou a chegar de forma mais consistente na metade final da primeira etapa, apesar das falhas nas conclusões.
Portugal desencanta no segundo tempo e Cristiano Ronaldo faz torcida vibrar
Torcida de Portugal com vuvuzelas durante o jogo
(Foto: Thiago Dias / GLOBOESPORTE.COM)
A melhor oportunidade dos portugueses ocorreu aos 33 minutos, quando Danny cruzou do lado esquerdo para Liedson. O brasileiro cabeceou e exigiu uma boa defesa do goleiro Lamá. Mas Portugal terminou a primeira etapa não sem antes levar um sufoco. Num contra-atque aos 39, Hagy chutou de fora da área e acertou a trave direita de Eduardo.
Depois do intervalo, nem houve muito tempo para sofrimento. Em papel de destaque, Deco passou a comandar as ações ofensivas de Portugal. Logo aos seis minutos, o brasileiro lançou Danny, que entrou em velocidade, driblou o goleiro e chutou para fazer 1 a 0. No entanto, o estádio veio abaixo mesmo e o público vibrou muito mais dez minutos depois, quando Cristiano Ronaldo apareceu à beira do campo para entrar na partida, substituindo Simão.
O astro até que se esforçou, mas, fora de ritmo, não foi bem nas tentativas de drible e chute. O destaque ficou por conta de Danny, substituto de Nani, que avançou pelo lado esquerdo e cruzou para Hugo Almeida marcar o segundo gol dos portugueses, aos 29 minutos. Mas Cristiano Ronaldo não deixou o campo sem antes dar sua contribuição. O atacante chutou de longe, e o goleiro Lamá deu rebote. A bola sobrou para Hugo Almeida, que marcou seu segundo gol aos 37 minutos.
Os portugueses voltaram a vibrar com a entrada de Pepe, que disputou cerca de 15 minutos do amistoso. O alagoano de nascimento retornou aos gramados seis meses depois de ser submetido a uma cirurgia no joelho direito, quando atuava pelo Real Madrid. A volta do jogador deu nova esperança ao grupo de Carlos Queiroz no ensaio geral para a Copa do Mundo.
PORTUGAL 3 X 0 MOÇAMBIQUE
Eduardo, Miguel, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Fábio Coentrão; Pedro Mendes (Pepe), Raul Meireles (Miguel Veloso) e Deco (Tiago); Simão (Cristiano Ronaldo), Danny (Duda) e Liedson (Hugo Almeida). |
Lamá, Campira (Zainadine), Mexer, Manuel e Paíto; Hagy (Jumisse), Simão e Genito (Josemar); Dominguez, Jerry (Tony) e Fumo (Armando Sá). |
Técnico: Carlos Queiroz. |
Técnico: Chiquinho Conde. |
Gols: Danny, aos 6, Hugo Almeida, aos 29 e aos 37 minutos do segundo tempo. |
Estádio: Bidvest Wanderers, em Joanesburgo (África do Sul). Ábitro: Matthew Dyer (África do Sul). Auxiliares: Zakhile Siwela (África do Sui) e Lazarus Matela (África do Sul). |
globo.com Atualizado em 08/06/2010
| O mundo desembarca em Johanesburgo |
Campeonato Carioca |
A paixão gerada pela Copa do Mundo da FIFA 2010 já está tomando conta da África do Sul, e a porta de entrada é o Aeroporto Internacional OR Tambo, em Johanesburgo. Nos últimos dias, uma verdadeira multidão de torcedores, jogadores, jornalistas e até mesmo artistas como o cantor americano R Kelly chegaram ao principal terminal aéreo do país.
Os ex-jogadores Ruud Gullit e Steve McManaman chamaram a atenção ao chegarem no sábado, mas o foco logo se voltou ao zagueiro inglês Michael Dawson, cercado por repórteres de todo o mundo querendo falar com o substituto do capitão Rio Ferdinand, cortado por causa de uma lesão no joelho.
Antes de Dawson, vários outros craques internacionais já haviam desembarcado com as suas seleções, entre eles os ídolos Kaká, Messi e Rooney, mas o verdadeiro espírito da Copa do Mundo da FIFA está ficando ainda mais forte no país por causa dos torcedores que chegam de todos os cantos do mundo.
Os irmãos mexicanos Juan e Junior Medrano, juntamente com a esposa de Juan, Michele, chegaram à África do Sul cheios de animação e, obviamente, usando o tradicional sombrero. "Faz tempo que sonhamos em assistir a uma Copa do Mundo, estamos muito felizes por estarmos na África do Sul e não vemos a hora de o torneio começar", afirmou Junior, terapeuta ocupacional recém-formado.
"Estou muito empolgado por festejar com o mundo todo aqui", prosseguiu. "Em um momento como este, todos nós precisamos de coisas que unam as pessoas. Estou feliz porque a África do Sul foi escolhida para sediar a Copa do Mundo da FIFA. Nas próximas semanas o primeiro Mundial na África vai ajudar a unir o mundo. É um símbolo de esperança e de um novo começo para todos nós."
Os irmãos argentinos Emilio e José Vera, da cidade de Resistencia, também desembarcaram no sábado, mas ainda não sabiam onde iriam se hospedar. Ainda bem que puderam contar com a ajuda dos funcionários do aeroporto para encontrarem uma lista de hotéis e pensões.
"É incrível estar aqui", comentou José. "Estive na Copa do Mundo de 2006 na Alemanha e queria repetir a experiência. Tenho certeza de que a África será uma ótima anfitriã e mostrará as suas melhores características ao mundo. Cada Copa do Mundo é melhor que a anterior, e tenho certeza de que esta será a melhor de todos os tempos."
FIFA.com Atualizado em 08/06/2010
| Candidatos a estrelas |
Campeonato Carioca |
A menos de 20 dias para o início da Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010, a expectativa pelo grande espetáculo só aumenta. É a ansiedade para que cheguem os grandes jogos, as grandes seleções e, claro, os grandes jogadores.
O FIFA.com perguntou aos seus internautas quais seriam suas apostas sobre os craques que chegariam com tudo ao Mundial. Eleitos Jogadores do Ano da FIFA nas últimas temporadas, Cristiano Ronaldo, Kaká e Lionel Messi estiveram entre os mais lembrados, mas há espaço para todos.
“São todos excelentes jogadores em seus clubes”, afirma cecpsc. “Mas Copa do Mundo é diferente. Eles podem até brilhar, mas eu sempre anseio pelas surpresas. Eles podem até brilhar, mas eu sempre anseio pelas surpresas. Toda Copa sempre tem uma.”
Confira agora abaixo alguns dos nomes que foram lembrados, acompanhados de uma breve explicação:
Arjen Robben (NED)
“Acho que o Robben, porque ele é um jogador raro. Espero que o resto do time o ajude. Ele não tem medo de zagueiro algum, sempre vai pra cima e raramente perde a posse da bola. Para mim, ele é o cara”, por brunnin.
Cristiano Ronaldo (POR)
“Cristiano Ronaldo vai sobrevoar a competição e arrecadar o prémio de melhor jogador do Mundial, sem dúvida. Messi já era e os outros nunca serão tão bons como o CR7”, por SLB_91.
Didier Drogba (CIV)
“Quem vai chegar com tudo? Ele já tem experiência na Copa do Mundo e maturidade no futebol. Pode não ir longe com a Costa do Marfim, mas acredito que ele irá arrebentar no ataque”, por Dreyk85.
Di Maria (ARG)
“Di Maria será a grande sensação deste Mundial. Rápido, tecnicista, com grande capacidade de resistência e a sua capacidade de improviso, deliciará todos aqueles que gostam de futebol. Poderá não ser muito objectivo, mas que é bonito é”, por Marvelboy4.
Fernando Torres (ESP)
“O nome desta Copa será Fernando Torres, da Espanha, que fez uma excelente eliminatória classificando sua seleção em primeiro lugar e invicta. Claro que outros craques poderão brilhar, como Cristiano Ronaldo, Lionel Messi, Wayne Rooney, entre outros, mas “O Cara” será mesmo Fernando Torres”, por Peedroks.
Júlio César (BRA)
“Júlio César, sem dúvida. Vão ouvir muito o nome dele. É o melhor goleiro”, por Aninha_139.
Kaká (BRA)
“O Kaká tem plenas condições de ser o craque da copa, como o Dunga reforçou a marcação no meio-campo ele deve jogar livre, sem se preocupar com a marcação”, por Alvinhos.
Lionel Messi (ARG)
“Acho que o Messi vai arrebentar nesta Copa, mas é claro que não vai ser campeão. O resto dos craques estão correndo por fora, estão muito a baixo do hermano que vem jogando um futbol fino”, por monza1989.
Luís Fabiano (BRA)
“Acredito na força de Luis Fabiano do Brasil. Acho que ele será o artilheiro da Copa. Tem muita força, e nada é impossível para ele. Ele deixará todos os brasileiros feliz. Podem anotar aí. Um abraço e bom futebol para todos nos”, por JAG.ITAQUI.
Robinho (BRA)
“Robinho! Voltou a jogar muito bem no Brasil, está feliz e na Seleção ele sempre joga bem”, por brunnin.
Wayne Rooney (ENG)
“Eu aposto que essa será a Copa do Rooney. Pra mim, o "English Team" leva essa”, por tdukke.
FIFA.com Atualizado em 08/06/2010
| Messi: "Tenho certeza de que vamos ganhar" |
Campeonato Carioca |
Lionel Messi dispensa apresentações. Com o Barcelona, o argentino conquistou tudo o que disputou em nível coletivo e individual. Detentor do prêmio concedido pela FIFA ao melhor jogador do mundo, ele atrai multidões por onde passa.
Mesmo assim, o herdeiro da camisa dez argentina deixa bem claro que, apesar de todos os êxitos, falta ainda o maior título de todos: a Copa do Mundo da FIFA. Com os olhos brilhando pela proximidade do evento máximo do futebol mundial, Leo deu entrevista exclusiva ao FIFA.com.
Cheio de confiança
Até não muito tempo atrás, Lionel Messi era tímido e reservado em frente às câmeras. Mas os tempos mudaram. Paralelamente ao crescimento meteórico no futebol mundial, o astro argentino conquistou uma impressionante autoconfiança. Ao falar com a imprensa, ele transpira segurança, como ao comentar as suas ambições depois de ganhar praticamente tudo com o Barcelona.
"Acho que ainda não cheguei ao máximo", afirma o atacante. "Sonho em ganhar a Copa do Mundo com a seleção argentina e depois repetir o que fiz com o Barcelona e muito mais." Além dos prêmios e das condecorações, Messi também tem objetivos pessoais muito específicos que não hesita em anunciar. "Melhorar dia após dia. Quero continuar crescendo. O que não sei, tentar aprender; o que já sei, tentar reafirmar para não me esquecer."
Messi sabe que, depois de ser o argentino mais jovem a fazer um gol na Copa do Mundo da FIFA ao deixar a sua marca quatro anos atrás na Alemanha, chega à África do Sul em outro patamar. Não será reserva de luxo; será simplesmente a figura de quem mais se espera que brilhe. Mesmo assim, ele diz que a preparação é a mesma. "Sei que vou ter mais responsabilidades e mais oportunidades, mas a esperança e a vontade são as mesmas. Estamos confiantes de que podemos fazer uma grande Copa do Mundo e levantar o troféu."
E a pressão? O que passa pela cabeça do melhor jogador do mundo, que usará a mítica camisa que um dia já pertenceu a Diego Maradona? "A verdade é que estou tranquilo. O que está acontecendo comigo não foi algo que busquei nem que preparei. O mesmo aconteceu no Barcelona, e as coisas foram muito bem. Espero levar o mesmo futebol, o mesmo estilo e a mesma personalidade à seleção."
Experiência e confiança
A Argentina sofreu muito para chegar à África do Sul. O selecionado esteve a ponto de ser eliminado e só garantiu a vaga na última rodada. Mesmo assim, Messi acredita que isso não terá mais importância. "A nossa classificação ficou para trás. Por uma coisa ou por outra tivemos dificuldade e precisamos fazer um grande esforço, mas agora é totalmente diferente. Acho normal que a Argentina seja uma das candidatas, temos ótimos jogadores e somos uma seleção grande que está sempre lutando pelos títulos."
Para Leo, uma das grandes razões para a alviceleste encarar o torneio com confiança tem nome e sobrenome: Diego Maradona. Ninguém como ele para transmitir experiência aos jogadores. "Sim, todos nós sabemos disso, e por isso digo que as eliminatórias não importam. Temos muita fé e muita esperança, e é claro que a experiência do Diego vai ser essencial."
A Argentina larga como favorita no grupo, mas o seu maior craque evita o excesso de confiança. "Acho que na Copa do Mundo não há adversário fácil. Vi a Nigéria na Copa Africana. É a típica seleção do continente, com bons jogadores que também são fortes fisicamente. Vai ser semelhante à Costa do Marfim, que enfrentamos na Alemanha. Coreia do Sul e Grécia não vi muito, mas não podemos ganhar as partidas antes de jogar. O importante é que confiamos no nosso talento e acreditamos que podemos nos classificar tranquilamente."
Para concluir, Lionel Messi revela o seu maior anseio. "O meu sonho é ganhar, seja como for", afirma com o olhar fixo. "Imagino chegar à final, poder ganhá-la e levantar a taça. Como chegaremos até lá nem sequer pensei, mas tenho certeza de que vamos ganhar."
FIFA.com Atualizado em 08/06/2010
| Uma goleada e boas notÃcias à Seleção |
Campeonato Carioca |
A recuperação física do meia Kaká e do atacante Luís Fabiano foi um dos temas que predominou na última etapa da preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010, mas é bom que os adversários da equipe não se descuidem com Robinho.
Nesta segunda-feira, no teste final antes da estreia no Mundial, o atacante do Santos mostrou que está em grande forma e foi decisivo na vitória sobre a Tanzânia, por 5 a 1, em Dar es Salaam, anotando os dois primeiros gols.
Sem acelerar muito seu ritmo de jogo, a Seleção conquistou sua quinta vitória em cinco amistosos realizados desde o fim das eliminatórias sul-americanas no ano passado, tendo Robinho como uma peça primordial nos últimos três destes jogos.
O atacante balançou a rede em todos os compromissos do time de Dunga neste ano. No triunfo contra a Irlanda, em março, por 2 a 0, ele fez a jogada do primeiro, que resultou em gol contra, e marcou o segundo. Na vitória por 3 a 0 para cima do Zimbábue, ele fez o segundo em jogada de contra-ataque em velocidade.
Além da boa fase de Robinho com a Amarelinha, as boas notícias do amistoso foram os gols de Ramires, os dois primeiros de sua carreira com a Seleção, e de Kaká, que jogou do início ao fim, em mais um passo de sua evolução física, além da atuação segura de Gomes, substituto de Júlio César, com boas defesas, especialmente no primeiro tempo.
O primeiro gol do jogo nesta segunda saiu aos dez minutos. Gilberto Silva fez um longo lançamento do meio-campo, e Robinho tentou o domínio. Na sobra, Kaká dividiu com um adversário, e a bola rolou mansa para o atacante bater.
O Brasil ampliou em jogada de Michel Bastos pela esquerda. O lateral avançou ao ataque aos 33 minutos e cruzou para área, encontrando Robinho livre na pequena área para tocar para o gol.
No intervalo, Dunga promoveu quatro alterações, trocando Lúcio por Luisão, Michel Bastos por Gilberto, Josué por Gilberto Silva e Felipe Melo por Ramires, em uma substituição que deu mais velocidade na saída de bola.
E o meia do Benfica correspondeu à aposta do treinador, marcando um belo gol aos 53 minutos, em jogada individual, avançando pela intermediária à esquerda e finalizando de modo firme, de canhota, e outro nos acréscimos, de cabeça, depois de cruzamento na medida de Daniel Alves.
Já o gol de Kaká, que não fazia pela Seleção há 11 partidas, veio aos 75 minutos, completando com o peito um cruzamento da direita após falha do goleiro na saída pelo alto. Fora a alegrar por marcar, o craque do Real Madrid também pode celebrar o fato de ter ficado em campo por todos os 90 minutos, um sinal animador a oito dias da estreia na Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010 contra a Coreia do Norte.
Uma, porém, é certa: para o duelo com os norte-coreanos, a Seleção já pode contar com um Robinho muito empolgado.
O gol de honra da Tanzânia foi marcado de cabeça por Jabir Aziz, a quatro minutos do fim, após cobrança de escanteio pela esquerda.
FIFA.com Atualizado em 08/06/2010
| Rachão e descontração antes da viagem |
Campeonato Carioca |
A Seleção Brasileira encerrou sua preparação para o amistoso contra a Tanzânia com um rachão descontraído neste domingo em Johanesburgo. Nele, o time liderado por Kaká e que contou com Doni, Luís Fabiano, Gilberto, Josué, Luisão, Juan, Gilberto Silva, Maicon, Kleberson e Nilmar venceu por 5 a 4 o grupo que teve Gomes, Ramires, Thiago Silva, Felipe Melo, Elano, Júlio Baptista, Lúcio, Daniel Alves, Michel Bastos, Grafite e Robinho.
O único desfalque nesta atividade foi Júlio César, que ainda se recupera de dores nas costas sentidas no amistoso contra Zimbábue. O goleiro ao menos voltou a treinar com Gomes e Doni antes do rachão. No entanto, sua presença no duelo contra a Tanzânia, nesta segunda-feira, não foi confirmada pela comissão técnica.
A Seleção Brasileira viaja já na noite deste domingo (tarde no Brasil) para Dar es Salaam, onde realiza seu último teste antes da Copa do Mundo da FIFA.
Ônibus personalizado
Neste domingo, os jogadores e a comissão técnica também conheceram o ônibus oficial da seleção disponibilizado pela FIFA para o deslocamento no Mundial. Pintado de verde e amarelo, o veículo tem nas janelas a frase: "Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro" (The whole of Brazil is in here!), escolhida pelos internautas do FIFA.com.
fonte: FIFA.com
Atualizado em 06/06/2010
| Prontos para serem o orgulho da nação |
Campeonato Carioca |
Eu transmiti a mensagem aos jogadores, e eles me disseram que orgulhar o país era responsabilidade deles.
Carlos Alberto Parreira não está só satisfeito com a maneira como a África do Sul está jogando. Ele tem certeza de que a seleção conseguiu enfim mostrar personalidade e criar uma boa imagem antes da ambiciosa missão de satisfazer a 47 milhões de sul-africanos no jogo de abertura da Copa do Mundo da FIFA 2010 contra o México, no Estádio Soccer City.
"Respeitamos todo mundo, mas não temos medo de ninguém", disse Parreira depois que a seleção derrotou a Dinamarca por 1 a 0 no sábado, na saída do Super Stadium, em Tshwane/Pretória. "Se você me perguntasse há cinco meses se estávamos prontos, eu teria dito que não, que tínhamos um longo caminho pela frente. Mas hoje estou feliz com os avanços. Chegamos lá, estamos prontos para a missão que nos aguarda. Ainda temos tempo de aprimorar algumas coisas, mas, de modo geral, estou satisfeito."
Recontratado há menos de um ano para comandar a Bafana Bafana, Parreira tem apenas cinco dias para fazer alguns últimos retoques antes que o mundo veja o progresso da seleção da África do Sul. "Agora temos uma identidade, temos o nosso próprio estilo", acrescentou o técnico campeão do mundo de 1994 com o Brasil. "Estamos atuando com muita confiança, e o mais importante é que a seleção está jogando tudo o que sabe."
"Quando assumi este cargo, disse que a prioridade era dar uma identidade à equipe. Vendi a ideia para os jogadores e, hoje, vendo-os jogar daquela maneira, fiquei muito feliz em perceber que eles a compraram. A seleção está mais à vontade com a bola nos pés. Conseguimos manter a posse da bola e passá-la com facilidade. É o que estamos fazendo, e por isso estou muito feliz."
Tranquilo e com um largo sorriso, o técnico agora tem confiança de que o selecionado está pronto para "orgulhar todos os sul-africanos" depois da atuação impecável contra os badalados dinamarqueses. "O nosso objetivo é vencer. O resultado contra a Dinamarca foi muito importante para nós. Jogamos contra uma equipe muito boa e experiente. Mas, como disse, jogamos com confiança. Disputamos diversos jogos durante a fase de preparação, mas eu sabia que a partida contra a Dinamarca seria um grande desafio para nós."
Parreira chegou à África do Sul no ano passado, depois de um momento difícil da seleção sul-africana com o técnico Joel Santana. A primeira tarefa foi levantar o moral da equipe e restabelecer a confiança. "Eu me lembro de que, quando reassumi o cargo, as pessoas costumavam me parar nas ruas para dizer 'treinador, nos dê orgulho, por favor, nos dê orgulho'. Elas não diziam 'vença a Copa do Mundo'. Elas queriam apenas ter algo do que se orgulhar. Eu transmiti a mensagem aos jogadores, e eles me disseram que orgulhar o país era responsabilidade deles. Agora eles estão prontos."
Ao avaliar a vitória contra a Dinamarca, o capitão Aaron Mokoena disse que o resultado foi importante para a seleção evoluir antes da abertura do torneio. "Estamos jogando bem como equipe. No sábado, enfrentamos uma seleção dinamarquesa muito experiente, com jogadores de qualidade, mas mostramos que temos o que é preciso para uma boa atuação nesse nível. Agora precisamos manter os avanços que realizamos."
fonte: FIFA.com Atualizado em 06/06/2010
| Dunga e Kaká são ovacionados na chegada à Tanzânia |
Campeonato Carioca |
Seleção se prepara para último amistoso antes da Copa do Mundo
A delegação da Seleção Brasileira chegou às 18h30 deste domingo no Hotel Movempick, no Centro de Dar es Salaam, onde ficará concentrada para o amistoso desta segunda-feira, às 12h, contra a Tanzânia. No hotel, cerca de 200 torcedores aguardavam a Seleção, mas nenhum era brasileiro.
Kaká foi o mais solicitado para fotos e autógrafos na chegada ao local. Porém, o que causou grande surpresa foi a recepção ao técnico Dunga. Ele teve o seu nome gritado pelos torcedores. Fisionomia fechada, ele não alterou sua trajetória, ao contrário de Kaká, que distribuiu sorrisos e apertou a mão de vários torcedores.
lancenet.com.br
Atualizado em 06/06/2010
| Sem fazer força, Santos afunda o Vasco e assiste à Copa do G-4 |
Campeonato Carioca |
Em tarde nada inspirada de Ganso, Madson rouba a cena, e Peixe goleia: 4 a 0, na Vila Belmiro. Cariocas agonizam na zona de rebaixamento.
Não teve espetáculo, não teve show de Ganso, e a dancinha foi tímida. Mas quem disse que tudo isso era necessário para golear? Com um futebol menos encantador do que o que se acostumou a apresentar em 2010, o Santos trocou a arte pela eficiência e bateu o Vasco por 4 a 0, neste domingo, na Vila Belmiro, em partida válida pela sétima rodada do Brasileirão.
Com Robinho na seleção e Neymar suspenso, coube ao artilheiro André, duas vezes, a Madson e ao novato Maranhão marcarem os gols que deixam o Peixe no G-4 durante a pausa para a Copa do Mundo: com 12 pontos, a equipe está em quarto. De quebra, o time completou dois jogos sem sofrer gols, algo que não acontecia desde outubro do ano passado. Coincidentemente, os dois jogos sem o agora ex-titular Felipe.
Já o Vasco vê se estender por, no mínimo, mais um mês e meio seu drama. O time da Colina tem apenas cinco pontos e permanece na vice-lanterna até o dia 14 de julho, quando encara o Goiás, às 21h50m (de Brasília), no Serra Dourada, na volta da competição após o Mundial da África. O Santo tem o clássico contra o Palmeiras, no dia seguinte, no Pacaembu.
Trapalhada de Prass resulta em gol do Santos
O Santos não tinha Robinho, na seleção, não tinha Neymar, suspenso, e contava com um Ganso nada inspirado. Ainda assim, não foi necessário muito para sair na frente do Vasco em um primeiro tempo onde forçou apenas seis minutos para abrir o placar. O time carioca, por sua vez, muito dependente de Philippe, até se esforçava, mas esbarrava na própria incompetência.
Comandado por Dorival Júnior, responsável pela volta do Vasco à Série A, o Santos começou a partida como quem não tivesse dúvidas de que uma hora ou outra encontraria espaços para largar na frente. E a paciente troca de passes de um lado para o outro, sem objetividade, por pouco não foi castigada. Aos sete, Jefferson mostrou que os vascaínos estavam vivos em chute de longe, e três minutos depois Philippe Coutinho desperdiçou grande oportunidade.
Ao tabelar com Nílson, o jovem de 17 anos recebeu frente a frente com Rafael, tocou colocado, mas parou no goleiro, que fez grande defesa. Com um Ganso irreconhecível, o Peixe errava muitos passes e quase não criava. A primeira boa chance surgiu aos 15, em cobrança de falta de Marquinhos. Fernando Prass se enrolou todo, mas conseguiu fazer a defesa. O lance, porém, era um sinal de que o camisa 1 não vivia uma grande tarde.
Sempre com Coutinho, o Vasco até buscava espaços no ataque. Nada digno de registro. Até que, aos 30 minutos, o Santos resolveu pressionar. Primeiro, Mádson serviu André, que dominou e chutou rápido, acertando a trave. Foi a senha para uma verdadeira 'blitz'. Dois minutos depois, André cruzou rasteiro, a bola passou por toda a área e encontrou Léo na esquerda. O lateral chutou novamente para o meio, Wesley desviou, e Dedé, em cima da linha, recuou para defesa de Prass. Infração não marcada pelo árbitro.
Tudo parecia estar tranquilo, o goleiro vascaíno deixou a bola no chão, tentou sair jogando, e se esqueceu de Léo. O santista, que tinha caído fora do campo após o cruzamento, aproveitou-se do vacilo, roubou a bola e sofreu pênalti, cobrado e convertido por André: 1 a 0.
A vantagem não impediu que o Santos continuasse no ataque. E Madson, aos 36, ainda forçou o goleiro a fazer boa defesa. Atordoado, o Vasco buscou o ataque em vão. Na descida para o intervalo, Prass admitiu a responsabilidade pela derrota parcial.
- Erro meu. Não vi o Léo atrás de mim, ele acabou roubando a bola.
Madson se destaca, e o Peixe goleia
Na volta para o segundo tempo, a passividade e a “simplicidade” com que Celso Roth justificou com o óbvio a má atuação cruzmaltina davam indícios de que dificilmente a equipe teria forças para reagir.
- Precisamos errar menos e fazer gols – disse o treinador.
Jogadores comemoram mais um gol do Santos sobre o Vasco na Vila Belmiro. (Foto: Ag. Estado)
Mas o Vasco continuou nulo no ataque e errando muito. Tanto que, logo aos seis minutos, Maranhão, que tinha acabado de substituir Rodriguinho, teve tempo para carimbar Dedé, pegar o rebote, chutar novamente e acertar o ângulo: 2 a 0.
Se as esperanças vascaínas já eram poucas no início do segundo tempo, se reduziram ainda mais aos nove, quando Roth trocou Coutinho, único a tentar levar o time para o ataque, por Fumagalli, que seria expulso dez minutos depois. Neste período, porém, André fez mais um.
Assumindo o papel do irreconhecível Ganso, Madson puxou a jogada para o meio e descolou lindo passe para o atacante tocar com categoria na saída de Prass e marcar o terceiro. Com uma goleada contra, o treinador vascaíno optou por evitar um placar mais elástico e trocou o atacante Nilson pelo volante Léo Gago. A estratégia, mais uma vez, não deu certo.
Com muito espaço para atacar, o Peixe ainda desperdiçou bom contragolpe com Wesley antes de ampliar, aos 28. Zezinho chamou Cesinha para dançar, foi ao fundo e cruzou para Madson apenas escorar. Revelado pelo Vasco, o baixinho trocou as tradicionais coreografias pelo silêncio.
E assim continuou o panorama do jogo: o Santos pressionava, e o Vasco se segurava como conseguia. Não conseguiu muito, mas contou com a má pontaria de Zezinho e Marquinho para manter o placar inalterado antes do apito final do árbitro José Caldas de Souza.
SANTOS 4 x 0 VASCO
Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo (Zézinho); Rodriguinho (Maranhão), Wesley, Paulo Henrique Ganso (Braitner) e Marquinhos; Madson e André. |
Fernando Prass, Cesinha, Dedé e Thiago Martinelli;Allan, Rafael Carioca, Souza, Jeferson (Fumagalli) e Ernani; Philippe Coutinho (Magno) e Nílson (Léo Gago).
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Técnico: Dorival Jr. |
Técnico: Celso Roth. |
Gols: André, aos 34 gols do primeiro tempo. Maranhão, aos seis, André, aos 17, e Mádson, aos 28 minutos do segundo tempo. |
Cartões amarelos: Rodriguinho (Santos) Nílson, Ernani e Fernando Prass (Vasco). Cartão vermelho: Fumagalli (Vasco) |
Local: Vila Belmiro, em Santos-SP. Data: 06/06/2010. Árbitro: José Caldas de Souza (DF). Auxiliares: Erich Bandeira (Fifa/PE) e Ênio Ferreira de Carvalho (DF). Público: 8.585. Renda: R$ 218.995,00
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Atualizado em 06/06/2010
| Corinthians empata no último lance com o Botafogo e segura liderança |
Campeonato Carioca |
Após virada do Alvinegro carioca, Paulo André marca de cabeça para o Timão e faz 2 a 2 na última jogada da partida
A torcida do Botafogo já comemorava a vitória de virada, mas no último lance da partida o Corinthians mostrou por que é um dos candidatos ao título. Com um gol de cabeça de Paulo André aos 47 minutos do segundo tempo, o Timão saiu do Engenhão, neste domingo, com um empate em 2 a 2 que o manteve invicto e líder do Campeonato Brasileiro, condição que terá por quase 40 dias, tempo que a competição ficará parada em virtude da disputa da Copa do Mundo (veja o vídeo com os gols da partida).
O ponto conquistado no Rio de Janeiro foi suficiente para que o Corinthians seguisse no primeiro lugar do Brasileiro. No entanto, a equipe agora tem a companhia do Ceará, que venceu o Atlético-MG e também soma 17 pontos. Já o Botafogo chegou à quarta rodada sem conquistar uma vitória (dois empates e duas derrotas) e tem nove pontos em sete partidas. Por ironia, viu dois pontos voarem justamente na sua principal arma na temporada: a bola aérea.
A partida começou e logo ficou claro que o clima era de decisão para as duas equipes. O que se via era um confronto disputado, com forte marcação e poucas chances de gols de ambos os lados. E sem pode vibrar com lances de perigo, a torcida do Botafogo se levantou pela primeira vez para reclamar da arbitragem, aos 12 minutos, depois que o auxiliar Paulo Ricardo da Silva Conceição assinalou falta de Herrera em William, quando o argentino seguia em direção ao gol. Revoltado, o técnico Joel Santana esbravejou e jogou a famosa prancheta no chão. Mas não havia motivo: o argentino de fato puxara o rival pela camisa.
Embora bem posicionado defensivamente, o Botafogo pouco incomodava na parte ofensiva. Muito porque o atacante Caio foi designado para marcar Roberto Carlos e prendeu o lateral em seu campo, deixando Herrera com a função de correr para todos os lados. Mas aos poucos o primeiro tempo foi marcado pela diferença entre uma equipe com qualidade técnica e outra que limitava a dar chutões e tentar roubar bolas. Exemplo do primeiro caso, o Corinthians passou a dominar a partida, e abriu o placar num lance exemplar.
Aos 30 minutos, Renato tentou invadir a área e, com poucos recursos, foi desarmado, perdendo uma chance de gol para o Botafogo. O Corinthians armou o contra-ataque e, após receber lançamento de Elias, Bruno César avançou e, com um belo drible, deixou Alessandro no chão. Depois, chutou no canto direito de Jefferson, fazendo 1 a 0.
A partir de então, o Corinthians passou a valorizar a posse de bola, explorando os erros e o descontrole emocional do Botafogo. Enquanto Leandro Guerreiro e Lucio Flavio ficavam à beira do campo reclamando com o auxiliar sobre um possível toque de mão de um jogador corintiano dentro da área, Fábio Ferreira cruzava para Caio, que, frente a frente com o gol, chutava no travessão, aos 33 minutos.
Com Alessandro e Sandro Silva vaiados a cada toque na bola, o Botafogo não conseguia se articular. Já o Corinthians mostrava superioridade com sequências de toques de bola sem qualquer incômodo do adversário. E foi dessa forma que o time visitante apenas esperou o apito do intervalo.
O Corinthians voltou para o segundo tempo sem Dentinho, que sentiu dores na coxa esquerda no fim da primeira etapa. E antes que pudesse impedir a esperada pressão inicial do Botafogo, viu o time da casa empatar logo aos dois minutos. Graças à insistência de Herrera, que não se intimidou com a marcação e, numa posição supostamente desfavorável, arriscou um chute de perna esquerda. Felipe pulou em seu canto esquerdo e apenas espalmou. A bola sobrou para Renato, que encheu o pé, fazendo 1 a 1.
O gol do Botafogo teve como efeito imediato uma partida mais aberta. As duas equipes passaram a se preocupar mais com o ataque e alternaram jogadas ofensivas. No entanto, não mostravam qualidade no momento da conclusão. Aos 12 minutos o Alvinegro carioca perdeu o zagueiro Antônio Carlos, que deixou o campo sentindo dores na perna direita e foi substituído por Danny Morais.
E num confronto equilibrado, o gol poderia acontecer num lance de bola parada. Mas um momento favorável ao Corinthians em poucos segundos transformou-se na virada do Botafogo. Roberto Carlos cobrou falta na barreira, que se tornou um contra-ataque para o time carioca. Renato ganhou de Ralf e tocou para Marcelo Cordeiro, que avançou em velocidade e rolou para Lucio Flavio, que chutou, fazendo 2 a 1 aos 27 minutos.
A partir de então, o Botafogo passou a se fechar em sua defesa, esperando o Corinthians para tentar novamente marcar no contra-ataque. O time de Mano Menezes foi para cima e foi premiado com um gol aos 47 minutos, no último lance da partida. Defederico bateu escanteio, e Paulo André subiu para empatar.
BOTAFOGO 2 X 2 CORINTHIANS
Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos (Danny Morais), Fábio Ferreira e Marcelo Cordeiro; Leandro Guerreiro, Sandro Silva, Lucio Flavio (Felipe Lima) e Renato (Bruno); Caio e Herrera. |
Felipe, Jucilei, Paulo André, William e Roberto Carlos; Ralf (Tcheco), Elias, Danilo (Paulinho) e Bruno César; Dentinho (Defederico) e Iarley. |
Técnico: Joel Santana. |
Técnico: Mano Menezes. |
Gols: Bruno César, aos 30 minutos do primeiro tempo; Renato, aos 2, Lucio Flavio, aos 27, Paulo André, aos 47 minutos do segundo tempo. |
Cartões amarelos: Danny Morais, Jefferson (Botafogo); Roberto Carlos, Paulo André (Corinthians). Público: 11.292 pagantes (14.267 presentes). Renda: R$ 222.170. |
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Árbitro: Leandro Vuaden (Fifa/RS). Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição (RS). Julio César Rodrigues Santos (RS). |
globo.com Atualizado em 06/06/2010
| Botafogo tenta segurar lÃder Corinthians no Engenhão |
Campeonato Carioca |
Time paulista busca consolidar primeira posição na tabela do Brasileiro neste domingo, antes de pausa para a Copa do Mundo.
Preocupado com últimos resultados, Joel esperag
reação do Botafogo (Foto: Getty Images)
Um bom resultado na última partida do Campeonato Brasileiro antes da pausa para a Copa do Mundo representará um bom tempo de tranquilidade. Para o Corinthians, será a garantia de pelo menos mais um mês na liderança, e para o Botafogo, a motivação de voltar à briga pelas primeiras posições. Por isso, o confronto entre as duas equipes, neste domingo, no Engenhão, pela sétima rodada da competição, é encarado com muita atenção. Com 16 pontos conquistados e ainda invicto na competição, o Corinthians pode se garantir na liderança com o empate, dependendo do resultado do Ceará, terceiro colocado, com 14. Já o Botafogo, que não vence há três rodadas, soma oito pontos e ocupa o nono lugar, precisa da vitória para tentar entrar no G-4 ou pelo menos iniciar o recesso da Copa do Mundo bem próximo à zona de classificação para a Libertadores.
No Botafogo, os três jogos de jejum (derrotas para Cruzeiro e Atlético-PR e empate com o Vasco) criaram uma preocupação, após um início considerado bom. Sem muito tempo para fazer modificações e ajustes táticos, o técnico Joel Santana vem usando a conversa como forma de conscientizar os jogadores da importância da vitória. E como o Alvinegro planeja estar sempre na parte de cima da tabela, enxerga o duelo deste domingo como um confronto direto.
globo.com
- Se segurarmos o líder, ficaríamos a uma vitória e um empate dele. Então, talvez depois da Copa poderíamos ter uma situação mais confortável, pois até o momento nossa parada foi indigesta. Para vencer será preciso jogar no limite. Espero que nosso time se comporte assim - afirmou o técnico.
Mas a parada ficou ainda mais indigesta depois que o Botafogo confirmou cinco desfalques para a partida deste domingo. O lateral-esquerdo Somália (lesão na coxa direita) e o meia Túlio Souza (luxação no ombro esquerdo) estão entregues ao departamento médico. Os zagueiros Fahel e Wellington cumprem suspensão automática, e o atacante Edno, emprestado pelo Corinthians, está impedido contratualmente de atuar.
No entanto, Joel Santana garantiu não estar preocupado com as ausências. O treinador lembrou que os substitutos já foram testados e aprovados em outras ocasiões.
- Todo o grupo já sabe o que eu quero. Além disso, quem entra tem toda a minha confiança - frisou o técnico, que poderá deixar o 3-5-2 de lado e optar pelo esquema 4-4-2.
Corinthians espera fechar 'primeira fase' com chave de ouro
Roberto Carlos será voz da experiência no jogo
contra o Botafogo (Foto: Ag. Estado)
Com uma campanha quase perfeita nesse início de Campeonato Brasileiro (cinco vitórias e um empate em seis jogos disputados), o Corinthians sonha fechar com chave de ouro essa primeira fase da competição. Até porque o técnico Mano Menezes sabe que, quando a competição recomeçar após a disputa da Copa do Mundo, será complicado manter o aproveitamento que hoje é de 88,8%.
O treinador, no entanto, está preocupado com o estágio físico da equipe, que teve um jogo complicado na noite da última quinta-feira, ao contrário do adversário, que atuou um dia antes. Este fator adquire mais importância porque a intenção do técnico é repetir a escalação que iniciou o duelo contra o Internacional, já que Chicão, Jorge Henrique, Ronaldo, Alessandro, Moacir e Souza continuam vetados pelo departamento médico.
O lateral-esquerdo Roberto Carlos sabe que o time não poderá bobear no Engenhão para não ser surpreendida por um adversário que não vence na competição há três rodadas. O camisa 6 elogiou o time comandado por Joel Santana.
- Eu gosto do time do Botafogo. Apesar de ter perdido algumas peças, é um time perigoso. Nossa meta é ir lá, conquistar a vitória e seguir invicto. Precisamos do resultado para continuar a linha de trabalho que até agora está muito boa no Campeonato Brasileiro - concluiu o experiente jogador.
botafogo x corinthians
Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Marcelo Cordeiro; Leandro Guerreiro, Sandro Silva, Lucio Flavio e Renato; Caio e Herrera. |
Felipe, Jucilei, Paulo André, William e Roberto Carlos; Ralf, Elias, Danilo e Bruno César; Iarley e Dentinho. |
Técnico: Joel Santana. |
Técnico: Mano Menezes. |
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 06/06/2010. Hora: 16h. |
Árbitro: Leandro Vuaden (Fifa/RS). Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição (RS) e Julio César Rodrigues Santos (RS). |
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Atualizado em 06/06/2010
| Remendados, Santos e Vasco fazem o último jogo antes de parar para Copa |
Campeonato Carioca |
Dorival Júnior e Celso Roth sofrem com desfalques para armar as equipes para o confronto deste domingo.
Paulo Henrique Ganso no treino do Santos.
(Foto: Ricardo Saibun / Site Oficial do Santos)
Desfalcados e ansiosos para terminar por cima a fase pré-Copa do Mundo do Campeonato Brasileiro, Santos e Vasco se enfrentam neste domingo, às 16h (de Brasília), na Vila Belmiro. O Peixe, que está em quinto lugar com nove pontos, sonha com a vitória para ter a possibilidade de entrar no G-4. O time de São Januário, por sua vez, na 19ª posição com cinco pontos, espera sair da zona de rebaixamento e viver dias de mais paz.
As duas equipes estão bastante remendadas. O técnico Dorival Júnior, que dirigiu o Vasco na vitoriosa campanha da Série B, não terá, além de Robinho, que está na África do Sul, Neymar, Arouca e Marcel. No lado cruzmaltino, a situação é ainda mais preocupante. Depois de perder em casa para o Guarani e despertar a ira de sua torcida, o time terá desfalques importantes, como Nilton, Elton e Dodô. O último rescindiu o contrato na sexta-feira..
Peixe tenta provar que não perdeu sua magia
Dorival Junior vai reencontrar o Vasco.
(Foto: Divulgação/Site oficial do Santos)
O Santos quer fechar com chave de ouro o semestre em que conquistou o título do Paulistão e, mais do que isso, encantou o Brasil com um futebol ofensivo e arrasador. Porém, há alguns jogos o time não é mais tão perigoso para os adversários. Nas duas últimas rodadas do Nacional, o Peixe perdeu o clássico para o Corinthians por 4 a 2, no Pacaembu, e empatou sem gols com o Cruzeiro no Mineirão. O técnico Dorival Junior argumenta que os Meninos da Vila estão cansados e, por isso, não vê a hora da parada para a Copa.
- A parada será importante sim, porque o desgaste foi muito grande. Prova disso é que no Paulista não tivemos mais a possibilidade de treinamento. Estamos indo para praticamente a partida 40. Isso comprova o que eu vinha falando. O desgaste seria o principal adversário das equipes que jogavam campeonatos paralelos.
Além disso, o time não terá Neymar, suspenso com três cartões amarelos, e Marcel, expulso contra a Raposa. Arouca, com lesão na panturrilha, está vetado pelo departamento médico. Por outro lado, Léo retorna de contusão e está confirmado. Já no gol, Rafael segue como titular, com Felipe na reserva.
Ex-treinador do time de São Januário, Dorival não acredita que irá se beneficiar pelo conhecimento do adversário.
- Acredito que tenha mudado vários jogadores. É natural que conheça alguns, mas cada partida tem uma história e isso não vai fazer diferença. A alma e o coração é que farão. Tenho um respeito muito grande pelo Vasco, pela diretoria e pela torcida. O trabalho que me preparei para executar foi feito (retornar para a Série A). Fico muito contente de ter tido a confiança para estar à frente do projeto e conseguimos êxito.
Roth ganha problema de última hora: Dodô
Celso Roth no treino do Vasco.
(Foto: Marcelo Sadio / Site Oficial do Vasco)
O técnico Celso Roth tem muitos problemas para escalar o Vasco para este difícil duelo. O volante Nilton está suspenso; o atacante Elton machucou o joelho direito e desfalcará o time. Ramon ainda não está recuperado de um problema na coxa direita e segue fora. De última hora, o treinador soube que Dodô, que iria ser titular, teve o contrato rescindido. Desta forma, a única opção para o setor ofensivo é Rafael Coelho, que deve fazer dupla com Philippe Coutinho.
Roth sabe que a equipe da Colina terá que se superar para anular o ataque santista e surpreender na Vila. Para isso, ele acredita que o time precisará diminuir os espaços do adversário.
- No Brasileiro é um pouco diferente (em relação ao Paulista). Mas a característica do Santos é essa, ser ofensivo. A Vila Belmiro tem características próprias, é um campo muito rápido. Tem que saber jogar lá. Precisamos diminuir os espaços deles - afirmou o comandante cruzmaltino.
O técnico criticou muito o desempenho do Vasco contra o Guarani. Mas ele não teve muito tempo para treinar. O jeito foi armar a equipe na base do papo. Roth espera que o time honre suas tradições neste domingo.
- Temos que modificar nossa maneira de jogar. A Vila exige isso. Mas vamos muito mais conversar do que treinar. Vamos ver se conseguimos. Precisamos ir lá e jogar como o Vasco.
SANTOS X VASCO
Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Rodriguinho, Wesley, Paulo Henrique Ganso e Marquinhos; Madson e André. |
Fernando Prass, Cesinha, Dedé e Thiago Martinelli; Fumagalli, Rafael Carioca, Souza, Jeferson e Ernani; Philippe Coutinho e Rafael Coelho.
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Técnico: Dorival Júnior |
Técnico: Celso Roth |
Local: Vila Belmiro, em Santos-SP. Data: 06/06/2010. Horário: 16h (de Brasília). Árbitro: José Caldas de Souza (DF). Auxiliares: Erich Bandeira (Fifa/PE) e Ênio Ferreira de Carvalho (DF).
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globo.com |
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Atualizado em 06/06/2010
| Fluminense não toma conhecimento do Avaà |
Campeonato Carioca |
Na despedida antes da Copa do Mundo, cariocas vencem por 3 a 0 na Ressacada
Fred foi o autor do segundo gol em Santa Catarina (Crédito: Photocamera)
O Fluminense visitou o Avaí na Ressacada, em Santa Catarina e conseguiu a quarta vitória consecutiva no Brasileirão. Na despedida antes da paralisação para a Copa do Mundo, os cariocas fizeram 3 a 0 e provaram que a fase está realmente boa nas Laranjeiras. O Tricolor chegou aos 15 pontos e o Avaí completou quatro jogos sem vitórias.
Em um primeiro tempo equilibrado, o Flu acha um gol no fim
O jogo começou com o Fluminense marcando com pressão, do jeito que o técnico Muricy Ramalho gosta. Aos 11 minutos, após jogada individual, Fred soltou uma bomba e a bola pegou no travessão do goleiro Zé Carlos. A equipe das Laranjeiras continuou dominando as ações de ataque.
Aos 19, a primeira chegada dos catarinenses. Após bola levantada pela direita, Roberto, artilheiro do Avaí, cabeceou para boa defesa de Fernando Henrique. Pouco depois, mais perigo. E mais Roberto. O atacante fez jogada individual pela direita e cruzou para a área. O lateral-direito Marcos chutou de primeira e a bola pegou na trave do Fluminense. No rebote, Leonardo por pouco não conseguiu chegar na bola.
Aos 29 minutos o Fluminense chegou mais uma vez. Conca bateu falta na direção da área e o zagueiro Gum desviou para o gol. O goleiro Zé Carlos voou na bola e impediu que o placar fosse aberto. Pouco depois, Mariano desceu com velocidade pela direita e cruzou. Mas Marquinho cabeceou mal e o camisa 1 do Avaí defendeu com facilidade.
O Avaí voltou a assustar sete minutos depois. A bola sobrou na entrada da área e Leonardo chtou forte para grande defesa de Fernando Henrique. Na continuação do lance, a bola foi cruzada e o mesmo Leonardo isolou de dentro da área.
O Flu voltou ao ataque novamente aos 41, com Mariano. E mais uma vez, após bom cruzamento do lateral, Marquinho cabeceou para fora boa chance de gol para os tricolores.
Dois minutos depois o ataque dos cariocas foi fatal. Após bola levantada por Carlinhos, Leandro Euzébio dominou na pequena área com a habilidade de um centroavante e chutou forte para o gol. 1 a 0 Fluminense.
Daí para frente as equipes apenas esperaram pelo término da primeira etapa e os cariocas foram para o vestiário com vantagem de um gol no placar.
Na volta dos vestiários, um Flu inspirado sob a batuta dos laterais
Os cariocas voltaram do intervalo decididos a aumentar a vantagem. Alan entrou no lugar de Rodriguinho e aos quatro minutos da segunda etapa, novamente pelo lado esquerdo, Marquinho encontrou Carlinhos livre dentro da área. O camisa 6 cruzou na cabeça de Fred. 2 a 0 para o time das Laranjeiras. O gol gerou ainda a expulsão do técnico da Avaí, Péricles Chamusca, por recalamação.
O mando de campo não estava ajudando os catarinenses. O Tricolor continuou dominando os ataques e aos 11 minutos, marcou mais um gol. Fred encontrou Mariano descendo pela direita e tocou para o lateral. O camisa 2 cruzou e encontrou Alan dentro da área, pronto para empurrar a bola para as redes. 3 a 0 Flu.
Aos 30, Fred mais uma vez jogou de garçom. O camisa 9 deu lindo passe, deixando Alan frente a frente com o goleiro . O atacante tentou tirar de Zé Carlos, que fez grande defesa e colocou a bola para escanteio.
Daí para frente o Avaí buscou alguns ataques, mas desanimado pela desvantagem no placar, não conseguiu emplacar o passe final.
Aos 39, André Luis fez sua reestreia com a camisa do Fluminesne. O zagueiro entrou no lugar de Marquinho para fechar a zaga e garantir a vitória do Tricolor sem sofrer gols. E conseguiu.
Final de partiada, 3 a 0 para o Fluminense, que conseguiu a quarta vitória consecutiva e chegou aos 15 pontos se despedindo temporariametne do Campeonato Brasileiro em ótima situação na tabela. Os catarinenses estacionaram nos oitos pontos e já estão há quatro jogos sem vencer.
FICHA TÉCNICA:
AVAÍ 0 X 3 FLUMINENSE
Estádio: Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data/hora: 5/6/2010, às 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)
Auxiliares: Ivan Carlos Bohn (PR) e José Amilton Pontarolo (PR)
Cartões Amarelos : Rodriguinho, Leando Euzébio (FLU)
Cartão vermelho: Péricles Chamusca (4'/2ºT)
GOLS: Leandro Euzébio, 43'/1ºT (0-1); Fred, 4'/2ºT (0-2); Alan, 11'/2ºT (0-3)
AVAÍ: Zé Carlos, Rafael, Émerson Nunes (Gustavo, 24'2ºT) e Emerson; Marcos (Medina, intervalo), Rudnei, Rodrigo Thiesen, Davi (Robinho, 33'/2ºT) e Pará; Roberto e Leonardo
Técnico: Péricles Chamusca
FLUMINENSE: Fernando Henrique, Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Diogo, Diguinho, Marquinho (André Luis, 39'/2ºT) e Conca (Equi González, 43'/2ºT); Rodriguinho (Alan, intervalo) e Fred
Técnico: Muricy Ramalho
lancenet.com.br
Atualizado em 05/06/2010
| Goiás quebra jejum, vira jogo, rouba 4º lugar e gera crise no Flamengo |
Campeonato Carioca |
Torcida rubro-negra vaia e ofende time e o técnico Rogério Lourenço.
Num jogo de muitos passes errados - 59 do Flamengo contra 54 do Goiás, totalizando 103 -, venceu quem errou menos e aproveitou melhor as chances. O Goiás pôs fim a um jejum de 14 anos de vitórias sobre o Flamengo no Rio de Janeiro - o último triunfo havia sido em 1986 - e, de virada, bateu o rival por 2 a 1, na noite deste sábado, no Maracanã. Hugo e o estreante Otacílio Neto entraram e marcaram no fim da partida os gols do triunfo esmeraldino, que rouba o quarto lugar do Rubro-Negro na tabela do Brasileirão antes da parada para a realização da Copa do Mundo e põe a equipe carioca em crise - a torcida vaiou e ofendeu o time com gritos de protesto aos jogadores e ao técnico Rogério Lourenço.
A equipe rubro-negra, que abriu o placar no início do segundo tempo com Toró, permanece nos 9 pontos ganhos, cai para a sexta posição e terá de torcer por tropeços dos rivais neste domingo para não perder mais posições. O Esmeraldino, em sua terceira vitória seguida, fica no G-4 com 10 pontos ganhos também à espera do desfecho da rodada. Os dois times voltam a jogar no Brasileirão em 14 de julho, após o fim do Mundial na África do Sul. O Flamengo terá o clássico com o Botafogo, e o Goiás vai a Minas encarar o Cruzeiro.
Muitos passes errados
Se na segunda etapa a partida cresceu em nível técnico e em emoção. o primeiro tempo foi duro de se ver para quem compareceu ao Maracanã ou acompanhou pela TV. As duas equipes, juntas, conseguiram dar 66 passes errados - 37 do Flamengo e 29 do Goiás - em 45 minutos. O resultado de 0 a 0 acabou justíssimo. Para se ter uma ideia, demorou apenas 15 minutos a paciência da torcida rubro-negra. Debaixo de chuva, via o time sucumbir à boa marcação do Goiás na saída de bola. Sem Petkovic no meio-campo e Vagner Love no ataque - os dois estão contundidos -, ficava mais difícil sair jogando e ainda consertar os erros que já vinham de trás. Michael e Vinícius Pacheco erravam passes em demasia e arrancavam as primeiras vaias. Bruno Mezenga, de malas prontas para o Légia, da Polônia, e convocado às pressas para fazer a última partida no clube que o formou, era a nulidade de sempre.
A sorte do Flamengo foi que o Goiás não soube aproveitar os erros. O time goiano marcava bem, o meio-campo roubava as bolas, mas partia lento para o ataque e criava pouquíssimas chances. Nem Romerito estava inspirado. A primeira oportunidade do Esmeraldino surgiu aos oito minutos, num lance de bola parada. O Alviverde aproveitou-se de dois erros do zagueiro Welinton - perdeu a bola na frente e depois cometeu a falta sobre Everton Santos, que Bernardo desperdiçou por cima do travessão. Aos 19, David, ao sair jogando, deu "presente", Jonílson bateu rasteiro, Bruno encaixou. Mas o maior foi aos 37. Bruno Mezenga, recuado, "lançou" o adversário. Bernardo arrancou, mas demorou a finalizar, dando chance a Welinton de se redimir.
Com os erros de passe, sem criação no meio-campo e com os laterais em péssimo dia - Léo Moura e Juan não davam sequência às jogadas -, a única boa jogada rubro-negra foi do volante Toró, o único que se salvou na primeira etapa. Aos 31 minutos, ele arrancou do meio-campo, fez fila e se jogou na entrada da área. O árbitro caiu no conto. Bruno cobrou por cima, para fora. A bola, no primeiro tempo, não merecia entrar.
Camacho entra, Fla melhora
O técnico Rogério Lourenço trocou o volante Maldonado, lento em campo, pelo meia Camacho. E logo aos 18 segundos o garoto rolou para Mezenga, que chegou atrasado e perdeu a primeira chance. O atacante rubro-negro tentou se redimir logo depois e, ao driblar Rafael Tolói e Wellington Saci, bateu cruzado para boa defesa de Calaça.
O panorama do jogo mudou para o Flamengo. Mezenga até arriscava de fora da área - só que nas mãos de Calaça. Dois minutos depois, aos seis, a jogada pela lateral funcionou, e o Flamengo descobriu o caminho do gol: Camacho rolou, Léo Moura foi ao fundo e centrou rasteiro, Vinícius Pacheco deixou a bola passar para Toró, que vinha de trás e bateu de canhota, à esquerda do goleiro goiano, premiando a atuação aplicada do camisa 5 rubro-negro.
O Goiás tentou retomar o controle da partida. Em jogada individual, Wellington Saci obrigou Bruno a boa defesa, aos 14. Mas o Flamengo estava mais acordado, e no contra-ataque perdeu uma chance de matar a partida em arrancada de Vinícius Pacheco, que bateu cruzado. Mezenga ainda tentou alcançar a bola, mas não conseguiu.
Virada esmeraldina
Leão mexeu no Esmeraldino, sacando o cansado Romerito para promover a estreia de Otacílio Neto. Pouco depois, trocou Bernardo por Hugo. Deu certo. A equipe esmeraldina equilibrou o jogo. Rogério resolveu mudar novamente, trocando Vinícius Pacheco pelo garoto Diego Maurício. E Leão partiu para o tudo ou nada, tirando Wellington Monteiro e pondo outro atacante, Rafael Moura. Pouco depois, a equipe rubro-negra perdeu o seu melhor jogador, aos 33: após entrada dura em Everton Santos, Toró levou o cartão amarelo e saiu contundido. Fernando entrou em seu lugar.
Dos jogadores que entraram, Diego Maurício foi quem teve a primeira chance de sair consagrado, mas perdeu dois gols no espaço de um minuto. Na primeira chance, aos 34, recebeu de Camacho, que roubou bola no meio-campo. O atacante avançou e tocou para fora. Na outra, no minuto seguinte, bateu fraco, e a bola tocou em Amaral e foi para escanteio.
Sorte para o Goiás que Hugo não desperdiçou a que teve. Aos 39 minutos, bateu falta cometida por Wellnton na gaveta, à esquerda de Bruno, empatando a partida. Três minutos depois, o estreante Otacílio Neto compareceu para o gol da virada e da vitória: Douglas bateu, Bruno socou duas vezes, Otacílio Neto chegou e mandou para as redes. E venceu quem errou menos e arriscou mais.
FLAMENGO 1 X 2 GOIÁS
Bruno, Welinton, David e Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Maldonado (Camacho), Toró (Fernando), Michael e Juan; Bruno Mezenga e Vinícius Pacheco (Diego Maurício). |
Calaça, Douglas, Ernando, Rafael Tolói e Wellington Saci; Amaral, Jonílson, Romerito (Otacílio Neto), Wellington Monteiro (Rafael Moura) e Bernardo (Hugo); Everton Santos. |
Técnico: Rogério Lourenço |
Técnico: Emerson Leão |
Estádio: Maracanã. Árbitro: Francisco de Assis Almeida Filho-CE (Asp. Fifa). Auxiliares: Thiago Gomes Brigido-CE e Arnaldo Rodrigues de Souza-CE. |
Gols: no segundo tempo, Toró, aos seis minutos; Hugo, aos 39; e Otacílo Neto, aos 42. Cartões amarelos: Camacho, Welinton, Toró e Fernando (Flamengo) e Rafael Tolói e Wellington Monteiro (Goiás) |
Renda: R$ 323. 975,00. Público: 11.855 pagantes |
globo.com Atualizado em 05/06/2010
| Para diminuir folha salarial, Vasco rescinde com Dodô e mais dois |
Campeonato Carioca |
Geovane Maranhão e Paulinho também deixam a Colina. Rodrigo Caetano diz que clube vai atrás de outros nomes para o ataque.

Dodô não é mais jogador do Vasco
(Foto: Marcelo Sadio/Site oficial do Vasco)
Em busca de reforços, o Vasco tomou uma importante decisão nesta sexta: rescindir com três atletas para diminuir a sua folha salarial e ter condições de trazer outros nomes. Entre os que deixam a Colina, o que chama mais a atenção é Dodô. O artilheiro dos gols bonitos atenderia a imprensa após o treino, mas não apareceu para a entrevista. Também não foi para a concentração junto com os demais jogadores e já não enfrenta o Santos no próximo domingo, na Vila Belmiro. Geovane Maranhão, que retorna ao Artsul, e Paulinho, que volta para o Metropolitano (SC), são os outros dois a deixar a equipe.
Dodô e a diretoria do Vasco se reuniram e decidiram pelo fim do vínculo. O destino do atacante ainda é incerto, mas o Ceará já havia manifestado interesse em sua contratação.
- Estávamos recebendo sondagens de outros clubes sobre o Dodô. Esse é um momento crucial na temporada, e precisamos fazer um balanço dos rendimentos dos atletas. Decidimos romper o contrato de forma amigável e vislumbrar trazer outro nome. Ninguém está satisfeito com o que está acontecendo nesse início de campeonato. Tentaremos fazer os ajustes, mas nossa limitação financeira é pública e notória. Tinhamos que tomar essas medidas - disse o diretor-executivo de futebol Rodrigo Caetano.
Dodô chegou ao Vasco no início do ano, após cumpirir longa suspensão por acusão de doping. o começo no Gigante da Colina foi animador, tendo até marcado três gols na vitória por 6 a 0 contra o Botafogo, na primeira fase da Taça Guanabara. Contudo, as más atuações em jogos decisivos fizeram a idolatria virar críticas e o ambiente do craque no clube já não era mais o mesmo. Nos últimos jogos, Dodô foi reserva da equipe.
globo.com
Atualizado em 05/06/2010
| Bahia pressiona, mas tropeça e perde para o Duque de Caxias |
Campeonato Carioca |
Time baiano bem que tentou, mas saiu de campo derrotado pelo lanterna
Bahia vacila e é derrotado pelo Duque de Caxias (Crédito: Romildo de Jesus)
O Bahia recebeu o Duque de Caxias em Pituaçu, na noite desta sexta-feira, para o duelo de Tricolores em momentos distintos. Enquanto o time baiano brigava pela liderança, a equipe do Rio de Janeiro não tinha nenhum ponto na competição. Não tinha porque o lanterna da competição venceu por 1 a 0 e saiu do zero na pontuação.
Primeiro tempo do Bahia, mas gol do Duque de Caxias
A etapa inicial foi o panorama doas situações contrárias que as equipes de Bahia e Duque de Caxias atrevessam. O time da casa dominou as ações nos 45 minutos inicias, enquanto o Tricolor da Baixada limitava-se a sair nos contra-ataques em velocidade.
Não demorou para o goleiro Vinícius começar a trabalhar. Aos três minutos de jogo, Rogerinho cobrou bem falta próximo a área e obrigou ao camisa 1 do Duque de Caxias fazer boa defesa. Pouco tempo depois, Vágner aproveitou cruzamento da esquerda e mergulhou para cabecear. A bola tocou no chão e, mais uma vez, Vinícius afastou o perigo.
Aos 13 minutos, um lance que fez a torcida do Bahia levantar da cadeira. Rodrigo Grahl invadiu a área e chutou, a bola bateu no pé de Vinícius e voltou para o atacante. Rodrigo, sem ângulo para o chute, cruzou para Itacaré que, sozinho na área e com o gol sem goleiro, chutou forte, mas a bola bateu em Edson. O zagueiro evitou o gol praticamente em cima da linha.
Cinco minutos depois, o Duque de Caxias chegou, enfim, ao ataque com certo perigo. Marquinho fez boa jogada pela ala direita e cruzou, Mancuso tentou de primeira, mas a finalização não chegou a assustar a zaga do Bahia. Quando o cronômetro marcava 29 minutos, Roberto Lopes sofreu falta, que Mancuso cobrou com perfeição e abriu o placar para o Duque de Caxias.
O Bahia sentiu o gol e se perdeu um pouco em campo. O Tricolor da Baixada continuou sem criatividade e, até o intervalo, o marcador não foi alterado.
Segundo tempo de pressão baiana, mas sem gols
Para o segundo tempo, nenhum dos treinadores fez alterações. Porém, o panorama da partida modificou. O Duque de Caxias retornou se mostrando satisfeito com o resultado e abdicou de atacar. Já o Bahia, sem criatividade, não conseguia passar pela forte marcação do time do Rio de Janeiro.
Aos 17 minutos, o Bahia parecia ter encontrado o mapa da mina para penetrar na zaga do Duque de Caxias. Pela ala direita, saiu o cruzamento para Rodrigo Grahl, que cabeceou e acertou o travessão. Mas o árbitro assistente marcou impedimento. Sete minutos depois Aleílson, também pela direita, fez boa jogada individual, arriscou de longe e a bola explodiu no travessão, assustando o goleiro Vinícius. Aos 25, pelo mesmo lado do campo, Carlos Alberto cruzou para a antecipação de Cacá, que desviou e obrigou ao goleiro do Duque de Caxias fazer ótima defesa.
O Tricolor da Baixada levava perigo à equipe da casa nos contra-ataques. Em um deles, Léo Guerreiro quase ampliou a vatagem. Mas, depois de tanta pressão, quem balançou a rede foi o Bahia. Depois de cruzamento, que desta vez veio pela esquerda, Rodrigo Grahl tocou a bola para o fundo do gol, mas, mais uma vez, o assistente assinalou impedimento do atacante.
O que estava ruim, ficou ainda pior para o Tricolor baiano. Aos 36 minutos, Bruno Silva, que já tinha recebido cartão amarelo, fez falta dura em Vander e foi para o chuveiro mais cedo. Com um a menos, o poder de reação do Bahia diminuiu consideravelmente.
Cansados, os comandados de Renato Gaúcho já não conseguiam correr e fazer as jogadas pelas alas. Por outro lado, com medo de levar o gol de empate e deixar a vitória escapar, o Duque de Caxias não saia para o jogo e se fechava todo atrás.
Resultado: nenhum gol na segunda etapa da partida e placar mantido. Duque de Caxias, surpreendentemente, venceu por 1 a 0 e conquistou seus primeiros pontos na Série B do Campeonato Brasileiro.
FICHA TÉCNICA:
BAHIA 0 X 1 DUQUE DE CAXIAS
Estádio: Pituaçu, Salvador(BA)
Data/hora: 4/6/2010 - 21h (de Brasília)
Árbitro: Charles Hebert Cavalcante Ferreira (AL)
Auxiliares: José Jaime Rocha Bispo(AL) e Julian Ferino dos Santos(AL)
Cartões amarelos: Bruno Silva, Ávine (BAH); Edson, Paulo Rodrigues, Vinícus, Mancuso, Caju (DUQ)
Cartões vermelhos: Bruno Silva(BAH)
GOLS: Mancuso, 29'/1ºT (0-1);
BAHIA: Osmar; Carlos Alberto (Abedi - 30/2ºT), Vágner, Nen e Ávine; Marcone (Aleílson - 42/1ºT), Bruno Silva, Vander e Rogerinho; Rodrigo Grahl e Itacaré (Cacá - 5/2ºT)
DUQUE DE CAXIAS: Vinícis; Marquinho, Fábio Braz, Edson e Paulo Rodrigues; Marlon, Thiaguinho (Jougle - 20/2ºT), Roberto Lopes e Mancuso (Caju - 38/2ºT); Leandro Chaves (Vander - 29/2ºT) e Léo Guerreiro
Atualizado em 05/06/2010
| Michel Bastos sofre torção, mas médico diz que não é grave |
Campeonato Carioca |
Lateral-esquerdo levou a pior em dividida com Elano e será reavaliado neste sábado
Michel Bastos foi atendido pelo médico da Seleção Brasileira (Crédito: Ari Ferreira)
O médico da Seleção Brasileira José Luiz Runco informou, através da assessoria de imprensa da CBF, que a contusão do lateral-esquerdo Michel Bastos não é grave. O jogador deve ficar em tratamento durante a noite desta sexta-feira e no sábado será reavaliado.
O lateral sofreu uma leve torção no tornozelo direito no fim do treino da tarde desta sexta-feira, no Hoerskool Randburg, em Johannesburgo. Ao tentar travar um chute de Elano, Michel Bastos acabou levando a pior e caiu imediatamente no gramado.
O jogador chegou a tentar voltar para o treino, mas após pisar no gramado fez sinal de negativo e deixou o campo.
lancenet.com.br
Atualizado em 05/06/2010
| Avaà tenta frear a arrancada do Fluminense no Brasileirão |
Campeonato Carioca |
Equipes se enfrentam em Santa Catarina, na última partida antes da Copa
Avaí e Fluminense se enfrentam neste sábado, às 18h30, na Ressacada, em Santa Catarina, querendo somar os últimos três pontos antes da paralisação visando a Copa do Mundo da África do Sul. Os cariocas querem manter a proximidade com o Corinthians, líder da competição, e os catarinenses pretendem aproximar-se do G4 após três patidas sem vitória.
A equipe das Laranjeiras chega à Santa Catarina embalada por três vitórias consecutivas e pretende manter a boa sequência de resultados positivos. A única modificação no time é a entrada do goleiro Fernando Henrique no lugar do lesionado Rafael. O camisa 1 sofreu um corte profundo na cabeça na partida contra o Vitória-BA e foi vetado pelo departamento médico das Laranjeiras.
O técnico Muricy Ramalho continua depositando as fichas nas jogadas pelas laterais, que vem dando certo e rendendo muitos gols ao Tricolor. O lateral-direito Mariano lembrou que é importante tomar cuidado com o jogo na Ressacada, mas afirmou que os cariocas chegam para lutar pelo resultado.
- Perdemos lá ano passado. Jogar no campo deles é difícil, o Avaí tem uma equipe chata, que marca muito, não deixa jogar. O campo é pequeno e eles sabem aprovaitar isso. Mas sabemos que temos condições sde sair com um resultado positivo - disse o camisa 2.
O volante Diogo, que vem se firmando na equipe, continua formando dupla de marcadores com Diguinho. O jogador lembrou que as partidas na Ressacada são muito pegadas.
- Os jogos na Ressacada costumam ser de muita pegada. O Avaí tem uma torcida chata, que incentiva muito. Acredito que o Fluminense está preparado para fazer uma boa partida e vencer. O time encaixou uma boa marcação e tem no contra-ataque pelas laterais o grande trunfo - afirmou.
Sem vencer há três partidas, o Avaí quer reencontrar o caminho das vitórias contra o time das Laranjeiras. Após a derrota para o Ceará na última rodada, que tirou o clube do G4, o pensamento dos jogadores é o mesmo: a situação precisa mudar. Autor de três dos dez gols do Avaí no Brasileiro, o zagueiro Emerson Nunes resumiu bem o sentimento de todos do Leão.
- Acredito que já deu, é o limite. O Campeonato Brasileiro é muito difícil, e a equipe tem que procurar ser o mais regular possível. Então, para que nós possamos manter a nossa regularidade, temos que, sem dúvida nenhuma, conquistar o resultado na próxima partida - disse Emerson após a partida contra o Ceará.
Ainda sem poder contar com Caio, Vandinho e Sávio, lesionados, Péricles Chamusca vai, mais uma vez ter de colocar à prova as peças de reposição com que o Avaí conta. Cansados da viagem de volta de Fortaleza, os catarinenses tem pelo menos uma boa notícia: o zagueiro Rafael, irmão do também zagueiro tricolor Cássio, está recuperado de lesão e volta ao time neste sábado.
- Foi uma viagem cansativa e não tivemos tempo de treinar. Como terei dois desfalques certos, vou analisar como encaixar o grupo - explicou Chamusca que também não vai contar com Patric e Marcinho Guerreiro, suspensos.
FICHA TÉCNICA:
AVAÍ X FLUMINENSE
Estádio: Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data/hora: 5/6/2010, às 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)
Auxiliares: Ivan Carlos Bohn (PR) e José Amilton Pontarolo (PR)
AVAÍ: Zé Carlos, Rafael, Émerson Nunes e Emerson; Marcos, Rudnei (Rodrigo Thiesen), Batista, Davi e Pará; Leonardo (Roberto) e Cristian (Anselmo Ramon)
Técnico: Péricles Chamusca
FLUMINENSE: Fernando Henrique, Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Diogo, Diguinho, Marquinho e Conca; Rodriguinho e Fred
Técnico: Muricy Ramalho
lancenet.com.br
Atualizado em 05/06/2010
| Vagner Love desfalca o Flamengo contra o Goiás |
Campeonato Carioca |
Atacante poder ter feito último jogo na quinta; Pet também fora
Vagner Love sente dores na coxa e não enfrenta o Goiás neste sábado (Crédito: Futura Press)
O Flamengo terá dois desfalques importantíssimos para a partida deste sábado, contra o Goiás, no Maracanã: Vagner Love e Petkovic. O duelo é o último antes da parada de um mês do Campeonato Brasileiro devido a Copa do Mundo.
O atacante, que fez o gol da vitória contra o Palmeiras, na quinta-feira passada, por 1 a 0, sente dores na coxa direita e foi vetado pelos médicos do clube.
Desta maneira, Vagner Love pode ter feito sua última partida pelo Flamengo contra o Palmeiras, seu ex-clube. O contrato de empréstimo termina no dia 10 de julho e o CSKA (RUS), que detém seus direitos, já respondeu ao Flamengo que não pretende liberá-lo.
Porém, os representantes do jogador se reunirão com os dirigentes rubro-negros para traçar uma nova estratégia na tentativa de convencer os russos a aceitar a negociação.
Já Petkovic está fora por conta de uma torção no tornozelo direito, consequência de uma pancada sofrida durante o duelo contra o Palmeiras, que o levou inclusive a ser substituído.
lancenet.com.br
Atualizado em 05/06/2010
| Carlinhos e Mariano: os destaques do Fluminense |
Campeonato Carioca |
Liberdade dos laterais é uma das razões do sucesso do Tricolor

Mariano e Carlinhos são as principais armas do Fluminense (Crédito: Paulo Sérgio)
Muricy Ramalho é reconhecido pela montagem de defesas sólidas, como as do São Paulo, tricampeão brasileiro entre 2006 e 2008. No Fluminense, porém, o treinador não pôde abrir mão das características ofensivas dos laterais Mariano e Carlinhos. O lateral-direito manteve a boa fase da temporada passada, mas ganhou um companheiro de peso na outra ponta. Carlinhos fez apenas quatro partidas pelo Tricolor, mas caiu como uma luva no esquema de Muricy, que comemora o ótimo momento da dupla.
– Respeito as características dos atletas para montar a equipe. O que Mariano e Carlinhos fazem de melhor é atacar. Então eles têm de continuar atacando, pois as nossas melhores jogadas são pelas laterais do campo – destacou Muricy.
A dupla foi fundamental para a conquista dos três pontos sobre o Vitória, na rodada passada. O gol de Fred foi fruto da boa jogada iniciada por Carlinhos na esquerda. Depois do susto causado pelo empate do Vitória, foi a vez de Mariano dar a sua colaboração.De seu pé direito saiu o cruzamento para o gol de Alan, aos 42 do segundo tempo.
– Ter a tarefa dividida com Carlinhos facilita muito. Antes, a maioria das jogadas era pelo setor direito. Agora, criamos pelos dois lados. Ele chegou muito bem e se entrosou rapidamente com o grupo – disse Mariano.
O Fluminense já escolheu qual atalho pegará para vencer o Avaí, na Ressacada: as pontas.
Atualizado em 04/06/2010
| Sinal de alerta ligado no Botafogo para o Campeonato Brasileiro |
Campeonato Carioca |
Após belo início de campeonato, equipe de Joel não vence há três partidas
Embalado pelo título carioca, o Botafogo iniciou o Brasileiro com uma campanha de respeito. De nove pontos disputados, o Glorioso levou sete e empolgou a torcida, que até mesmo lançou uma música para cantar contra o Goiás. Na cabeça dos alvinegros, o brilhante caminho no Brasileiro até a paralisação para a Copa do Mundo deixaria o clube no topo, mas os planos mudaram um pouco pelos últimos jogos.
Sem vencer há três partidas, o Botafogo vive a pior sequência na temporada e o período obscuro já tem efeitos sentidos na classificação. A liderança anda distante e a virada sofrida para o Atlético-PR, na última quarta-feira, colocou o time em outra realidade.
Junto com diversos clubes no meio da tabela, o sinal de alerta alvinegro já está ligado e assim Jefferson prometeu recuperação imediata:
– Sabemos que o campeonato está começando agora, mas uma fase assim é complicada. A forma como foi a virada dói na equipe. Porém, não podemos ficar abatidos. Estamos com a cabeça erguida, pois fizemos o que tinha de ser feito. Lutamos até o fim contra o Atlético-PR, mas infelizmente não deu. Essa batalha em todos os momentos faz pensar positivo para encarar o Corinthians.
Se o momento não é dos melhores em General Severiano, certamente se tornou o ideal para se recuperar. Com a vantagem de jogar no Engenhão, o Botafogo pode encostar no grupo de classificação à Libertadores, se vencer diante do Corinthians e apagar o jejum. Mesmo fora da partida, Somália está ligado no duelo e sabe que um tropeço no último jogo antes do Mundial da África pode ser fatal para a meta de glória:
– Já perdemos muitos pontos e eles não podem mais nos escapar.
lancenet.com.br Atualizado em 04/06/2010
| Fla desiste de Emerson e disputa Jobson com o Botafogo |
Campeonato Carioca |
Presidente do Brasiliense confirma ter em mãos propostas oficiais de ambos os clubes pelos direitos do atacante de 22 anos.
Jobson em ação pelo Botafogo, em 2009: atacante
também interessa ao Fla (Foto: Agência Estado)
Rivais dentro do campo, Botafogo e Flamengo travam agora uma disputa nos bastidores do mercado da bola. O alvo é Jobson, atacante que defendeu o Alvinegro em 2009 e que até 16 de julho cumpre suspensão por doping. Os dois clubes enviaram propostas oficiais ao Brasiliense, com o qual o jogador tem contrato. Assim, o Rubro-Negro desistiu de repatriar o “Sheik” Emerson.
As negociações com o Botafogo são mais antigas, e o Alvinegro conta com a passagem positiva de Jobson por General Severiano como trunfo para garantir seu retorno. O atacante, que conversa regularmente com o presidente Maurício Assumpção, manifestou claramente o seu desejo de voltar ao clube. Mas nos últimos dias o Flamengo entrou na parada disposto a contratar o jogador de 22 anos, apresentando ao Brasiliense uma oferta mais vantajosa que a alvinegra.
Luiz Estevão, presidente do Brasiliense, confirmou as duas propostas e disse que ambas foram enviadas por email. Elas serão analisadas na noite desta quinta-feira e, portanto, a expectativa é que o dirigente se pronuncie sobre elas na sexta.
- Ontem recebi uma proposta do Flamengo e hoje uma nova oferta feita pelo Botafogo. Ainda vou tomar conhecimento das duas e analisar. Mas garanto que não há preferência por alguém, mas sim o interesse em aceitar o que for melhor para o clube - disse Luiz Estevão.
Depois da exigência do Brasiliense em garantir um valor no ato da transferência, o Botafogo recuou e chegou a dar a negociação como encerrada. No entanto, após novas conversas nesta quinta-feira, o Alvinegro concordou em adiantar uma quantia (que varia de R$ 200 a R$ 500 mil), mas garantindo de imediato – e não mais de forma progressiva, com quatro parcelas pagas a cada quatro meses – os 60% dos direitos econômicos de Jobson. Além disso, aceitou aumentar um pouco o valor inicialmente estipulado.
O Flamengo soube de todos os detalhes da negociação que vinha sendo conduzida pelo Botafogo e fez proposta mais vantajosa financeiramente, tanto para o Brasiliense como para o atacante. A diretoria rubro-negra dá o caso como bem adiantado e acredita que até segunda-feira pode ter tudo resolvido.
- O Jobson é uma opção e pode vir a ser atleta do Flamengo. É um talento e não posso negar que está nos nossos olhos - disse Carlos Peixoto, novo diretor de futebol.
Segundo o dirigente, o Flamengo também está desistindo da contratação de Emerson por não concordar em pagar US$ 1 milhão (cerca de R$ 1,8 milhão) ao Al Ain, dos Emirados Árabes por sua liberação. Peixoto, disse já ter conversado com a presidente Patrícia Amorim e o diretor-executivo Zico, que pretende investir a quantia nas obras do Ninho do Urubu.
- Nós até temos o dinheiro, mas vamos colocá-lo no CT. Não vamos pagar isso tudo para um jogador de 31 anos. Os salários conversados com ele estão aprovados. Se não precisar pagar pela liberação, o Emerson vem. Cheguei a oferecer US$ 500 mil ao árabes, mas eles não quiseram. O Zico concorda que o Flamengo precisa do CT e garanto que vamos ter um time forte para brigar pelo hepta - disse Carlos Peixoto.
O empresário de Emerson, Reinaldo Pitta, ainda não foi comunicado da situação. Aparentemente, ele estranhou a posição do Flamengo, uma vez que a negociação entre o clube e o Sheik estavam adiantadas.
- Se o Flamengo está desistindo, ótimo. Não temos nada a declarar. O jogador ainda nem foi liberado. Se deram essa declaração (que desistiram do atacante), desejo boa sorte e que arrumem outro jogador com competência - disse Pitta.
Embora nunca tenha escondido o desejo de contar novamente com Jobson, o Botafogo não pretende entrar em leilão pelo atacante. E antes mesmo de ter o Flamengo como concorrente, a diretoria alvinegra vinha buscando outras opções, como o atacante Wellington, que está no Twente, da Holanda. O presidente Maurício Assumpção não quis se pronunciar sobre a negociação por Jobson.
globo.com
Atualizado em 04/06/2010
| Gandulas do estádio de Dobsonville têm um dia de sonho ao lado de Kaká |
Campeonato Carioca |
Mehieketo Letholce e Fortune Mdiow bateram uma bolinha ao lado do astro da seleção brasileira, em treinamento aberto no Soweto.
O primeiro treino aberto ao público da seleção brasileira mexeu com a rotina do distrito de Soweto, na África do Sul. Desde cedo, vários torcedores lotaram a porta do estádio de Dobsonville procurando por ingressos ou apenas fazendo festa. Porém, poucos tiveram a oportunidade de chegar perto dos craques da seleção. Os gandulas Mehieketo Letholce e Fortune Mdiow, além de assistirem ao treino físico de um local privilegiado, conseguiram bater uma bolinha com o astro Kaká.
No começo eles estavam tímidos, mas o craque da camisa dez rompeu o gelo ao chutar a Jabulani, a bola da Copa, para o alto para ver qual dos Garotos conseguiria dominá-la. Foi o bastante para animar a todos.
- Eu disse a ele que chutaria a bola e pedi para que ele a devolvesse, e ele devolveu. Senti como se pudesse levar o Kaká para a minha casa - disse Mehieketo.
A brincadeira alimentou o sonho dos garotos: 'Um dia serei como ele' (Foto: AFP)
No fim das atividades no estádio do Moroka Swallows, os garotos voltaram a cercar os jogadores, e o menino pôde ensaiar algumas jogadas mais trabalhadas. Kaká gostou da brincadeira, e a cada passe certo abria um enorme sorriso.
Os meninos de Soweto não esconderam a alegria
(Foto: Leandro Canônico / GLOBOESPORTE.COM)
A gentileza emocionou os meninos e após o contato com os atletas, o sonho de ser jogador de futebol ganhou ainda mais força.
- Um dia serei como ele - confessou Fortune, recebendo o aval imediato do amigo.
Em uma terra de contrastes, o futebol foi unanimidade por uma hora e meia. Um curto período de tempo, mas uma eternidade para esses dois meninos que pensam diariamente em um futuro, que depois deste dia, já é um pouco melhor.
Atropelando palavras em inglês carregado de sotaque, Fortune, visivelmente emocionado, sintetizou em uma só frase o sentimento de milhares de apaixonados por futebol.
- Eu os amo... Muito - concluiu.
globo.com Atualizado em 04/06/2010
| Guarani marca no último lance do jogo e garante vitória sobre o Vasco |
Campeonato Carioca |
Time de Campinas se segura na defesa e consegue marcar no finzinho. Vascaínos protestam contra o próprio time: 'Ão, ão, ão, Segunda Divisão'.
Os pouco mais de sete mil torcedores que foram ao estádio de São Januário nesta quinta tiveram que encarar, além do frio, um jogo ruim. O pouco ousado Guarani conseguiu a vitória por 1 a 0 sobre um Vasco sem inspiração alguma. Roger marcou nos acréscimos, na última jogada antes do apito final. Revoltada, a torcida cruzmaltina chamou o time de "sem vergonha" e gritou "ão, ão, ão, Segunda Divisão".
Com o resultado, o Bugre pulou para nove pontos e agora é o sétimo colocado na competição. A equipe da Colina permaneceu com cinco e, na 19ª posição, segue na área da degola.
No próximo domingo, às 16h (de Brasília), o Vasco vai à Vila Belmiro encarar o Santos. No mesmo dia, às 18h30m, o Guarani recebe o Grêmio Prudente no Brinco de Ouro. Será a última rodada antes da parada para a realização da Copa do Mundo.
Muita vontade e pouca inspiração
Na véspera do jogo, o técnico Celso Roth avisou que o Vasco precisaria se impor dentro de sua casa. E foi isso que o time da Colina começou tentando. A primeira boa jogada de ataque aconteceu aos seis minutos. Philippe Coutinho deu ótimo lançamento para Elton, mas o goleiro Douglas se antecipou e afastou a bola com os pés. Fechado no campo de defesa, o Bugre se limitava a chutões na direção de Roger e Mazola, que tinham dificuldade contra os defensores cruzmaltinos.
Apesar da falta de criatividade no meio de campo, o Vasco tentava pressionar na base da vontade. As jogadas saiam, na maioria das vezes, quando passavam pelos pés de Philippe Coutinho. Aos 16 minutos, o meia-atacante cobrou escanteio e o zagueiro Fabão cabeceou contra seu gol. Douglas tentou afastar, a bola acertou o travessão e saiu. Após o novo escanteio, Elton desviou de cabeça e Nilton por pouco não colocou para o fundo do gol.
Aos 22 minutos, o Guarani assustou em uma bobeada de Fernando Prass. Depois da cobrança de escanteio, o goleiro soltou a bola dentro da pequena área, perto de Fabão, que, desequilibrado, não conseguiu fazer a conclusão. Aos 30 minutos, o Bugre voltou a mostrar que não estava morto no jogo. Nilton errou na saída de bola, Renan puxou o contra-ataque e tocou para Baiano. O camisa 10 mandou uma bomba e quase acertou o ângulo do Vasco.
A última boa trama de ataque do Vasco na primeira etapa foi aos 33 minutos. Philippe Coutinho recebeu na direita e cruzou na direção de Elton, mas Douglas dividiu com o atacante vascaíno e impediu o gol. Os donos da casa foram para o vestiário com Dodô no lugar de Elton, que saiu machucado. A torcida vaiou o time e pediu mais disposição.
Roger faz para o Bugre no último lance da partida
Logo no início da segunda etapa, aos quatro minutos, o Vasco irritou os torcedores novamente. Dentro da área, Dodô bateu prensado e a bola sobrou para Philippe Coutinho, que chutou cruzado. De cara para o gol, Jéferson colocou a cabeça na área e mandou por cima da meta. Chance incrível desperdiçada.
Aos 11 minutos, foi a vez do Bugre mostrar suas armas. Baiano cobrou na medida para Renan, que, livre na pequena área, mandou à direita do gol. O Vasco voltou a ameaçar aos 18 minutos. Élder Granja fez boa jogada pela direita e cruzou na entrada da área para Philippe Coutinho. O meia-atacante arriscou, a bola pegou na defesa e quase enganou o goleiro Douglas.
Vendo a dificuldade do Vasco de se organizar no ataque, o Guarani passou a se arriscar um pouco mais para tentar surpreender o adversário. Aos 25 minutos, Moreno aproveitou um rebote da zaga e, após desviar, a bola passou rente à trave direita. Perto da reta final da partida, o Gigante da Colina ensaiou nova pressão. Aos 42, Léo Gago bateu falta da entrada da área e errou por pouco.
Aos 42, na última grande chance do Vasco: Philippe Coutinho entrou driblando em velocidade na área do Guarani e tocou na saída do goleiro. Mas errou.
O castigo veio nos acréscimos. Fabinho cruzou da esquerda, Roger aproveitou falha de Cesinha, dominou e tocou na saída de Fernando Prass.
Assim que o jogo acabou, alguns torcedores entraram em confronto com policiais militares, mas o princípio de confusão foi logo controlado.
VASCO 0 X 1 GUARANI
Fernando Prass; Élder Granja, Dedé, Cesinha e Ernani; Nilton, Rafael Carioca, Souza (Léo Gago) e Jéferson (Fumagalli); Philippe Coutinho e Elton (Dodô). |
Douglas, Da Silva, Fabão, Ailson e Márcio Careca; Maycon, Renan, Baiano (Mário Lucio) e Preto (Moreno); Mazola e Roger.
|
Técnico: Celso Roth |
Técnico: Vagner Mancini |
Gol: Roger, aos 48 minutos do segundo tempo |
Cartões amarelos: Márcio Careca (GUA); Ernani, Nilton (VAS) |
Local: São Januário, no Rio de Janeiro. Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO). Auxiliares: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Marco Antônio de Mello Moreira (GO). |
Público: 6.002 pagantes (7.828 presentes)
Renda: R$ 90.800,00 |
globo.com Atualizado em 04/06/2010
| Roth analisa Souza: 'Tem exuberância, mas precisa de puxão de orelha' |
Campeonato Carioca |
Após ser barrado contra o Botafogo, volante será titular novamente nesta quinta, contra o Guarani.
Celso Roth no treino do Vasco (Foto: Reprodução)
Com uma lesão na coxa direita, o volante Jumar não ficará à disposição do técnico Celso Roth na partida contra o Guarani. Bom para Souza, que terá outra oportunidade de ser titular da equipe do Vasco. Ele havia perdido a vaga antes do clássico com o Botafogo, na última rodada. Nesta quarta, Roth fez elogios ao estilo de jogar do volante, mas disse que às vezes é preciso de um puxão de orelha para renda o que pode.
- Souza tem exuberância para jogar, mas às vezes precisa de puxão de orelha. Quando se deu conta estava no banco, e, quando se deu conta novamente, teve outra chance. Havia ido bem contra o Botafogo. Tem tudo para ser um dos grandes do futebol brasileiro na posição dele. Vou usar uma expressão conhecida: ele tem a força - afirmou o treinador.
O duelo com o Guarani será nesta quinta-feira, às 21h (de Brasília), em São Januário. O Gigante da Colina está em 16º lugar com cinco pontos em cinco rodadas.
globo.com Atualizado em 03/06/2010
| Após volta de Zico, Vagner Love dá vitória ao Fla sobre o Verdão |
Campeonato Carioca |
Vaiado pelos palmeirenses, atacante vira "amigo da onça" do goleiro Marcos
Durante a partida, Marcos e Vagner Love mostraram que a velha amizade entre os dois continua, mesmo após a saída do atacante do Palmeiras. Agora no Flamengo, o atacante mostrou-se "amigo da onça" do goleiro. Vaiado pela torcida palmeirense, o camisa 9, em jogada individual, marcou aos 42 minutos do segundo tempo o gol da vitória por 1 a 0 num jogo de 76 passes errados - 45 do Verdão e 31 do Rubro-Negro -, longe de empolgar os poucos torcedores presentes ao Pacaembu na fria noite desta quarta-feira. É o primeiro triunfo da equipe carioca após a volta de Zico, que será o diretor de futebol do clube.
- Sou grato ao Palmeiras, mas hoje sou do Flamengo - afirmou Vágner Love, agora com quatro gols na competição.
Com o resultado, o Palmeiras fica estacionado nos oito pontos ganhos e cai para décimo lugar. O Flamengo vai a nove pontos ganhos e sobe para o quarto. Na próxima rodada, o Verdão vai a Porto Alegre encarar o Internacional, no domingo. O Flamengo, no sábado, recebe o Goiás, no Maracanã.
Passes errados
O primeiro tempo esteve longe de empolgar. Os dois times entraram com apenas um atacante e muitos jogadores no meio-campo. O número de 47 passes errados das duas equipes expressa bem os primeiros 45 minutos. Os jogadores que mais falharam no fundamento foram Danilo, pelo Palmeiras, com cinco, e, curiosamente,Petkovic, pelo Flamengo, novamente com a camisa 10, com quatro passes errados. Mas o Verdão, mais organizado, foi superior e merecia a vitória, por ter criado mais situações de gol.
A pouca torcida do Palmeiras que se aventurou a encarar o frio para assistir à partida no Pacaembu bem que se animou a vaiar o rubro-negro Vagner Love, que por duas vezes vestiu a camisa do Verdão - a última vez, no ano passado -, onde marcou 49 gols. No entanto, o atacante foi abraçado calorosamente pelos ex-companheiros, principalmente o goleiro Marcos.
Macos e Love: amizade continua (Foto: Getty Images)
- Tenho amigos aqui e a amizade vai durar pra sempre. Não vou jogar por vingança. Vou jogar pelo Flamengo - disse Love à Rádio Globo, após entrar em campo. Durante a partida, o atacante e o goleiro palmeirense chegaram a brincar antes da cobrança de um escanteio na área.
Verdão melhor
Mas com a bola rolando, não houve moleza. Sem patrocinador na camisa - o contrato com a Samsung foi rescindido, e no lugar foi impressa a logo da campanha de sócio-torcedor "Avanti" -, o Verdão, mesmo no 3-6-1, mostrava logo de cara os planos de sufocar. O Flamengo, com o mesmo esquema do adversário, entrou com Vinícius Pacheco no lugar de Michael e mantinha a intenção de jogar recuado e explorar os contra-ataques. Mas o time, desorganizado, mal passava do meio-campo. O Verdão era superior, com Pierre ganhando todas na meia-cancha. Vítor, pela direita, tentava as jogadas aéreas, e Lincoln armava bem o time paulista. Logo aos 12, Cleiton Xavier recebeu belo passe de Edinho e, livre, isolou a primeira chance de gol.
Apático, com os laterais presos na defesa e o time todo errando muitos passes, o Flamengo só conseguiu fazer a primeira jogada ofensiva aos 24 minutos, quando o isolado Vágner Love recebeu pela esquerda, mas não conseguiu se livrar da marcação e bateu prensado na zaga. Dois minutos depois, Petkovic deu o primeiro chute a gol da equipe rubro-negra, só que completamente torto, para fora.
Mais organizado, o Palmeiras seguia melhor a cartilha do gol. Aos 29 minutos, por pouco balançou as redes. Pela meia-direita, Márcio Araújo lançou na medida para Ewerthon, que mandou de voleio à esquerda de Bruno. O goleiro rubro-negro se esticou e fez bela defesa. O único susto de Marcos foi aos 35, quando Pet bateu falta de longe que quase encobriu o goleiro.
Aos 43, nova chance desperdiçada pelo Palmeiras: Eduardo centrou da esquerda, Márcio Araújo não tomou conhecimento dos três zagueiros rubro-negros, subiu livre e cabeceou por cima do gol. O empate de 0 a 0 acabou sendo lucro para o Flamengo.
Fla melhora
O técnico Rogério Lourenço pediu um Flamengo mais agressivo no segundo tempo, e logo aos seis minutos o time respondeu. Na primeira boa jogada, Vágner Love serviu bem a Petkovic, que bateu para boa defesa de Marcos. O lance animou a pequena, mas compacta torcida rubro-negra presente ao Pacaembu.
O camisa 10 rubro-negro começava a encostar mais em Vagner Love. O técnico do Palmeiras, Jorge Parraga, mexeu aos 12 minutos: trocou Cleiton Xavier pelo garoto Vinícius, de 16 anos - que se tornou o mais jovem a atuar pelos profissionais - e mandou Lincoln para o ataque.
A partida ficou mais aberta. Aos 18, Vinícius Pacheco, na única boa jogada que fez - e última, pois logo depois saiu para a entrada do garoto Diego Maurício -, centrou na medida para Love, que isolou. Quando o Flamengo seguia melhor, Pierre, aos 23 minutos, pisou no tornozelo esquerdo de Pet, levou o primeiro cartão amarelo da partida e tirou o sérvio, que saiu chorando - Michael entrou em seu lugar. Na falta, Welinton quase surpreendeu Marcos, que mandou a escanteio. Aos 27, Love mandou para as redes, mas o gol foi bem anulado - o atacante estava impedido.
Com Patrick no lugar de Lincoln, o Verdão teve chance de marcar o primeiro gol aos 29, mas Vinícius chegou atrasado após centro de Márcio Araújo. Pouco depois, Álvaro, que vinha bem no jogo, errou ao sair jogando e Ewerthon quase marcou - Bruno prensou bem com o atacante. Quando parecia que o jogo terminaria empatado, Vagner Love, em jogada individual, aos 42, tirou Pierre e a defesa palmeirense da jogada e bateu à direita do amigo Marcos, dando a vitória ao Flamengo.
PALMEIRAS 0 X 1 FLAMENGO
Marcos; Vitor, Danilo, Maurício Ramos e Eduardo; Pierre, Edinho, Márcio Araújo, Cleiton Xavier (Vinícius) e Lincoln (Patrick); Ewerthon |
Bruno, Welinton (Fabrício), Álvaro, Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Maldonado, Fernando, Vinícius Pacheco (Diego Maurício), Petkovic (Michael) e Juan; Vagner Love |
Técnico: Jorge Parraga |
Técnico: Rogério Lourenço |
Estádio: Pacaembu. Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (RS). Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição e Marcelo B. Barison (ambos de RS). |
Gol: Vagner Love, aos 42 minutos do segundo tempo. Cartões amarelos: Pierre e Vinicius (Palmeiras) |
Renda: R$ 226.453,00. Público pagante: 8.457.
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Atualizado em 03/06/2010
| Alan tem noite de herói, e Flu supera o Vitória no Maracanã |
Campeonato Carioca |
Jovem atacante marca no fim e garante terceiro triunfo consecutivo do Tricolor no Brasileirão.
O sofrimento era desnecessário, mas tornou o triunfo mais gostoso. Superior no primeiro e apático no segundo, o Fluminense saiu na frente, permitiu o empate e precisou de um gol de Alan, aos 42 minutos do segundo tempo, para superar o Vitória, por 2 a 1, nesta quarta-feira, no Maracanã, pela sexta rodada do Brasileirão. Fred abriu o placar, e Jonas descontou.
Em êxtase, o torcedor, que pode estar se despedindo do estádio até 2013, fez a arquibancada tremer e reviveu o grito que embalou a arrancada de 2009: “Time de guerreiros”. Também pudera, depois de todo o sofrimento do ano passado, o Tricolor vive o outro lado da moeda e ocupa a segunda colocação do Brasileirão, com 12 pontos. O Vitória, por sua vez, segue com cinco, em 15º.
Para alcançar a liderança, o Flu, que encara o Avaí, sábado, às 18h30m (de Brasília), na Ressacada, em Florianópolis, torce contra o Corinthians, que encara o Internacional nesta quinta-feira. Já o Rubro-Negro baiano faz sua última partida antes da parada para a Copa contra o Atlético-PR, no Barradão, no mesmo dia e horário.
Flu abre o placar e perde Rafael
O Fluminense não é mineiro, não fez questão de ser discreto, mas começou a partida comendo pelas beiradas. Mais especificamente pela beirada esquerda. Com Carlinhos “voando”, todas as ações ofensivas passavam por seu setor, e eram bem executadas. Tanto que por ali o Tricolor abriu a vantagem mínima no primeiro tempo diante do Vitória.
Abusando da velocidade, Carlinhos superou os adversários e foi ao fundo, aos quatro. Com um corte seco, deixou Nino caído, e cruzou de perna direita, na medida, para Rodriguinho no segundo pau. O atacante, sem marcação, saltou e não alcançou a bola. Sempre pelas pontas, o Tricolor comandava as ações, e o Vitória sequer passava do meio-campo. Faltava, no entanto, presença de área dos atacantes.
Tímido, o Rubro-Negro se soltou aos poucos. Porém, o primeiro chute a gol foi digno de dar vergonha, com Lenílson, aos 15. Nada que interferisse no domínio tricolor. Domínio que se transformou em vantagem aos 20. Carlinhos, sempre ele, ganhou dividida pela esquerda, levantou a cabeça e rolou para Marquinho. O apoiador chutou de primeira e Vinícius deu rebote. Fred deu o ar da graça e só empurrou para o fundo das redes: 1 a 0.
Logo na saída de bola, Vanderson encontrou espaço na zaga do Fluminense e buscou Lenílson em lançamento longo. A bola ficou com Rafael, mas o lance não terminou por aí. Em alta velocidade, o meia do Vitória não conseguiu parar, deixou o pé e acertou a cabeça do goleiro carioca. Wilson Luiz Seneme o puniu somente com um amarelo, enquanto Rafael, com um corte profundo na testa, foi substituído por Fernando Henrique.
Em vantagem, o Flu diminuiu o ritmo e deu espaços para o time baiano. Aos 25, Júnior fez jogada individual e chutou com perigo. Dois minutos depois foi a vez de Nino avançar pela direita e cruzar na cabeça de Egídio. Sozinho na pequena área, o lateral cabeceou por cima do gol.
O troco tricolor veio no lance seguinte. Conca ganhou na corrida, invadiu a área e rolou para trás. Mariano emendou de primeira e tirou tinta da trave. Aos 32, Conca não tirou tinta. Ele acertou a trave em balaço da intermediária.
Já novamente soberano em campo, o Flu voltou a usar as laterais. Aos 41, Marquinho fez o levantamento e Rodriguinho desviou de cabeça no primeiro pau, assustando Vinícius. Foi o último lance da primeira etapa.
Vitória pressiona, empata, mas Alan salva o Flu
Toda a disposição ofensiva do Fluminense apresentada no primeiro tempo pareceu ter ficado no vestiário na volta do intervalo. Apático, o time se restringiu a defender nos 20 minutos iniciais, enquanto o Vitória martelava e parava em Fernando Henrique. Neste período, foram cinco ataques perigosos do time baiano.
O primeiro, diga-se de passagem, logo no minuto inicial, foi capaz de tirar risos da arquibancada. Nino deixou Diogo para trás, ficou cara a cara com o goleiro, se enrolou todo, furou e caiu. Seis minutos depois, Jonas chutou de muito longe sem muito perigo.
Aos 15, o Vitória assustou de verdade. Egídio recebeu nas costas de Mariano, invadiu a área e soltou o pé de canhota. FH voou e evitou o gol. No lance seguinte, os baianos assustaram em avanço pelo lado oposto, com Nino, que bateu cruzado rente a trave.
Acuado, o Fluminense apelou para sua arma principal: a habilidade de Darío Conca. O argentino chamou o jogo para si, a bola passou a ficar mais tempo no meio-campo e a partida equilibrada. Aos 33, ele tabelou com Fred e chutou com perigo. No minuto seguinte, serviu Alan, que demorou para concluir e acertou a zaga.
Quando a partida parecia estar novamente sob o controle do Tricolor, o Vitória aproveitou lance de bola parada e empatou. Aos 39, Renan Oliveira cobrou falta na área, Jonas subiu mais do que a zaga e testou firme no canto direito.
A igualdade no placar finalmente acendeu a chama do Fluminense no segundo tempo. Empurrada pela torcida, a equipe esse mandou para o ataque. Aos 41, Leandro Euzébio, em lance idêntico ao gol do Vitória, cabeceou com perigo. No minuto seguinte, não teve perdão.
Com uma precisão impressionante, Mariano recebeu pela direita e cruzou na medida para Alan escorar. Vinícius fez linda defesa, mas no rebote o jovem atacante tricolor não perdoou e garantiu os três pontos. Foi a senha para o torcedor voltar a fazer festa, cantar “o show está começando” e aclamar o “time de guerreiros”.
FLUMINENSE x VITÓRIA
Rafael (Fernando Henrique), Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Diogo, Diguinho, Marquinho (Digão) e Conca; Rodriguinho (Alan) e Fred. |
Vinícius, Nino, Reniê, Wallace e Egídio; Vanderson, Neto (Vilson), Evandro (Schwenk) e Lenílson (Renan Oliveira); Jonas e Júnior. |
Técnico: Muricy Ramalho. |
Técnico: Ricardo Silva. |
Gols: Fred, aos 20 minutos do primeiro tempo. Jonas, aos 39, e Alan, aos 42 minutos do segundo tempo. |
Cartões amarelos: Vanderson, Evandro, Jonas e Lenílson (Vitória) |
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 02/06/2010. Árbitro: Wilson Luiz Seneme (Fifa/SP). Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Dante Mesquita Júnior (SP).
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globo.com
Atualizado em 02/06/2010
| Atlético-PR acorda no segundo tempo e vence o Botafogo de virada |
Campeonato Carioca |
Comandado por veteranos, Furacão faz 3 a 2 na estreia do técnico Paulo César Carpegiani. Alvinegro pode despencar na tabela do Brasileiro.
Antes do jogo, o clima na Arena da Baixada era de velório. Com bandeiras e faixas pretas, a torcida protestava contra a má campanha do Atlético-PR. Mas o que se viu na noite desta quarta-feira foi uma ressurreição em grande estilo. Depois de tomar dois gols nos primeiros 24 minutos, o time da casa reagiu no segundo tempo e venceu por 3 a 2 o Botafogo, em partida válida pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.
Na estreia do técnico Paulo César Carpegiani, a virada foi comandada pelos veteranos Paulo Baier e Alex Mineiro, ambos de 35 anos. Com dois gols do meia e um do atacante, o Atlético se aproveitou da expulsão de Fahel aos sete minutos do segundo tempo e garantiu sua segunda vitória na competição, somando agora sete pontos. O Botafogo, que iniciou a rodada na quinta posição, pode despencar nesta quinta-feira, já que não vence há três partidas e tem oito pontos conquistados.
O primeiro tempo mostrou-se inicialmente desfavorável para o Botafogo, que logo aos três minutos perdeu Túlio Souza. O meia sofreu falta feia de Alan Bahia e precisou deixar o campo por causa de uma queda de mau jeito que lesionou seu ombro esquerdo. Em seguida, o jogador desmaiou quando era atendido no banco de reservas. Mas foi Sandro Silva, seu substituto, quem deu o passe para Herrera abrir o placar, aos 11 minutos. O argentino entrou na área e chutou a bola, que passou por baixo do goleiro Neto e entrou.
A torcida do Atlético-PR, que mesmo antes da partida já protestava contra o time, perdeu de vez a paciência, e o nervosismo foi transmitido aos jogadores. Desorganizado, o time da casa deixava espaços e ao mesmo tempo não mostrava força ofensiva. O técnico Paulo César Carpegiani decidiu fazer sua primeira substituição aos 20 minutos, quando Branquinho entrou no lugar do zagueiro Leandro.
Mas aos 24 minutos o Botafogo ampliou sua vantagem, depois que Edno recebeu a bola e, num trabalho de pivô, tocou para Lucio Flavio, que chutou forte e cruzado, fazendo 2 a 0. Três minutos depois, porém, o Alvinegro relaxou na marcação e apenas assistiu a Paulo Baier receber passe, entrar pelo meio da área e tocar na saída de Jefferson, marcando o primeiro do Furacão.
O Atlético recuperou a motivação e foi para cima do Botafogo, que apostou na velocidade para surpreender o adversário. Após uma jogada de contra-ataque, o Alvinegro teve uma boa chance de balançar a rede aos 38, quando Fahel chutou, frente a frente com o Neto, que fez grande defesa.
Arrasador, Atlético vira no segundo tempo appós expulsão de Fahel
Mas após 15 minutos de intervalo, o Atlético-PR voltou transformado. Disposto a mudar o panorama da partida, o Rubro-Negro partiu para cima do Botafogo e, empurrado por sua torcida, chegou ao empate logo aos três minutos, novamente com Paulo Baier. O camisa 10 cobrou falta no canto direito de Jefferson, que apenas olhou a bola entrar.
A tarefa ficou menos complicada depois que Fahel foi expulso aos sete minutos, após cometer uma falta normal em Maikon Leite e levar o segundo cartão amarelo. O Atlético não demorou muito para fazer valer a vantagem e, com uma grande dose de sorte, virou o placar aos 14 minutos. Alex Mineiro chutou fraco, mas a bola desviou em Fábio Ferreira e enganou Jefferson. O goleiro correu para tentar evitar, mas ela tocou no pé da trave e entrou.
Mesmo em desvantagem no placar e com um a menos em campo, o Botafogo não viu outra saída a não ser buscar o ataque. Por isso, o técnico Joel Santana lançou o atacante Caio e o lateral-esquerdo Marcelo Cordeiro (de características ofensivas) para ao menos garantir um ponto. Assim, o Atlético se fechava em seu campo defensivo para explorar os contra-ataques.
Desgastado nos minutos finais, restou ao Botafogo cometer falta para tentar impedir a progressão do Atlético. E foi assim que o Alvinegro perdeu Wellington, expulso aos 43 minutos, após cometer falta em Chico. Logo em seguida, Wagner Diniz também recebeu o vermelho depois de derrubar Leandro Guerreiro
ATLÉTICO-PR 3 X 2 BOTAFOGO
Neto, Manoel, Rhodolfo e Leandro (Branquinho); Wagner Diniz, Chico, Alan Bahia (Fransérgio), Paulo Baier e Márcio Azevedo; Bruno Mineiro e Maikon Leite (Alex Mineiro). |
Jefferson, Fahel, Wellington e Fábio Ferreira; Alessandro, Leandro Guerreiro, Túlio Souza (Sandro Silva), Lucio Flavio (Caio) e Somália (Marcelo Cordeiro); Edno e Herrera. |
Técnico: Paulo César Carpegiani. |
Técnico: Joel Santana. |
Gols: Herrera, aos 11, Lucio Flavio, aos 24, Paulo Baier, aos 27 minutos do primeiro tempo; Paulo Baier, aos 3, Alex Mineiro, aos 14 minutos do segundo tempo. |
Cartões amarelos: Alan Bahia, Branquinho, Bruno Mineiro, Wagner Diniz, Márcio Azevedo (Atlético-PR); Leandro Guerreiro, Fahel, Wellington, Herrera (Botafogo). Cartões vermelhos: Wagner Diniz (Atlético-PR); Fahel e Wellington (Botafogo). Público: 12.356 pagantes (13.328 presentes). Renda: R$ 153.640 |
Estádio: Arena da Baixada, em Curitiba (PR). Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa/SP). Auxiliares: Ednilson Corona (Fifa/SP) e Herman Brumel Vani (SP). |
globo.com Atualizado em 02/06/2010
| Jogadores do Vasco lamentam parada para Copa do Mundo |
Campeonato Carioca |
'Reclamação' se deve ao fato de quebrar a sequência de partidas de atletas do time que estão em evolução.
Jeferson (à direita) no treino do Vasco (Foto: Marcelo
Sadio/ Site Oficial do Vasco da Gama)
Para os treinadores, os dias de trabalho durante a disputa para a Copa Mundo serão valiosos. Principalmente para quem tem pouco à frente de sua equipe, como é o caso de Celso Roth. O técnico, que assumiu o time na terceira rodada, contra o Avaí, poderá avaliar melhor a equipe a partir do dia 14 de junho, quando viaja para Mangaratiba, no Rio de Janeiro, e realizará uma intertemporada. Por outro lado, porém, dois jogadores que evoluíram nas últimas rodadas "reprovaram" este período sem poder entrar em campo.
- A parada foi um ponto não muito bom porque vai dar uma quebrada na sequência de jogos. Mas é fazer uma boa intertemporada para conseguir voltar ainda melhor - disse Jéferson.
Para o volante Rafael Carioca, que vem atuando como primeiro volante e acredita que rende mais nesta posição, o intervalo até o jogo com Goiás, no dia 14 de julho, pela oitava rodada do Nacional, pode prejudicar um pouco.
- É ruim porque vai dar uma esfriada, já que agora tive uma sequência de jogos, mas acredito que o Celso Roth vai trabalhar bem o grupo nesse período e isso vai ser importante.
Antes da parada, o Vasco enfrenta o Guarani, quinta-feira, em São Januário, e o Santos, domingo, na Vila Belmiro. Com cinco pontos em cinco rodadas, o Gigante da Colina é o 16º colocado do Brasileirão.
globo.com Atualizado em 02/06/2010
| Inconstantes, Palmeiras e Flamengo medem forças no Pacaembu |
Campeonato Carioca |
Ainda oscilando no Campeonato Brasileiro, paulistas e cariocas duelam por melhores posições na tabela antes de parada para Copa.
Danilo e Love se enfrentarão no Pacaembu
(Foto: Editoria de Arte/GLOBOESPORTE.COM)
O confronto desta quarta-feira, às 21h50m, no Pacaembu, colocará frente a frente equipes que no ano passado protagonizaram uma disputa com ares de decisão pelo desempenho que apresentavam no Campeonato Brasileiro. Mas o encontro entre Palmeiras e Flamengo, nesta edição do Nacional, será diferente. Se antes os times duelavam pelas primeiras posições – o Alviverde era líder, mas o Rubro-negro acabou arrancando para o título depois de derrotar o rival por 2 a 0 -, hoje as equipes penam para se acertarem na competição e conseguirem um bom posto antes da parada para a Copa do Mundo.
No caso do Palmeiras, o time vive uma situação desconfortável. Sem técnico há duas semanas, desde a demissão de Antônio Carlos Zago, a equipe comandada pelo interino Jorge Parraga não balança as redes adversárias há duas partidas – passou em branco contra o São Paulo e o Grêmio Prudente. A falta de gols fez com que a equipe saísse da quarta posição para o sétimo lugar, com oito pontos.
Pelo lado do Rubro-negro acontece situação semelhante no que diz respeito ao desempenho do time no campeonato. Depois de vencer o Grêmio Prudente por 3 a 1 há três rodadas, o Flamengo caiu diante do Fluminense (2 a 1) e ficou no empate com o Grêmio. Sem poder contar com Adriano, negociado com o Roma, o time depende dos gols de Vagner Love e Petkovic. Os últimos resultados deixaram o atual campeão nacional na 12ª colocação, com somente seis pontos.
- O Flamengo vem forte porque tem dois bons laterais (Léo Moura e Juan). O Pet também é um grande jogador e eles ainda têm o Vagner Love. Mas nós estamos preparados. Estamos com uma defesa sólida e acredito que temos tudo para fazermos um grande jogo – comentou Jorge Parraga.
Palmeiras completo, mas sem pistas
Pela primeira vez desde que assumiu o Palmeiras de forma interina, o técnico Jorge Parraga terá todo o elenco à disposição. No entanto, como de costume, o treinador não deu pistas de quem entrará em campo.
Diferentemente das partidas anteriores, Parraga terá Pierre, Edinho, Márcio Araújo e Marcos Assunção aptos para a disputa com o Flamengo. A contenção é uma das maiores dúvidas na escalação da equipe. O mais provável é que o treinador coloque Pierre e Marcos Assunção, com a possibilidade de ter Márcio Araújo mais próximos dos meias Cleiton Xavier e Lincoln. Na frente, Ewerthon comanda o ataque.
Ao contrário do Paulistão, quando tinha problemas com o sistema defensivo, o setor agora é festejado no elenco. Em cinco partidas, o Alviverde sofreu apenas três gols - dois do Grêmio e um do São Paulo. O ataque, porém, preocupa.
Há duas partidas o Palmeiras não faz um gol. A falha na pontaria tem prejudicado a equipe, que não conseguiu vencer o Grêmio Prudente, no último sábado, ou empatar com o São Paulo, há duas rodadas. Apesar do incômodo, Parraga acredita que os gols podem voltar contra o Rubro-negro nesta quarta.
- Estamos tendo dificuldade na parte ofensiva e não conseguimos marcar nos outros dois jogos. Mas estamos conseguindo criar situações. Temos de ter calma porque em alguns momentos a bola fica difícil de entrar. O importante é não se desesperar. Os gols vão acontecer naturalmente - disse o treinador.
Flamengo com problemas
Mesmo com o ânimo um tanto quanto revigorado pela chegada de Zico, que assumiu o cargo de diretor-executivo, o Flamengo segue tendo muitos problemas para armar o time. Por conta de tantos desfalques, Rogério Lourenço manteve o esquema tático com três zagueiros, promovendo a entrada do jovem Welinton no lugar de David, que está suspenso. Na vaga de Camacho, que também recebeu o terceiro cartão amarelo no empate contra o Grêmio, no último sábado, o treinador colocou Michael.
Com isso, o apoiador formará o trio ofensivo ao lado de Petkovic, que deve voltar a usar a camisa 10, e Vagner Love, que será o único atacante no time titular. Vinícius Pacheco está fora por conta de dores no pescoço e Toró segue com dores no joelho direito. Sendo assim, Maldonado e Fernando formarão a dupla de volantes contra o Palmeiras.
- É o sexto jogo que não consigo repetir a escalação, mas temos de superar isso. Todos os times têm problemas e temos que passar por cima sem buscar desculpas – disse Rogério Lourenço, preocupado em somar pontos no Brasileiro antes da paralisação para a Copa do Mundo.
Na sequência de três jogos no Maracanã (Grêmio Prudente, Fluminense e Grêmio), o Flamengo conseguiu apenas quatro pontos. Por isso, o técnico ressaltou a necessidade de ir bem contra o Palmeiras e o Goiás, no próximo sábado, no Rio de Janeiro.
- É importante ir bem nesses dois jogos para termos boa pontuação na tabela e dar uma tranquilidade maior em relação ao período de Copa do Mundo. Estamos sofrendo problemas de contusões, cartões, jogadores na seleção... Estou buscando a melhor formação da equipe no curto tempo que eu tenho. O momento é de superação de alguns jogadores – explicou o treinador.
PALMEIRAS X FLAMENGO
Marcos; Vitor, Danilo, Maurício Ramos e Gabriel Silva; Pierre, Marcos Assunção, Márcio Araújo, Cleiton Xavier e Lincoln; Ewerthon |
Bruno, Welinton, Álvaro, Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Maldonado, Fernando, Michael, Petkovic e Juan; Vagner Love |
Técnico: Jorge Parraga |
Técnico: Rogério Lourenço |
Estádio: Pacaembu. Hora: 21h50m. Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (RS). Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição e Marcelo B. Barison (ambos de RS). |
Transmissão: A TV Globo transmite a partida ao vivo, a partir das 21h50m, para todo país, exceto TO. Em Goiás, somente para Goiânia. Em São Paulo, apenas para Santos, Campinas, Ribeirão Preto e São Carlos. O Premier transmite a partida pelo sistema pay per view para todo o país.
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globo.com Atualizado em 02/06/2010
| Em jogo pouco amistoso, Brasil vence o Zimbábue por 3 a 0 |
Campeonato Carioca |
Seleção ganha com gols de Michel Bastos, Robinho e Elano na penúltima partida antes da estreia na Copa da África do Sul.
Amistoso, só antes de a bola rolar. Se foi recebida com festa pela torcida e por autoridades locais, a seleção brasileira enfrentou condições adversas na partida contra o Zimbábue, nesta quarta-feira, no estádio Nacional, em Harare.
Assista aos gols ao lado
Apesar das dificuldades iniciais, o Brasil venceu por 3 a 0, gols de Michel Bastos, Robinho e Elano. A equipe de Dunga ainda faz mais um jogo, contra a Tanzânia, às 12h (de Brasília) na próxima segunda-feira, antes da estreia na Copa da África do Sul, no dia 15 de junho contra a Coreia do Norte no Ellis Park, em Joanesburgo.
O time brasileiro percebeu que havia algo errado antes mesmo de a partida começar, quando o hino brasileiro foi executado nas duas acepções que a palavra tem, com trechos irreconhecíveis. Por sua vez, o presidente e ditador Robert Mugabe, e o primeiro-ministro Morgan Tsvangirai tiraram uma casquinha da seleção pentacampeã mundial e foram ao campo cumprimentar os jogadores.
A partida começou com o Brasil em ritmo lento, enquanto os zimbabuanos entraram embalados pelo frenético e interminável coro das vuvuzelas. A seleção local jogava com o apoio de 60 mil torcedores, e estava disposta a corresponder, não economizando na disposição e, muitas vezes, exagerando nas divididas. Tão perigoso quanto os carrinhos e encontrões adversários, porém, era o estado do gramado - na verdade, uma sucessão de buracos com alguma grama por cima.
Robinho sofreu duas pancadas fortes, e numa dela chegou a partir para cima do zagueiro, mas foi contido pelo seu antigo companheiro de Manchester City, Benjani. Kaká tambem sofreu uma entrada dura ao subir para cabecear e caiu de mau jeito, mas nada sofreu. O meia, que se recuperou recentemente de lesão muscular na coxa esquerda, teve atuação apagada, participando pouco do jogo.
O primeiro lance de perigo que não envolvesse uma canela brasileira aconteceu aos 19 minutos, mas para os donos da casa. Após falha da defesa do Brasil, Benjani dividiu com Thiago Silva (o titular Juan sentiu um incômodo muscular e foi poupado) e conseguiu dar um toque na bola. Julio Cesar rebateu e a sobra ficou com Karuru, que mesmo sem goleiro chutou por cima do gol.
Além do susto pela oportunidade oferecida ao rival, o que mais causou apreensão foi Julio Cesar. O goleiro levou uma pancada nas costas ao cair no chão e sinalizou para o banco, levantando a camisa. Dunga preferiu tirar o jogador, que foi substituído por Gomes, aos 25.
E o reserva logo se viu obrigado a trabalhar, aos 27 minutos. Mapemba cruzou da esquerda para a entrada da área. Knowledge Musona chegou antes dos defensores e cabeceou para grande defesa do goleiro reserva. Um minuto antes, o mesmo jogador havia acertado a trave brasileira, mas o árbitro já marcara impedimento.
Seleção demora a entrar no jogo, mas vai para intervalo com 2 a 0
O Brasil acordou somente aos 35. O primeiro lance foi uma bomba de fora da área de Maicon. Sibanda defendeu no meio do gol. Em seguida, aos 37, Robinho driblou um adversário e também arriscou da intermediária, mas para fora.
Assista ao lado ao vídeo com as jogadas mais duras do Zimbábue
Aos 39, Luis Fabiano tentou a jogada individual e foi derrutado no bico da grande área, pelo lado direito. Na cobrança da falta, aos 40, Michel Bastos soltou a bomba e acertou o ângulo de Sibanda: 1 a 0. Foi o primeiro gol do jogador pela seleção, e em grande estilo: a bola chegou a atingir 139 km/h.
Três minutos depois, uma das principais armas da seleção se fez presente: o contra-ataque. Maicon fez lançamento primoroso para Robinho. Livre, ele deu um leve toque e tirou do alcance do goleiro, aos 43.
Para o segundo tempo, Dunga fez três mudanças: saíram Lúcio, Maicon e Kaká para as entradas, respectivamente, de Luisão, Daniel Alves e Julio Baptista.
Os dois últimos entraram e logo tiveram participação no último gol da partida. Julio Baptista recebeu belo passe do lateral e devolveu de calcanhar, deixando o companheiro na cara do gol. Daniel Alves não foi egoísta e rolou para Elano, livre, marcar o terceiro, aos dez minutos.
O ritmo da partida caiu, e o treinador zimbabuano aproveitou para fazer alterações. Daniel Alves ainda chegou a incomodar Sibanda, aos 27, em cobrança de falta, mas o goleiro defendeu de manchete. O lateral também arrancou aplausos da torcida aos 42, quando escapou de um violento carrinho com um belo drible.
ZIMBÁBUE 0 X 3 BRASIL
Sibanda; Mapenba, Markonese (Sweswe), Mwanjali e Jambo (Prince Nyoni); Nengomasha, Karuru (Alumenda) e Antipas (Mushekwi); Benjani, Knowledge e Owidy (Nkatha). |
Julio Cesar (Gomes); Maicon (Daniel Alves), Lúcio (Luisão), Thiago Silva e Michel Bastos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Kaká (Júlio Baptista); Robinho (Nilmar) e Luís Fabiano (Grafite). |
Técnico: Norman Mapeza |
Técnico: Dunga |
Gols: Michel Bastos, aos 40 minutos, Robinho, aos 43 minutos do primeiro tempo; Elano, aos dez minutos do segundo tempo |
Local: Estádio Nacional, Harare (Zimbábue). Árbitro: Abdul Basit Ebrahim (África do Sul). Auxiliares: Somi Luyanda (África do Sul) e Rezeers Andren (África do Sul) |
globo.com Atualizado em 02/06/2010
| Brasil chega ao Zimbábue com Kaká e Robinho como preferidos da torcida |
Campeonato Carioca |
Jogadores assinam camisas de aeromoças durante voo e são recebidos com festa. Partida de preparação para a Copa será nesta quarta-feira, às 10h30m.
A seleção brasileira desembarcou já no fim da noite desta terça-feira no Zimbábue - onde disputa um amistoso nesta quarta - em meio a uma grande festa armada pelos torcedores que foram ao aeroporto. Kaká e Robinho, os preferidos, tiveram seus nomes gritados pelo povo. Cerca de 400 fãs se concentraram no local e tentaram de toda forma um contato com os jogadores, mas não tiveram sucesso, já que a delegação pegou o ônibus direto na pista de aterrissagem.
Ainda no voo, as aeromoças do avião que levou o time de Dunga ao país, vestidas com o uniforme da seleção brasileira, também aproveitaram para tietar: algumas camisas foram distribuídas para os jogadores assinarem durante a hora e meia de viagem entre Joanesburgo e Harare. Este será o primeiro amistoso de preparação para a Copa do Mundo desde a convocação. A partida começará às 10h30m (de Brasília).
Ônibus da seleção brasileira no desembarque no Zimbábue (Foto: Leandro Canônico / Globoesporte.com)
O voo foi tranquilo e os jogadores fizeram uma breve batucada no avião para passar o tempo. Alguns deles, como Kaká, Luis Fabiano e Felipe Melo, passearam pela aeronave e colocaram o papo em dia com os companheiros.
Após o pouso, os atletas entraram em um ônibus dentro da pista do aeroporto e seguiram para o hotel Rainbow Tower. Muitos funcionários esperavam pela seleção e tiraram fotos de longe dos jogadores.
Após a partida de terça, o time volta à África do Sul, onde está concentrado. O último jogo antes do Mundial é contra a Tanzânia, dia 7. O Brasil estreia na Copa contra a Coreia do Norte, dia 15, no estádio Ellis Park, em Joanesburgo.
globo.com Atualizado em 01/06/2010
| PatrÃcia Amorim diz que descontou salário de maio de Adriano |
Campeonato Carioca |
Por conta de ausências no fim do mês, atacante e Flamengo chegam a um acordo e ele não receberá boa parte dos vencimentos.
Adriano ficou sem todo o salário por causa das
ausências aos treinos (Foto: Jorge William/Globo)
Durante a coletiva de apresentação de Zico como diretor-executivo, a presidente Patrícia Amorim usou um exemplo de conduta silenciosa para explicar como gosta de trabalhar. O caso citado pela dirigente foi justamente o desconto praticamente integral nos salários de maio de Adriano. Por conta das muitas ausências durante o mês e o abandono do Flamengo antes do término de seu contrato, houve um acordo entre o clube o atacante sobre esta situação.
O vínculo oficial do Imperador durava até o dia 30 de maio. Mas a partir do jogo contra o Universidad de Chile, em Santiago, no último dia 20, Adriano praticamente não treinou mais e desfalcou o time nos jogos contra o Grêmio Prudente, Fluminense e Grêmio. Além disso, houve outras ausências do atacante durante o mês. Como o Flamengo gostaria que ele disputasse esses jogos e isso não aconteceu, a diretoria não pagou os direitos de imagem, que representam boa parte dos vencimentos do atacante.
- Nós gostamos de fazer as coisas em silêncio e queríamos que o Adriano jogasse. Como isso não aconteceu, descontamos o salário dele do mês – disse rapidamente Patrícia, durante a coletiva de Zico.
O vice de finanças, Michel Levy, resumiu o que aconteceu, explicando que houve entendimento com o jogador e o seu empresário, Gilmar Rinaldi.
- Conversamos com o Adriano sobre isso e chegamos a um acordo. Como houve algumas ausências, descontamos praticamente todo o direito de imagem que o Flamengo o paga – explicou Michel Levy, vice de finanças.
Segundo ele, o salário de Adriano na carteira de trabalho foi pago. Sobre os vencimentos que são pagos pela Olympikus, o atacante recebeu normalmente.
Atualizado em 01/06/2010
| Botafogo se satisfaz com sequência nada 'light' no Brasileiro |
Campeonato Carioca |
Grupo avalia como positivo desempenho em início da competição na qual enfrenta seis campeões antes da Copa do Mundo.
Lucio Flavio exalta bom início do Botafogo no
Brasileiro (Foto: Cezar Loureiro / Agência O Globo)
A tabela do Campeonato Brasileiro criou, inicialmente, um clima de apreensão em General Severiano. Afinal, nas sete primeiras rodadas da competição - antes da pausa de mais um mês para a disputa da Copa do Mundo - o Botafogo enfrentaria seis campeões nacionais. Mas o desempenho da equipe após cinco rodadas foi considerado satisfatório. São oito pontos somados, mas acima de tudo, com atuações que o clube considera dignas de uma equipe capaz de disputar até o fim as primeiras posições da tabela.
A vitória por 2 a 1 sobre o São Paulo no Morumbi e os 3 a 0 sobre o Goiás no Engenhão são vistos como os pontos altos da curta campanha do Botafogo no Brasileiro de 2010. Até mesmo a derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro no Mineirão, segundo o técnico Joel Santana, mostrou que o Botafogo é um grupo competitivo.
- A campanha não é excepcional, mas boa. Esperava que pudéssemos estar com dez pontos após as duas últimas partidas e, assim, mais tranquilos. Mas precisamos lembrar que a nossa tabela não foi nada light. Estamos numa sequência difícil, mas mesmo assim ocupamos as primeiras posições, embora com muitas equipes agarradas no nosso pé - avaliou o treinador.
Depois de uma estreia empatando em 3 a 3 com o Santos, considerado o melhor time do Brasil, o Botafogo passou por São Paulo e Goiás. Em seguida, perdeu para o Cruzeiro, no Mineirão, após perder um pênalti e desperdiçar uma clara chance de gol no fim. No último domingo, empatou com o Vasco no Engenhão. Nesta quarta-feira o Alvinegro pega o Atlético-PR, em Curitiba e, antes do recesso, recebe o Corinthians, líder da competição.
Para o capitão Lucio Flavio, a campanha surpreendente pelo aspecto positivo se deve a fatores como a motivação pela conquista do Estadual, a experiência do grupo e a competência do técnico Joel Santana, que conseguiu montar uma equipe consistente com um elenco ainda limitado.
- Olhando a tabela antes do início da competição, muitos consideraram que nossa dificuldade seria maior. Nós também esperávamos por isso, mas tivemos um tempo maior para nos preparar, já que fomos campeões estaduais por antecipação. Agora temos mais duas partidas para tentar melhorar nossa posição - disse o camisa 10 alvinegro.
globo.com Atualizado em 01/06/2010
| Vasco tem quatro baixas antes da parada para Copa |
Campeonato Carioca |
Carlos Alberto, Jumar, Ramon e Nunes só poderão atuar após competição na África do Sul.
Jumar em entrevista após treino do Vasco (Foto:
Guilherme Marques/Globoesporte.com)
A bruxa está solta no Vasco. Quatro jogadores estão fora do time pelo menos até a parada para Copa do Mundo. Para as partidas contra Guarani, na quinta-feira, em São Januário, e o confronto na Vila Belmiro, contra o Santos, domingo, Carlos Alberto, Ramon, Jumar e Nunes estão vetados.
Carlos Alberto, aliás, pode não atuar mais pelo Gigante da Colina. Como tem contrato com o clube até o meio do ano apenas e o Werder Bremen, dono do passe do atleta, quer uma compensação para liberar o apoiador, o Cruzmaltino depende de um grupo de investimentos ou uma negociação envolvendo troca de jogador para contratar em definitivo o atleta. A última partida do apoiador foi contra o Vitória, no dia 5 de maio, contra o Vitória, pelo jogo de volta da Copa do Brasil.
- Ele está treinando no campo já, mas só amanhã quarta-feira) colocará a chuteira para começar um trabalho mais forte. Para esses dois jogos não tem condições de voltar - revelou o médico Alexandre Campello sobre a tendinite no joelho do meia.
Sobre o lateral-esquerdo Ramon, com estiramento grau 1 na coxa direita, o médico informou que o jogador só terá condições de voltar aos gramados em dez dias. Jumar, com um problema no adutor da coxa direita, também só volta após à Copa. Nunes, que sequer estreou pelo Vasco desde que acertou com clube, chegou com uma lesão na coxa esquerda e também está fora.
Cesinha pode voltar contra o Guarani
A única boa notícia é a recuperação do zagueiro Cesinha. O jogador não sente dores no tornozelo direito, vai para o campo na quarta-feira para treinar e tem chances de enfrentar o Guarani, na quinta.
globo.com Atualizado em 01/06/2010
| Reunião deve, enfim, definir liberação de Cléber Santana para o Flu |
Campeonato Carioca |
Representante do Atlético de Madri está em São Paulo para concluir negociação acertada por Flu e São Paulo há duas semanas.
Cleber Santana, enfim, deve acertar com o Flu
(Foto: Gaspar Nobrega / Vipcomm)
O fax com o atestado de liberação ainda não chegou. Mas a novela Cléber Santana está próxima de finalmente ter um fim no Fluminense. Isso porque o Atlético de Madri mandou um representante pessoalmente ao Brasil para solucionar o caso em reunião com o vice de futebol tricolor, Alcides Antunes, e o agente do jogador, Marco Antônio Teles, nesta segunda-feira, em São Paulo.
Acertado com o Tricolor há duas semanas, o volante tem 50% dos direitos federativos ligados ao clube espanhol, que precisa dar o aval para o acordo feito com o São Paulo, sua equipe atual. A tendência, no entanto, é que tudo se revolva o mais breve possível, e tanto jogador quanto diretoria acreditam que a apresentação oficial poderá ser realizada já nesta terça-feira, pela manhã, nas Laranjeiras.
Na negociação com o São Paulo ficou definido que o Tricolor carioca pagará R$ 3,4 milhões por metade dos direitos de Cléber Santana. O clube paulista será ressarcido do valor já pago aos madrilenhos e o Flu herdará o restante da dívida. Para que tenha o aval do Atlético, o clube poderá dar como garantia um jogador das categorias de base.
Além de Cléber Santana, o Fluminense projeta a contratação de mais três reforços para a disputa do Campeonato Brasileiro: um primeiro volante, Edinho é o preferido; um meia, Deco é dado como certo nos bastidores; e um atacante, o clube aguarda a resposta do Al-Gharafa sobre Araújo
globo.com Atualizado em 31/05/2010
| A caminho do hexa, Brasil monta grupo com faro de campeão |
Campeonato Carioca |
Dos 23 jogadores convocados pelo técnico Dunga para a Copa do Mundo, apenas um jamais ganhou títulos. Restante coleciona glórias.
Julio Cesar: 19 títulos na carreira (Foto: AFP)
As cinco Copas do Mundo conquistadas pelo Brasil impõem respeito. Às vezes até mais do que isso: colocam medo nos adversários. No Mundial deste ano, na África do Sul, esse cenário se torna ainda mais forte levando em consideração o número de glórias dos 23 convocados, seja na seleção brasileira ou nos clubes.
É claro que alguns jogadores têm títulos em comum, como Lúcio, Maicon e Julio Cesar, que na última temporada europeia conquistaram a Copa da Itália, o Italiano e a Liga dos Campeões com o Inter de Milão. Mas se levado em consideração o currículo de cada um, a seleção brasileira reuniu em Joanesburgo 241 conquistas.
Não importa como, mas quero chegar à final, erguer e beijar o troféu"
Julio Cesar
Maicon, aliás, é o líder no número de conquistas. Foram 20 ao todo. Coincidentemente, o segundo colocado é Julio Cesar, com 19. Pouco atrás vem Lúcio, com 15. O goleiro, por sinal, usou uma frase do camaronês Samuel Eto’o, seu companheiro no Inter, para valorizar o espírito de vencedor do grupo.
- Quando você sente o gosto da vitória é muito bom. Eu vou contar um episódio que ocorreu no Inter de Milão recentemente. Nós tínhamos acabado de ganhar a Copa da Itália e precisávamos ganhar mais dois jogos para vencer também o Italiano. O Eto’o chegou ao vestiário e disse para todos que se o gosto da vitória já estava bom ali, imagine quando viesse o outro título. Seria melhor ainda. O jogador para ter sucesso tem de se acostumar a ganhar – falou Julio Cesar.
Para o camisa 1 da seleção brasileira, o esporte atualmente está muito competitivo. E por isso cada título tem de ser valorizado. Especialmente o de uma Copa do Mundo, uma obsessão para o jogador, que esteve em 2006. Embora não tenha entrado em campo na Alemanha, ele acompanhou de perto aquele fracasso.
Maicon, o recordista: 20 títulos conquistados
(Foto: agência Reuters)
- O futebol atual é de muita eficiência, de pegada... a arte foi deixada de lado, mas tem jogadores que ainda continuam com esse estilo. Porém, eu prefiro jogar mal e ganhar a atuar bonito e perder. Não importa como, mas quero chegar à final, erguer e beijar o troféu – analisou o goleiro do Brasil.
Dos 23 convocados por Dunga, apenas Michel Bastos ainda não teve o gostinho de ser campeão. Mas se depender da motivação de Julio Baptista, até agora com nove conquistas na carreira, o lateral-esquerdo poderá estrear o seu currículo.
- O mundo está totalmente voltado para nós nessa competição. É uma coisa única que acontece a cada quatro anos e tenho certeza que se fizermos as coisas direito poderemos escrever nosso nome na história – disse Julio Baptista.
A seleção brasileira estreia na Copa do Mundo da África do Sul no dia 15 de junho, contra a Coreia do Norte, no estádio Ellis Park, em Joanesburgo. Depois, no dia 20, no Soccer City, na mesma cidade, o adversário será a Costa do Marfim. O último desafio na primeira fase será contra Portugal, dia 25, em Durban.
AS CONQUISTAS DOS 23 RELACIONADOS POR DUNGA PARA COPA |
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JOGADOR
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Nº DE TÍTULOS
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O MAIS IMPORTANTE EM CLUBES
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Maicon |
20 |
Liga dos Campeões |
Julio Cesar |
19 |
Liga dos Campeões |
Daniel Alves |
17 |
Mundial de Clubes |
Josué |
17 |
Mundial de Clubes |
Luisão |
16 |
Campeonato Brasileiro |
Lúcio |
15 |
Liga dos Campeões |
Gilberto Silva |
13 |
Campeonato Inglês |
Gomes |
13 |
Campeonato Brasileiro |
Juan |
13 |
Copa da Itália |
Kleberson |
13 |
Campeonato Brasileiro |
Luís Fabiano |
10 |
Mundial de Clubes |
Gilberto |
9 |
Campeonato Brasileiro |
Julio Baptista |
9 |
Campeonato Espanhol |
Kaká |
9 |
Mundial de Clubes |
Nilmar |
9 |
Campeonato Brasileiro |
Robinho |
9 |
Campeonato Espanhol |
Doni |
7 |
Copa do Brasil |
Elano |
7 |
Campeonato Brasileiro |
Ramires |
6 |
Campeonato Português |
Felipe Melo |
5 |
Campeonato Brasileiro |
Grafite |
4 |
Taça Libertadores |
Thiago Silva |
1 |
Copa do Brasil |
Michel Bastos |
nenhum título |
- |
globo.com
Atualizado em 31/05/2010
| Roth sobre duelo contra o Bugre: 'Temos de fazer o dever de casa' |
Campeonato Carioca |
Técnico cruzmaltino analisa partida desta quinta-feira contra o Guarani, em São Januário, pelo Campeonato Brasileiro.
Com apenas uma vitória em cinco jogos, o Vasco precisa ganhar do Guarani, nesta quinta-feira, às 21h, em São Januário, pela sexta rodada do Brasileirão, para não correr o risco de entrar na zona de rebaixamento. Em 16º lugar, com cinco pontos, o time cruzmaltino está empatado com a primeira equipe da degola, o Grêmio Prudente, mas leva a melhor no saldo de gols (-2 a -3). Por isso, o técnico Celso Roth está preocupado com o confronto diante do Bugre.
- Temos um jogo complicadíssimo contra o Guarani. Num clássico, cada um tem 50% de responsabilidade. Contra o Guarani, temos a obrigação de fazer o dever de casa - afirmou o treinador, em entrevista coletiva, depois de a equipe empatar com o Botafogo por 1 a 1, no último domingo, no Engenhão.
Além disso, Roth fez questão de fazer um apelo à torcida.
- Os torcedores precisam ter calma, para que os jogadores possam jogar. Eles estão demonstrando que estão atuando com o coração. O Vasco está recuperando o seu caminho - defendeu.
globo.com
Atualizado em 31/05/2010
| Vaiado no clássico, Caio aceita cobranças: 'Tenho minha autocrÃtica' |
Campeonato Carioca |
Atacante garante que tem qualidade para ser titular do Botafogo e afirma que quando o gol sair, as coisas vão melhorar.
Caio durante o empate em 1 a 1 contra o Vasco
(Foto: Jorge William / Agência O Globo)
Depois de um ótimo Campeonato Carioca, o atacante Caio não vive os seus melhores dias no Botafogo. Antes xodó, o jogador foi vaiado por parte da torcida do Alvinegro no último domingo, ao ser substituído no empate em 1 a 1 com o Vasco, no Engenhão. Uma das principais críticas é pelo fato do atleta segurar demais a bola. Em entrevista à Rádio Brasil, Caio afirma aceitar as cobranças e diz que está sempre tentando ajudar o clube.
- Eu aceito (as críticas) abertamente. Eu ontem (domingo) vinha procurando bastante todo mundo, buscando o Herrera, até pra evitar essas criticas, de que estou prendendo a bola. Tenho minha autocrítica, teve vezes que eu segurei mesmo a bola demais, mas era tentando criar alguma coisa pro meu time e procurando o jogo. Algumas pessoas acharam que eu era fominha, mas não é isso, eu estava procurando jogo, e quem procura muito o jogo acaba errando mais.
Questionado se a titularidade está pesando, o atacante discorda. Ele afirma que tem a confiança do treinador Joel Santana e garante que, quando o gol sair, as coisas vão melhorar.
- Cada um tem sua opinião, mas acho que também posso ajudar muito jogando como titular. Venho ajudando bastante assim, o Joel mesmo vê isso. Ele é o técnico, e eu fico bastante feliz que ele tenha me dado essa oportunidade. Eu estou fazendo o que o Joel está pedindo, está faltando um gol, talvez seja essa a cobrança da torcida, e vou continuar trabalhando pra isso. Esse gol vai sair.
Segundo Caio, a maior cobrança é em relação às suas atuações no Estadual. O atacante afirma que não dá para esperar o mesmo rendimento nas duas competições.
- A gente nunca pode comparar um time de baixo do Carioca com um time do Brasileiro. As equipes são muito mais qualificadas. Pelo bom Carioca que fiz, estou sendo mais marcado em campo. Venho conversando bastante com o Joel e com meus pais sobre isso. Tenho que me movimentar mais para criar esse espaço em campo
Durante o clássico, o jogador sentiu um problema no braço direito, mas afirma que não será problema para o jogo de durante a semana.
- Eu senti muita dor. Meu braço deu uma estalada, fiz tratamento, botei gelo e tomei remédio. Hoje, acordei todo dolorido, mas o ombro é o que está mais incomodando (ele acrescentou que acredita que não será problema e que se o Joel o escalar, ele joga).
Na quarta, o Botafogo encara o Atlético-PR, às 19h30m, em Curitiba. O zagueiro Antônio Carlos só poderá jogar se o Alvinegro pagar uma multa ao Furacão, detentor dos direitos do defensor.
globo.com Atualizado em 31/05/2010
| Zico: ‘Quero dar a minha contribuição ao Flamengo’ |
Campeonato Carioca |
Em evento sobre educação, novo diretor-executivo de futebol rubro-negro admite desafio na carreira, mas evita falar antes de ser apresentado.

Zico faz sinal durante o evento "1 Gol"
(Foto: Rodrigo Benchimol / Globoesporte.com)
Depois de aceitar, no último domingo, o convite para ser o novo diretor-executivo de futebol do Flamengo, Zico esteve, na manhã desta segunda-feira, no Maracanã, para o lançamento do projeto “1 Gol – Educação para todos”. Durante o evento, ele evitou falar sobre o seu novo cargo, uma vez que sua apresentação oficial só acontecerá na terça-feira. Por isso, seu discurso foi mais voltado para outra situação.
- O mais importante para o nosso país é a educação. É através dela que formamos cidadãos e foi por causa dela que hoje eu estou aqui – disse Zico, para ser perguntado sobre a responsabilidade de “educar” o Flamengo.
- Essa é a minha área. Será um grande desafio. Mas conversei muito com a Patrícia Amorim e falamos sobre a transformação que precisamos fazer no clube. Quero dar a minha contribuição ao Flamengo. Mas só vou falar mais sobre o assunto amanhã (terça-feira) – disse o novo diretor-executivo, antes do evento começar.
Zico chegou mancando ao Maracanã e com relativo bom humor. Perguntado sobre o motivo de mancar, ele explicou que é problema da idade (está com 57 anos).
- Estou com umas dores na sola do pé esquerdo. Quando eu era novo, não tinha disso. Ainda bem que não entro mais em campo – afirmou o Galinho, que tem apoio geral no Flamengo para começar na nova função com o pé direito.
O novo diretor-executivo de futebol assinará contrato até dezembro de 2012, quando termina a gestão de Patrícia Amorim. Os patrocinadores do clube (Olympikus e BMG) serão os responsáveis pelo pagamento dos seus salários. A apresentação oficial de Zico deve ser realizada às 11h de terça-feira, na Gávea.
globo.com Atualizado em 31/05/2010
| Após uma vitória para cada lado, Bota e Vasco empatam no Engenhão |
Campeonato Carioca |
Em jogo equilibrado, equipes ficam no 1 a 1. Na despedida do Brasileirão antes da Copa, trio de arbitragem gera reclamação dos dois lados.
No primeiro encontro entre Botafogo e Vasco em 2010, em 24 de janeiro, o time de São Januário aplicou uma goleada histórica (6 a 0), que causou a demissão de Estevam Soares e volta de Joel Santana a General Severiano. Em 21 de fevereiro, as equipes se reencontraram, e o Alvinegro conquistou o título da Taça Guanabara (2 a 0). Faltava um empate no ano. E ele aconteceu neste domingo. Em um clássico equilibrado no Engenhão, os dois clubes ficaram no 1 a 1, em jogo válido pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.
O Botafogo volta a campo na quarta-feira, quando enfrenta o Atlético-PR, às 19h30m (de Brasília), na Arena da Baixada. No dia seguinte, o Vasco recebe o Guarani em São Januário (21h).
Primeiro tempo repleto de chances de gol
As duas equipes entraram em campo com alterações em relação às formações que iniciaram os jogos no meio de semana. No Botafogo, além dos retornos esperados de Herrera e Caio ao ataque, Joel Santana decidiu escalar Túlio Souza no lugar de Sandro Silva. No lado do Vasco, Celso Roth também mexeu no meio-campo, escalando Jumar na vaga de Souza,e Jeférson no lugar de Léo Gago.
Com meios-de-campo teoricamente mais ofensivos, com os meias Túlio Souza e Jéferson nos lugares de volantes, as chances não demoraram a surgir. Com seis minutos, Lucio Flavio cobrou uma infração pelo lado esquerdo com rapidez e deixou Herrera frente a frente com Fernando Prass. O argentino dominou e tocou na saída do goleiro, mas a bola passou rente à trave direita. No minuto seguinte, o Vasco deu a resposta. Ernani, que substituiu Ramon, contundido, cruzou da esquerda para Nilton. O volante apareceu na área e cabeceou com muito perigo.
O jogo seguia aberto. E em sua despedida do Brasileiro antes da participação na Copa do Mundo, Carlos Eugênio Simon se envolveu uma polêmica. Aos dez minutos, Lucio Flavio invadiu a área e, aparentemente, foi tocado na perna esquerda por Cesinha. Apesar dos protestos dos alvinegros, o árbitro brasileiro no Mundial da África do Sul nada marcou após olhar para o assistente, aparentando estar em dúvida.
O planejamento de Celso Roth para o jogo precisou ser modificado aos 20 minutos. Jumar sentiu uma fisgada na coxa, e teve que deixar o jogo. Souza entrou em seu lugar.
A mudança precoce não afetou o Vasco. Ao contrário, o time melhorou. Jéferson fez bela jogada aos 25 minutos e chutou cruzado. O seu xará botafoguense espalmou com dificuldade. No minuto seguinte, o time de São Januário chegou ao gol. Ernani arrancou pela esquerda, tabelou com Philippe Coutinho, invadiu a área, passou por Fábio Ferreira e trocou de perna para tocar de canhota na saída de Jefferson.
A desvantagem botafoguense não durou dez minutos. Aos 35, Nilton, caído, interceptou a bola com o braço direito diante de Antônio Carlos, que tentava concluir a gol. Simou apontou a marca do pênalti. De volta ao time após a briga diante do Goiás com o colega Caio, Herrera cobrou forte, de bico, no canto esquerdo, igualando o marcador. Na comemoração, recebeu um abraço do companheiro de ataque.
Na etapa final, vez do Vasco reclamar
No segundo tempo, logo com cinco minutos, foi a vez dos vascaínos reclamarem da arbitragem. Jéferson tabelou com Élton, recebeu diante de goleiro alvinegro e colocou a bola na rede. Mas o auxiliar Altemir Hausmman, que também vai à Copa, anulou, alegando que Élton teria puxado a camisa de Fahel. O Vasco voltou a assustar o time da casa aos dez. Nilton mandou uma bomba de fora da área, e Jefferson fez bela defesa.
Diante da maior presença ofensiva do Vasco, Joel Santana decidiu mexer no Botafogo, com a entrada de Edno no lugar do cansado Túlio Souza aos 15. No retorno ao Alvinegro, Caio teve problemas com a defesa adversária. Em um espaço de cinco minutos, machucou o ombro direito ser atingido involuntariamente por Rafael Carioca após uma disputa área. Em seguida, foi atingido pelo volante com uma cotovelada. Simon não apontou falta. Com a dificuldade de superar a marcação, Caio passou a jogar pela esquerda, trocando de lado com Herrera. E na primeira jogada pelo setor, o camisa 9 lançou errado para o argentino, comprovando as dificuldades ofensivas do Botafogo. O 'talismã' acabou substituído, ouvindo vaias ao deixar o gramado.
Sem conseguir superar a marcação, o Alvinegro decidiu arriscar de longe. Aos 26, Edno chutou bem de fora da área, e Fernando Prass espalmou. Dois minutos depois, Edno criou nova chance, avançando pela esquerda e cruzando para Herrera. Na risca da pequena área, o atacante completou mal, perdendo boa oportunidade. Aos 33, os papéis se inverteram. Herrera tocou para o meia-atacante, que chutou rente ao travessão.
Mais recuado, o Vasco só voltou a ameaçar com Élder Granja aos 34. O lateral roubou a bola no meio-campo e arrancou até ao bico da pequena área adversária. Mas chutou fraco diante de Jefferson, que defendeu.
Na reta final da partida, as duas equipes ainda tentaram o desempate, mas os defensores levaram vantagem sobre os atacantes. Confirmando o resultado que faltava no confronto entre Botafogo e Vasco no ano.
Botafogo 1 x 1 vasco
Jefferson, Antônio Carlos, Fábio Ferreira, Fahel e Alessandro (Marcelo Cordeiro); Leandro Guerreiro, Túlio Souza (Edno), Lucio Flavio e Somália: Caio e Herrera.. |
Fernando Prass, Élder Granja, Cesinha (Titi), Dedé e Ernani; Jumar (Souza), Nilton, Rafael Carioca e Jéferson (Magno); Philippe Coutinho e Élton. |
Técnico: Joel Santana. |
Técnico: Celso Roth. |
Gol: Ernani, aos 26 minutos do primeiro tempo, e Herrera, aos 35. |
Cartões amarelos: Fahel (BOTA), Jumar, Cesinha, Nilton (VAS). Público: 16.368 pagantes (20.373). Renda: R$ 361.590,00 |
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ). Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa/RS). Auxiliares: Altemir Hausmann (Fifa/RS) e Roberto Braatz (Fifa/PR). |
Atualizado em 30/05/2010
| Zico é confirmado como o novo executivo de futebol do Flamengo |
Campeonato Carioca |
Galinho confirma volta ao clube para comandar todas as divisões. Exigência de não ser remunerado pelo clube foi viabilizada por patrocinadores.
zico, entrevista (Foto: Agência Globo)
Zico acertou neste domingo sua volta ao Flamengo. Após uma reunião de três horas de duração com a presidente Patrícia Amorim no Centro de Futebol do CFZ, ele confirmou via seu twitter oficial que vai assumir a direção executiva de futebol, incluindo as divisões de base.
- É verdade. A Patrícia me procurou e estou voltando, mas por enquanto não vou comentar nada. Só na terça-feira. Espero colocar o Flamengo no lugar onde ele merece. Trabalhar pela conclusão do CT e formar um time forte - disse ele ao GLOBOESPORTE.COM.
Uma das exigências de Zico era não ser remunerado pelo clube, o que foi viabilizado com patrocinadores como a Olympikus e o BMG. Ele fica até o término da gestão da Patricia Amorim. O anuncio oficial deve ser na terça-feira.
Vice-presidente de futebol, Hélio Ferraz comemorou o acerto.
- É um motivo de orgulho para qualquer rubro-negro. Mas prefiro me pronunciar somente após a presidente, até por questão de hierarquia – disse
globo.com Atualizado em 30/05/2010
| Vettel bate em Webber, e a vitória cai no colo de Lewis Hamilton na Turquia |
Campeonato Carioca |
Inglês lidera dobradinha da McLaren, que teve Jenson Button em segundo. Felipe Massa chega em sétimo, uma posição à frente de Fernando Alonso.
Os dois primeiros terços do GP da Turquia indicavam uma corrida monótona, com trocas de posições apenas nos boxes. Os carros da RBR e da McLaren andavam muito próximos, mas sem tentarem nada mais ousado. Tudo isso até a freada para a curva 12, na 40ª volta. Sebastian Vettel, que vinha em segundo, tentou a ultrapassagem. Mark Webber defendeu corretamente, mas o alemão voltou com o carro para cima do australiano e os dois bateram. Com a confusão, a vitória caiu no colo de Lewis Hamilton, que ainda se defendeu de forma belíssima de um ataque de Jenson Button. O atual campeão completou a dobradinha da McLaren em segundo.
Webber, que voltou à pista e teve de fazer um pit stop extra para trocar a asa dianteira, ainda conseguiu a terceira posição da corrida. Já Vettel abandonou no mesmo momento, na curva 12. Irritado, o alemão saiu do carro fazendo gestos de que o colega de equipe era maluco e chegou aos boxes se negando a dar entrevistas. Após alguns minutos no motorhome, voltou, falou com os jornalistas, mas manteve uma postura mais defensiva, talvez alertado por algum dirigente.
Sebastian Vettel, da RBR, chama Mark Webber de maluco após o acidente (Foto: reprodução Rede Globo)
Felipe Massa, que largou em oitavo, lucrou com a confusão das RBRs e chegou em sétimo, uma posição à frente do companheiro Fernando Alonso, o oitavo. O espanhol saiu em 12º e ganhou posições nos boxes. A cinco voltas do fim, foi ousado e ultrapassou Vitaly Petrov, da Renault, com direito até a um toque, que furou o pneu do russo.
Os outros brasileiros acabaram fora da zona de pontuação. Rubens Barrichello, com a Williams, perdeu cinco posições na largada e acabou apenas em 14º. Lucas di Grassi, da VRT, chegou a disputar com os carros da Hispania e acabou no 19º e penúltimo lugar. Já Bruno Senna, que fazia uma ótima corrida para os padrões de sua péssima equipe, acabou tendo de abandonar a prova por causa de um problema mecânico.
A corrida
Os carros saíram para a volta de apresentação com sol forte no circuito de Istambul, mas a meteorologia já começava a reportar a chegada de nuvens carregadas. Na largada, Mark Webber manteve a ponta com tranquilidade e Sebastian Vettel assumiu a segunda posição, superando Lewis Hamilton. Só que o alemão ficou à frente por apenas duas curvas: o inglês recuperou o posto rapidamente.
Jenson Button também perdeu a quarta posição para Michael Schumacher na largada, mas conseguiu recuperá-la ainda na primeira volta. O inglês passou o alemão por fora na freada para a curva 13 e colou nos três primeiros colocados. Os pilotos da Ferrari apenas mantiveram suas posições: Felipe Massa ficou em oitavo e Fernando Alonso, em 12º.
Com a vantagem do duto aerodinâmico, Hamilton se aproximava rapidamente de Webber nas retas, mas o australiano conseguia se livrar do assédio nas curvas. Vettel, em terceiro, mantinha-se muito próximo dos dois primeiros, para tentar ganhar a posição nos boxes. Massa, em oitavo, e Alonso, em 12º, não conseguiam superar os carros imediatamente à frente.
A situação manteve-se inalterada até o início da rodada dos pit stops. Vettel foi o primeiro dos ponteiros a fazer a parada, na 15ª volta. Na passagem seguinte, Webber e Hamilton, que disputavam a primeira posição, entraram nos boxes juntos. O australiano saiu com tranquilidade, mas a McLaren se enrolou com uma das rodas do carro do inglês e ele acabou superado pelo alemão da RBR, caindo para terceiro. Button parou na 18ª e manteve a quarta posição.
Em meio à ameaça de chuva, que começava a aparecer nos computadores das equipes, os quatro se mantiveram nas mesmas posições, sem ameaças, até a 38ª volta, quando Vettel tomou a decisão de atacar o companheiro Webber. Após duas voltas de pressão, o alemão tentou a manobra no fim da 40ª volta, na reta que antecede a curva 12. O australiano defendeu, mas o colega de RBR jogou seu carro para o lado de dentro e provocou o choque. Hamilton e Button, que vinham logo atrás, lucraram e herdaram as duas primeiras posições.
O alemão abandonou a corrida ali mesmo, mas Webber continuou, mesmo com a asa dianteira danificada. O australiano teve de fazer uma parada extra na 43ª, onde trocou o aerofólio e os quatro pneus. Ele voltou com boa velocidade, mas tinha mais de 30 segundos de desvantagem para a dupla da McLaren, que disputava a primeira posição.
Sempre colado em Hamilton, Button tentou uma ultrapassagem na 49ª volta, no mesmo lugar do acidente de Webber e Vettel: a freada para a curva 12. O atual campeão colocou o carro por fora, o companheiro defendeu, mas Button ficou à frente na última curva. Na reta, Hamilton voltou para a primeira posição após tracionar melhor e conseguir mais velocidade.
Após a disputa, a McLaren mandou que seus dois pilotos economizassem combustível, para evitar um abandono e uma disputa mais ríspida. A dose de emoção das últimas voltas ficou com a disputa entre Alonso e Petrov pela oitava posição. A três da bandeirada, o espanhol tentou a manobra nas primeiras curvas do circuito e os dois acabaram se tocando. O russo levou a pior, com um pneu furado, e caiu para a 15ª posição. Com isso, o bicampeão ficou apenas uma posição atrás do colega Massa, que terminou em sétimo após uma corrida discreta.
Com tranquilidade, Hamilton e Button completaram a corrida e asseguraram a dobradinha da McLaren. Após tentar se aproximar, Webber chegou em terceiro, 24 segundos atrás do vencedor.
globo.com Atualizado em 30/05/2010
| Após bons duelos no Carioca, Bota e Vasco fazem clássico pelo Brasileiro |
Campeonato Carioca |
Equipes se enfrentam neste domingo, no Engenhão. Celso Roth faz mudanças na equipe, e Joel terá o retorno da dupla Caio e Herrera.
Botafogo e Vasco já se enfrentaram duas vezes este ano, e em cada uma destas partidas, uma torcida diferente teve muitos motivos para comemorar. Na Taça Guanabara, o time da Colina aplicou uma goleada por 6 a 0, mas o Glorioso deu a volta por cima e venceu o rival por 2 a 0 na decisão do turno e ficou com o título. Neste domingo, às 18h30m (de Brasília), no Engenhão, as equipes voltam a se enfrentar, desta vez pelo Campeonato Brasileiro.
A vitória, de virada, sobre o Inter, na última rodada, deu uma boa carga de ânimo nos cruzmaltinos, que já estavam muito pressionados pela sua torcida. O time está com quatro pontos, em 17º lugar, e os jogadores sabem que um resultado negativo poderá mandar a paz embora de São Januário. A ordem é vencer e tentar se afastar da zona de rebaixamento. No Bota, sétimo colocado com sete pontos, a motivação é tentar voltar ao G-4 e não deixar que o sentimento de dúvida sobre potencial da equipe passe por General Severiano.
A equipe da Colina tem boa vantagem sobre o Glorioso no retrospecto em Campeonatos Brasileiros. Em 33 jogos, o Vasco venceu 15 partidas, perdeu cinco e empatou 13 vezes. O jogo deste domingo terá transmissão ao vivo do canal Premiere, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances em Tempo Real, com vídeos.
Caio e Herrera voltam ao time do Botafogo
Herrera (esquerda) está de volta ao time de Botafogo
(Foto: Alexandre Cassiano/Globo)
Apesar da derrota para o Cruzeiro na última rodada, a convicção no Botafogo é de que o time está no rumo certo. A equipe, no entanto, terá três mudanças para o clássico. Herrera e Caio, que cumpriram suspensão contra a Raposa, voltam ao time. Sandro Silva, que não tem agradado, deve ser substituído por Túlio Souza.
- Vamos ver o que acontece neste domingo. Como sempre, será uma partida muito difícil. Eles têm os problemas deles, e nós temos os nossos. Vamos jogar na nossa casa e receber uma grande agremiação que é o Vasco - disse o comandante alvinegro.
Herrera afirmou que os outros dois duelos com os vascaínos neste ano não influenciam em nada no clássico deste domingo, no Engenhão.
- Esperamos fazer um bom jogo. Cada clássico tem a sua história, esperamos sair com a vitória no domingo.
Celso Roth faz mudanças na equipe vascaína
Celso Roth com seus jogadores no treino do Vasco
em São Januário (Foto: Marcelo Sadio/Site Oficial)
Nada como uma boa vitória para mudar os ares de um clube. E é isso que acontece com o Vasco. Depois de vencer o Internacional, de virada, por 3 a 2, o time recuperou a confiança perdida com os resultados negativos das rodadas anteriores. No clássico contra o Botafogo, a equipe entrará em campo com a esperança de ter o apoio da torcida.
O técnico Celso Roth deve fazer mudanças na equipe para o duelo deste domingo. A tendência é que o zagueiro Titi seja titular no lugar do volante Souza, e Jeferson, que foi bem na segunda etapa do jogo contra o Inter, entra na vaga de Léo Gago. Ramon está com um problema na coxa esquerda e dará lugar a Ernani.
Para o técnico cruzmaltino, o Botafogo é favorito parta a partida, embora acredite que em um clássico tudo pode acontecer.
- O Botafogo vem melhor do que o Vasco, mas sabemos que em um clássico tudo pode se igualar. Contra o Avaí, tivemos erros individuais e desatenção. Contra o Inter, a mesma coisa. Espero que isso não ocorra neste domingo.
BOTAFOGO X VASCO
Jefferson; Fahel, Antônio Carlos e Fábio Ferreira; Alessandro, Leandro Guerreiro, Túlio Souza, Lucio Flavio e Somália; Caio e Herrera |
Fernando Prass; Dedé, Cesinha e Titi; Élder Granja, Rafael Carioca, Nilton, Jeferson e Ernani; Philippe Coutinho e Elton. |
Técnico: Joel Santana |
Técnico: Celso Roth |
Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro. Data: 30/05/2010. Horário: 18h30m. Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa/RS). Assistentes: Altemir Hausmann (Fifa/RS) e Roberto Braatz (Fifa/PR). |
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Atualizado em 30/05/2010
| Fred quer 100% até a Copa e diz que se Flu engrenar ‘ninguém segura’ |
Campeonato Carioca |
Atacante deseja que arrancada tenha ponto de partida contra o Galo, no Mineirão, e deseja marcar primeiro gol no Brasileirão diante da família.
Fred em treinamento do Fluminense nas
Laranjeiras (Foto: Wallace Teixeira/Photocamera)
Com duas vitórias em casa e duas derrota fora, o Fluminense ocupa apenas posição intermediária na tabela do Brasileirão. Os seis pontos conquistados colocam o Tricolor na modesta nona colocação, mas nas Laranjeiras não há quem pense em chegar à parada para a Copa do Mundo tão distante da liderança.
Quem mais faz questão de deixar isso claro é Fred. Capitão da equipe, o atacante projeta nove pontos nas três rodadas pré-Mundial e é ainda mais audacioso ao apostar que, caso alcance a meta traçada, o Fluminense vai embalar no Brasileirão. O primeiro passo para isso pode ser dado neste domingo, contra o Atlético-MG, às 16h (de Brasília), no Mineirão.
- Se conseguirmos a vitória, temos grandes chances de conseguir mais seis pontos depois. Vamos torcer para os resultados virem. Se acontecerem os resultados e a equipe encorpar, ninguém segura.
Se vencermos o Galo, temos grandes chances de conseguir os seis pontos depois"
Fred, atacante do Fluminense
Ainda em branco na competição – disputou apenas duas partidas por conta de uma operação de apendicite -, Fred terá a oportunidade de encerrar o jejum diante de uma torcida especial. Mineiro de Teófilo Otoni, o atacante adotou BH como a cidade onde pretende viver pelo resto da vida e já adiantou que terá nas tribunas do Mineirão parentes com a camisa do Fluminense.
- Lá eu me sinto em casa. Eu conheço o campo, fico à vontade, fico mais inspirado... Em Belo Horizonte tenho carinho por todos e minha família está lá. Vai ser contra a torcida do Atlético, que pressiona muito, mas tenho certeza que vão sair os gols. Estou bem e tranquilo.
Antes da parada para a Copa, o Fluminense tem mais três compromissos: Atlético-MG (fora), Vitória (casa) e Avaí (fora).
Atualizado em 30/05/2010
| Joel diz não se lembrar do 6 a 0 na Taça GB: 'Coisa ruim não cola' |
Campeonato Carioca |
Técnico prefere guardar em sua memória a vitória sobre o time da Colina na final do primeiro turno do Campeonato Carioca.
Joel Santana durante entrevista no Botafogo
(Foto: Cezar Loureiro / Agência O Globo)
O 6 a 0 aplicado pelo Vasco sobre o Botafogo, na Taça Guanabara, teve efeito imediato e devastador no Alvinegro. Crise, técnico demitido... Mas, após a conquista do título carioca, a derrota virou unanimidade como uma espécie de marco para a retomada do Glorioso. Joel Santana, que assumiu o comando da equipe após aquela goleada, disse que a derrota já foi apagada de sua memória.
O treinador do Bota prefere lembrar do duelo seguinte com o time da Colina, a vitória botafoguense por 2 a 0 na final da Taça GB. As duas equipes voltam a se enfrentar neste domingo, às 18h30m (de Brasília), no Engenhão, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.
- Este jogo (6 a 0) aconteceu há quatro meses. Nem me lembro mais. Eu só me lembro das coisas boas, como do 2 a 0 na final da Taça Guanabara. Coisa ruim não cola comigo. Vamos ver o que acontece no domingo - afirmou o técnico.
O atacante Herrera adotou o mesmo discurso do chefe. Ele disse que na época do 6 a 0, o Botafogo ainda estava sendo montado, diferente do momento atual. O jogador acredita que o principal responsável pela evolução é o técnico Joel Santana, que "deu uma arrumada" na casa.
- Aquele 6 a 0 já está no passado, nós só pensamos no que está por vir. Naquela época, o grupo ainda estava em formação. Eram muitos jogadores novos, que tinham chegado este ano. É difícil montar uma equipe com dez dias de pré-temporada. A chegada do Joel foi importante. Deu uma arrumada.
Atualizado em 30/05/2010
| Flamengo sai na frente, mas permite reação do Grêmio no Maracanã: 1 a 1 |
Campeonato Carioca |
Depois de renovar, Petkovic faz gol, joga bem, é o personagem do jogo. Pequena torcida rubro-negra vaia o time no fim da partida.
As vaias da pequena torcida rubro-negra foram o último ato do empate entre Flamengo e Grêmio por 1 a 1, neste sábado, no Maracanã. O estádio praticamente vazio - apenas 7.109 pessoas pagaram ingressos - viu um jogo bastante movimentado e que teve Petkovic como personagem principal. O meia, que renovou contrato nesta semana, voltou ao time titular, fez um gol e teve seu nome gritado pela torcida quando foi substituído. Rodrigo marcou o gol de empate da equipe gaúcha. (assista aos melhores momentos no vídeo ao lado).
O resultado foi ruim para as duas equipes, que continuam na zona intermediária da classificação. O Flamengo chegou a seis pontos, e está na 11ª posição. O Tricolor, que tem cinco pontos, está em 12º lugar. Mas os dois devem despencar um pouco com a rodada de domingo. Na próxima quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), o Flamengo vai até o Palestra Itália enfrentar o Palmeiras. Na quinta, às 21h, o Grêmio recebe o Atlético-MG no Olímpico.
Pet faz a diferença para o Fla. Mas cansa
O técnico Rogério Lourenço surpreendeu e escalou o Fla com três zagueiros, formação que ele não havia testado anteriormente. Álvaro, que não jogava desde o dia 14 de abril, contra a Universidad Católica, se juntou a David e Ronaldo Angelim. Mas o que poderia significar um time mais defensivo não se confirmou em campo. Com Petkovic inspirado e os laterais com bastante liberdade, o Rubro-Negro foi perigoso desde o início.
Aos sete minutos, Pet lançou Léo Moura na direita, e o lateral cruzou na medida para Vagner Love. O camisa 9 mandou de cabeça e acertou a trave. O rebote ficou com Vinícius Pacheco, que rolou para Petkovic. O sérvio arrumou para a perna esquerda e acertou um belo chute, que venceu o goleiro Victor: 1 a 0.
Dois minutos depois, Pet colocou Vinícius Pacheco na cara do gol, mas o meia-atacante preferiu cruzar em vez de chutar e jogou a bola no pé do marcador. Só dava o sérvio. Aos 14 minutos, ele recebeu dentro da área, cortou para o pé direito e chutou colocado. Victor conseguiu fazer a defesa. Até então, o Grêmio pouco atacava e não incomodava a defesa flamenguista.
Na segunda metade do primeiro tempo, no entanto, o panorama mudou. Com Petkovic já aparentando certo cansaço, o Tricolor cresceu na partida. Aos 28, os gaúchos criaram a primeira boa chance de gol. Hugo cruzou da esquerda e a bola passou por toda a área. Da direita, Jonas cruzou novamente, David furou e ninguém do Grêmio apareceu para colocar a bola para dentro do gol. Aos 30, Edílson mandou uma bomba em cobrança de falta e Bruno teve que se virar para espalmar a bola.
O Fla ainda teve um gol anulado aos 44 minutos. Juan puxou o contra-ataque e lançou Léo Moura, que cruzou na direção de Love. O atacante desviou para o fundo da rede, mas o assistente acusou posição de impedimento.
Rodrigo deixa tudo igual para o Grêmio
Vagner Love tentou, mas não conseguiu marcar
(Foto: Alexandre Cassiano/O Globo)
O intervalo serviu para dar um gás extra a Petkovic. Aos dois minutos, ele deu um passe milimétrico para Vagner Love, que, de cara para o gol, chutou com a perna esquerda e Victor fez uma grande defesa. O castigo para o Flamengo veio logo depois, aos seis minutos, e com um ex-atleta do clube. Rochemback bateu escanteio da direita, o zagueiro Rodrigo subiu mais do que Camacho e, de cabeça, fez o gol: 1 a 1. Aproveitando o momento de instabilidade do adversário, o Grêmio quase virou aos oito, quando Hugo chutou de dentro da área e Bruno fez a defesa.
Aos 13 minutos, Vinícius Pacheco foi driblando em velocidade e entrou na área do Grêmio. Ele se chocou com Rodrigo e pediu o pênalti. O meia-atacante parou na jogada e perdeu a chance de finalizar. Foi seu último lance, já que foi substituído minutos depois por Diego Maurício. Aos 20, Petkovic, que havia pedido para sair, deu lugar a Ramon. A torcida não quis saber e chamou o técnico Rogério Lourenço de "burro".
Aos 24, o Tricolor voltou a assustar os cariocas. Hugo acertou um chute muito forte de fora da área, e Bruno espalmou. Um minuto depois, os gaúchos perderam uma chance inacreditável. Ramon errou passe na saída de bola, Hugo cruzou rasteiro da ponta esquerda, na medida para Jonas. Dentro da pequena área, o atacante pegou de primeira e mandou por cima do gol.
O Flamengo bem que pressionou até o fim em busca do gol da vitória, mas esbarrou nos erros de passe e de finalização. O Grêmio se fechou no campo de defesa e conseguiu segurar os atacantes adversários. A equipe gaúcha ainda teve uma chance aos 47 minutos, quando Maylson tentou encobrir o goleiro Bruno e mandou por cima do gol. E só restou aos rubro-negros vaiar a atuação do time no fim.
FLAMENGO 1 X 1 GRÊMIO
Bruno, Álvaro, David (Gil), Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Maldonado, Camacho, Petkovic (Ramon), Juan; Vagner Love e Vinícius Pacheco (Diego Maurício).
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Victor, Edilson, Ozeia, Rodrigo, Bruno Collaço; Fabio Rochemback, Adilson (Fernando), Maylson e Hugo (Bergson); Jonas e William (Roberson).
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Técnico: Rogério Lourenço |
Técnico: Silas |
Gols: Petkovic, aos sete minutos do primeiro tempo; Rodrigo, aos seis da segunda etapa. |
Cartões amarelos: David, Camacho, Ramon (FLA); Adilson, Bruno Collaço (GRE) |
Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro. Data: 29/05/2010. Horário: 18h30m. Árbitro: Wilton Pereire Sampaio/DF. Assistentes: Enio Ferreira de Carvalho/DF e Marrubson Melo Freitas/DF.
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Público: 7.109 pagantes (11.547 presentes)
Renda: R$ 193.915,00
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globo.com Atualizado em 30/05/2010
| Goleada? Vice? Roth quer que Vasco esqueça jogos recentes contra o Bota |
Campeonato Carioca |
Treinador pede concentração apenas para o duelo deste domingo: ‘Um resultado passado já foi. Serve para a história, não para o presente’.
Celso Roth no treino do Vasco
(Foto: Marcelo Sadio / Site Oficial do Vasco da Gama)
Vasco e Botafogo fizeram recentemente dois jogos bastante marcantes para as equipes. Ainda na primeira fase da Taça Guanabara, o Gigante da Colina aplicou uma goleada por 6 a 0 no rival, que levou à demissão de Estevam Soares e a contratação de Joel Santana. Na mesma fase do Estadual, as duas equipes se encontraram na decisão do torneio. Vitória do Glorioso por 2 a 0, que ficou com o título do turno (o Bota viria a se sagrar campeão Carioca posteriormente). Neste domingo, as equipes voltam a se enfrentar, só que agora pelo Campeonato Brasileiro. Seria a hora de cada time tentar reeditar a sua melhor exibição? Para o técnico Celso Roth, não.
- Um resultado passado já foi. Serve para a história, não para o presente. O Vasco tem que entrar concentrado para fazer uma boa partida e tentar conquistar a vitória. Não adianta ficar pensando no que passou – afirma o técnico cruzmaltino.
Para o treinador, independente do que aconteceu nos últimos jogos, o clássico em si já é um jogo bastante especial.
- Um clássico sempre tem um barulho maior, um estrondo maior. É o que já falei: quanto mais pontos fizermos, melhor.
Vasco e Botafogo se enfrentam neste domingo, no Engenhão. O jogo tem início às 18h30m (horário de Brasília).
globo.com Atualizado em 29/05/2010
| Perto do acerto, Jobson deve ser confirmado no Bota neste sábado |
Campeonato Carioca |
Empresário do jogador diz que faltam apenas alguns ajustes de valores para que o atacante volte a defender a camisa do Glorioso.
Jobson na época que defendia o Botafogo.
(Foto: Agência Estado)
Depois de um longo dia de negociações, o Botafogo está mais perto de conseguir a liberação do Brasiliense e anunciar o atacante Jobson como reforço da equipe para o Campeonato Brasileiro. O anúncio oficial deve acontecer neste sábado, depois que as partes chegarem aos últimos "ajustes de valores" para sacramentar a transferência, segundo informou o empresário do atleta, Antenor Joaquim.
- Estou aqui com o Jobson resolvendo os últimos detalhes. Amanhã (sábado) devemos concluir. Faltam apenas alguns ajustes de valores - afirmou o representante o jogador.
Jobson, que defendeu o Alvinegro em 2009, foi flagrado no exame antidoping no último Brasileiro por uso de cocaína. No primeiro momento, ele foi suspenso por dois anos. Após o julgamento em segunda instância, no entanto, a pena caiu para seis meses. Ele poderá atuar a partir do dia 20 de julho. Sua contratação está condicionada a um tratamento psicológico. Além disso, o jogador deve participar de campanhas educativas contra o uso de drogas.
Além de Jobson, a diretoria do Botafogo está em negociação com o Hoffenhein, da Alemanha, para repatriar o meia Maicosuel. O clube está angariando fundos para pagar os cerca de R$ 9 milhões para trazer o atleta.
Atualizado em 29/05/2010
| Rogério Lourenço não confirma dupla de ataque contra o Grêmio |
Campeonato Carioca |
Treinador não sabe quem será o companheiro de Vagner Love: Pacheco e Diego Maurício disputam a vaga. Petkovic é confirmado como titular.
Maldonado e Lenon no treino do Flamengo
(Foto: Rodrigo Benchimol / Globoesporte.com)
Os muitos desfalques para enfrentar o Grêmio, neste sábado às 18h30m, no Maracanã, pela quinta rodada do Brasileirão, foram lamentados por Rogério Lourenço. Afinal, mais uma vez ele terá de fazer uma série de mudanças no time. Mas o único setor que ele ainda não definiu como será escalado é o ataque. O treinador irá escolher quem será o companheiro de Vagner Love. Vinícius Pacheco e Diego Maurício brigam pela vaga.
- Meu problema não só montar a dupla de ataque, mas a equipe toda. Ainda vou definir quem jogará na frente. Temos as opções de começar com o Love e o Diego Mauricio, que são dois jogadores de mais profundidade. Ou com Vinícius, que aí eu tenho mais as jogadas de velocidade pelo lado. Vou aguardar e definir amanha (sábado) – explicou Rogério.
No meio de campo, porém, o treinador confirmou que Maldonado e Lenon serão os volantes contra o Grêmio, e que Petkovic será o responsável pela criação ao lado de Camacho. Por ser uma nova formação, ele teme pela falta de entrosamento.
- É um meio que me agrada: tem dois volantes, um meia que marca forte e joga, que é o Camacho, e uma meia de criação, que é o Pet. O problema é o treinamento zero. Eles se conhecem, mas não é a mesma coisa. Está sendo um quebra-cabeça (armar o time) – disse o técnico, que terá uma série de desfalques.
Adriano e Bruno Mezenga deixaram o clube para irem para o futebol europeu (Roma e Légia, da Polônia, respectivamente). Kleberson e Fierro estão com as seleções brasileira e chilena. Willians está com a mão direita fraturada. Toró e Michael sentem dores no joelho direito. Fernando foi expulso contra o Fluminense, na última quarta-feira. E Denis Marques está com dores na coxa direita.
Justamente por ter tantos problemas que Maldonado ganhou novamente uma vaga entre os titulares. O volante chileno havia sido afastado dos últimos jogos para recuperar a forma física. Já Rômulo saiu por critérios táticos.
- No meu entendimento, o Maldonado não vinha tendo o melhor rendimento. O que foi conversado é que ele faria uma semana forte de treinos da parte física e que existiria a possibilidade dele voltar contra o Grêmio. Aí juntou uma coisa com a outra, pois perdemos Toró e Fernando. E o Rômulo tem a característica que estávamos buscando, de ser um volante que pode fazer o terceiro zagueiro. Mas a formação não deu certo – explicou Rogério.
O provável time que deve enfrentar o Grêmio, neste sábado, no Maracanã, é: Bruno, Leonardo Moura, David, Ronaldo Angelim e Juan; Maldonado, Lenon, Camacho e Petkovic; Vagner Love e Vinícius Pacheco (Diego Maurício).
Atualizado em 29/05/2010
| Kleber e Correa na mira do Flamengo |
Campeonato Carioca |
Patrícia Amorim tem encontro com Giuseppe Dioguardi para resolver dívida com Rodrigo, mas também tenta a contratação do Gladiador e do volante.
Giuseppe Dioguardi tirou foto com Patrícia
Amorim
A presidente Patrícia Amorim e o vice de finanças, Michel Levy, se reuniram com o empresário Giuseppe Dioguardi no início da noite desta sexta-feira, na Gávea, para tratar de assuntos ligados ao passado e ao futuro. Além de um acordo com relação a uma dívida rubro-negra com o zagueiro Rodrigo, atualmente no Grêmio, o encontro, segundo apuração do GLOBOESPORTE.COM, serviu também para discutir duas contratações: a do atacante Kleber, do Cruzeiro, e a do volante Correa, que deixou o Atlético-MG.
O Flamengo tem o desejo antigo de contar com Kleber, que, no entanto, está perto de um acordo para voltar ao Palmeiras. Mas os dirigentes rubro-negros conseguiram um aporte financeiro considerável junto a um grupo de investidores para tentar trazê-lo para a Gávea, já que perdeu Adriano e corre grande risco de ficar sem Vagner Love. O Cruzeiro admite negociá-lo por cerca de 3 milhões de euros (cerca de R$ 6,6 milhões) pelos 50% dos direitos econômicos que possui.
A negociação é complicada, mas a diretoria está otimista em um desfecho positivo a favor do Flamengo. Em seu Twitter, Giuseppe Dioguardi reiterou que Kleber não está fechado com o Palmeiras e indicou qual pode vir a ser a cidade onde o atacante pode morar.
- Gostaria de deixar claro que não existe acordo nenhum entre o Gladiador e o Palmeiras. Que apesar dos boatos, estou no rio trabalhando (sic) – escreveu o empresário em seu microblog.
Outro assunto discutido na reunião entre o empresário e os dirigentes rubro-negros é a possibilidade de acertar com Correa. De saída do Atlético-MG, o volante considera uma boa oportunidade uma negociação com o Flamengo. Mas o Rubro-Negro ainda precisariaria discutir a possibilidade de um empréstimo com o Dínamo de Kiev, que detém os direitos do jogador.
Único assunto que foi tratado na reunião que já foi solucionado: a dívida de cerca de R$ 100 mil que o Flamengo tinha com Rodrigo foi perdoada pelo empresário.
- Uma reunião excelente com ela! – disse Dioguardi, postando uma foto ao lado de Patrícia Amorim.
globo.com
Atualizado em 29/05/2010
| Inter anuncia a demissão de Fossati |
Campeonato Carioca |
Reunião com o vice de futebol do clube, Fernando Carvalho, define a saída do treinador uruguaio. Técnico do time B será o interino.
Fossati não é mais o técnico do Inter
(Foto: Agência Estado)
Foi no apartamento onde mora, em Porto Alegre, que o técnico Jorge Fossati recebeu o comunicado sobre sua demissão do Internacional. Na noite desta sexta-feira, ele se reuniu com o vice de futebol colorado, Fernando Carvalho, e com os assessores Roberto Siegmann e José Cláudio Oliveira. O encontro durou pouco mais de meia hora. Na saída do prédio, Carvalho oficializou a saída. Logo depois, no site do clube, a assessoria de imprensa publicou um comunicado. Já o treinador anunciou que só se pronunciará nos próximos dias.
Além de Fossati, que trabalhou por seis meses no Beira-Rio, se despedem os auxiliares J.J. Rodriguez e Leonardo Martins, assim como o preparador físico Alejandro Valenzuela.
Neste domingo, na partida contra o Atlético-PR, no Beira-Rio, o técnico do Inter B, Enderson Moreira, será o interino. O jogo é válido pela quinta rodada do Brasileirão.
A nota oficial do Inter:
Jorge Fossati não é mais o treinador do Internacional. O uruguaio rescindiu com o clube colorado após seis meses à frente do comando técnico. Os auxiliares J.J. Rodriguez e Leonardo Martins, assim como o preparador físico Alejandro Valenzuela, também não prestam mais serviço ao clube colorado.
O treinador do Inter B, Enderson Moreira, comandará interinamente o time na partida contra o Atlético-PR, neste domingo, no Beira-Rio, pela quinta rodada do Brasileirão. O novo técnico do Inter será oportunamente anunciado pela direção.
A saída de Fossati tornou-se inevitável nesta quinta-feira, após a derrota do time para o Vasco, por 3 a 2, de virada, no Rio. Apesar de ser semifinalista da Libertadores da América (vai enfrentar o São Paulo depois da Copa do Mundo), o Inter ainda não convenceu na temporada. No Nacional, é apenas o 18º, com três pontos.
Um dos mais cotados para substituir o uruguaio é Cuca, ex-Fluminense. No entanto, o treinador diz que nenhum tipo de contato foi feito até o momento. Mário Sérgio, que trabalhou no clube na reta final do Brasileirão do ano passado, seria o preferido entre os atletas. Os nomes de Nelsinho Baptista e Paulo Roberto Falcão também surgem entre as opções.
globo.com Atualizado em 29/05/2010
| Julio Cesar ataca bola da Copa: 'Parece com as de mercado' |
Campeonato Carioca |
Goleiro reprova produto oficial do Mundial da África do Sul: 'Horrorosa'
Por Daniel Lessa e Leandro Canônico Direto de Joanesburgo, África do Sul
Acostumado a defender, Julio Cesar partiu para o ataque e elegeu seu primeiro inimigo na África do Sul: a bola da Copa do Mundo. A Jabulani, nome oficial do produto feito pela Adidas e vendido por cerca de R$ 400 no Brasil, foi definida simplesmente como horrorosa pelo goleiro após o treino com bola realizado na Randburg High School, em Joanesburgo.
- A bola da Copa é horrível, horrorosa. Parece com aquelas bolas que você compra em supermercado – declarou o goleiro na coletiva desta sexta-feira.
O camisa 1 da seleção disse ainda que o futebol está sempre mudando para beneficiar quem ataca. Ou seja, para ele o goleiro sempre se dá mal no fim.
- Todo mundo quer ver gol. Aí a bola muda, tem gente que vai bater pênalti e dá salto mortal, cambalhota... Sem contar a barreira, que o adversário põe três jogadores de cada lado para atrapalhar o goleiro. A falta já favorece o outro time, ainda fazem isso... Mas quem mandou escolher essa profissão - reclamou, ainda que de bom humor.
Ainda no início da preparação da seleção brasileira para o Mundial, no CT do Caju, em Curitiba, o atacante Nilmar já havia comentado sobre o que os goleiros estavam achando da Jabulani. Para ele, no entanto, a bola é boa.
- Para os atacantes a bola é boa, rápida, mas os goleiros não gostaram muito não – comentou o jogador do espanhol Villarreal.
A bola da Copa é horrível, horrorosa"
Julio Cesar
Como não é possível mudar a bola da Copa do Mundo, Julio Cesar e os outros goleiros da seleção brasileira, Gomes e Doni, vão ter de se adpatar. E para ajudar nisso estará o preparador de goleiros do Brasil, Wendel Ramalho.
- O problema é no chute mesmo, na trajetória. Mas se dá um jeito – simplificou.
A seleção brasileira volta a treinar na tarde desta sexta-feira, no parque de golfe em que fica a concentração, mas apenas fisicamente.
CONFIRA ABAIXO INFOGRÁFICO COM A EVOLUÇÃO DAS BOLAS DA COPA
globo.com Atualizado em 28/05/2010
| Brasil confirma amistosos, e jornal francês prevê lucro de R$ 11 milhões |
Campeonato Carioca |
Seleção vai enfrentar Zimbábue e Tanzânia antes da Copa do Mundo
Dunga durante a coletiva da seleção (Foto: AFP)
A CBF confirmou nesta quinta-feira os últimos amistosos da seleção antes da estreia na Copa do Mundo da África do Sul. O Brasil vai enfrentar o Zimbábue no próxima quarta-feira, dia 2 de junho, às 10h30m (horário de Brasília), na capital Harare. No dia 7 de junho, é a vez de os comandados de Dunga enfrentarem a Tanzânia, na cidade de Dar El Salaam.
Segundo nota publicada pelo diário francês “L’Equipe”, o Brasil ganharia 5 milhões de euros (cerca de R$ 11,2 milhões) pelas duas partidas. Apesar do lucro nos cofres da CBF, o técnico Dunga disse preferir que a seleção enfrentasse rivais mais fortes antes do Mundial.
- Gostaríamos de uma equipe diferente. Não foi possível por uma série de situações. Nem todo mundo estava disposto a jogar com o Brasil. O negócio é jogar para pegar ritmo e chegar bem à Copa do Mundo – afirmou o treinador.
A estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo está programada para o dia 15 de junho, contra a Coreia do Norte, no estádio Ellis Park, em Joanesburgo. Na primeira fase, o Brasil pega ainda a Costa do Marfim e Portugal.
globo.com
Atualizado em 28/05/2010
| Ambiente impressiona André Luis: ‘Assim começa um time campeão’ |
Campeonato Carioca |
Zagueiro tem primeiro contato com companheiros de Flu e aposta em arrancada após vitória sobre o Flamengo: ‘Não se trata de qualquer clube’
No Flu, André Luis vê potencial para ser campeão
(
Bastaram dois dias para André Luis abraçar a “Família Muricy”. E olha que o convívio com os novos companheiros só começou para valer nesta quinta. Apresentado como reforço na última terça, o zagueiro viu pela televisão da vitória no Fla-Flu no dia seguinte para só depois finalmente se juntar ao grupo tricolor. Tempo suficiente para se impressionar.
Poucas horas e algumas conversas depois do primeiro encontro, André Luis atendeu a imprensa e garante que o ambiente de trabalho é um ponto a favor na briga pelo título do Campeonato Brasileiro. O que, na sua opinião, faz toda a diferença.
- O grupo é vitorioso. Todo mundo está querendo. Dá para ver. É assim que começa um time campeão brasileiro – disse o zagueiro, campeão da competição pelo Santos, em 2002.
Com passagens pelo próprio Fluminense e também pelo Botafogo, André Luis sabe bem o que representa uma vitória diante do Flamengo e aposta que o 2 a 1 da noite de quarta-feira no Maracanã fará o Tricolor embalar no Brasileirão.
- Uma vitória diante do Flamengo conta muito na vida de um atleta. Não se trata de qualquer clube. É um time que todo mundo que vencer. Só vai nos fazer crescer e motiva ainda mais para a partida contra o Atlético-MG.
Bem fisicamente, o jogador depende exclusivamente da regularização na CBF para reestrear no Tricolor. Na expectativa de encarar o Atlético-MG, domingo, às 16h (de Brasília), no Mineirão, pela quinta rodada, André Luis aposta no diálogo para superar a falta de entrosamento.
- Se a diretoria acertar os documentos, vai depender somente do professor Muricy. Estou à disposição. O entrosamento pode prejudicar, mas todos nós (zagueiros) estamos há muito tempo no futebol. Só jogando e conversar vamos nos entrosar.
Com seis pontos, o Fluminense é o nono colocado no Campeonato Brasileiro.
Atualizado em 28/05/2010
| De cabeça erguida, Adriano dá 'até breve' e se diz em dÃvida com a Itália |
Campeonato Carioca |
Imperador vai jogar no Roma e lá deseja recuperar prestígio no país em que ganhou fama internacional
Destino: Roma, a cidade dos imperadores. Ponto de partida: Gávea, onde deixou nesta quinta-feira com lágrimas nos olhos o grupo que qualificou como o “melhor que já conviveu”. Adriano despediu-se de seu reinado de um ano no Flamengo.
Reconheceu erros, avisou que não voltará a cometê-los no próximo clube e resumiu:
- Saio de cabeça erguida.
A decisão de trocar a favela, distanciar-se do Rio e da família foi bem pensada. Quando deixou o Inter de Milão em abril de 2009, saiu por baixo, dizendo-se infeliz na Itália, terra em que viveu por sete anos. Agora, o orgulho ferido falou mais alto.
- Faltava alguma coisa para apagar aquilo que eu fiz (na Itália). Devia esse retorno a eles, até como respeito. Está sendo bem pensado e fico muito feliz.
Adriano embarca para a Itália no próximo dia 6 de junho e assina contrato por três anos com o Roma.
Confira os principais trechos da entrevista coletiva:
Cobrança da indisciplina no próximo clube
"Não posso fazer o que fiz antes. Me arrependo de ter feito, mas não adianta. Já passou, tenho que amadurecer. Tenho orgulho de retornar à Itália. Voltei para lá mais por orgulho do que por dinheiro. O Roma vai me dar estrutura para que eu leve minha família e meus filhos. Eles sabem que uma das coisas que me fizeram voltar ao Brasil foi isso".
Adriano espera momento da coletiva
(Foto: Eduardo Peixoto / GLOBOESPORTE.COM)
O status de Imperador
"Fico feliz por ser chamado assim, e estou indo para a cidade dos imperadores. Mas é difícil (ser o Imperador). Quando você tem o nome fica complicado fazer algo como uma pessoa normal. Você é sempre criticado. Fico chateado na hora, mas no outro dia estou rindo, brincando. Só quem me conhece sabe quem eu sou. Só nos tornamos fortes ultrapassando essas barreiras".
Dívida ao Flamengo
"Sou flamenguista doente, não tenho mágoa e amo de paixão. Não devo nada de título. Falta de garra e força de vontade também não foi. Agradeço ao clube e devo o carinho que os torcedores me deram e me fizeram ser feliz de novo. Fora isso, fiz meu trabalho e tentei de tudo para ir à final da Libertadores. Espero retornar ao Flamengo com esse carinho. Vou seguir minha vida, mas sempre com o coração pensando aqui".
Por que sair do Rio?
"Já matei a saudade demais. Falta vou sempre sentir. Não tem como trocar esse país. Vai ficar o coração no Flamengo, no Brasil... Mas cada um tem que viver sua vida".
Volta ao Flamengo no futuro
"Está louco. Claro que vou voltar. Flamengo será sempre minha primeira opção. Não tenho por que fugir disso. Até porque senão minha avó (Wanda) me mata. Não posso desonrá-la".
Despedida dos companheiros
"Olha, se eu falar que não me emocionei estou mentindo. Tive que chorar. Vivi com o grupo um ano inteiro e fica difícil não se despedir. Estou indo com o coração na mão. Qualquer jogador queria entrar neste grupo. Não foi a primeira vez que me despedi, mas igual a esse grupo nunca vi".
Diferenças de 2009 para 2010
"Em 2009 foi tudo positivo. Vim para cá, dei a volta por cima e fui campeão brasileiro. Esse ano não aconteceu como eu queria. Não começamos bem e poderia ser melhor. Poderia ganhar o Carioca, disputar a final da Libertadores. Esse último jogo o Flamengo teve um bom futebol e saímos daqui de cabeça erguida. Não deixei de lutar".
Sonho de disputar a próxima Copa do Mundo
"Meio difícil. Essa Copa era a última, mas não foi possível. Não vou torcer contra, até porque tem muitos jogadores amigos. Espero que eles sejam campeões. Dei alguns motivos para que ele não me convocasse. Mas a vida continua. Hoje tomo novo caminho. Tem barreiras, mas preciso ser maduro para ultrapassá-las".
globo.com Atualizado em 28/05/2010
| Com golaço de Nilton e ajuda da arbitragem, Vasco bate o Inter: 3 a 2 |
Campeonato Carioca |
Depois de sofrer dois gols no primeiro tempo, time consegue a virada na etapa final e espanta a crise. Primeira vitória vascaína na volta à Série A
Tchau, crise! Foi o recado dado pelo Vasco na noite desta quinta-feira, pela quarta rodada do Brasileirão. Com muitas dificuldades, ajuda da arbitragem e golaços de Elton e Nilton, o time de Celso Roth conseguiu, enfim, a primeira vitória no Nacional. Ela tem um significado ainda maior. Trata-se do primeiro triunfo no retorno à Primeira Divisão. Contra o Inter praticamente completo (só D'Alessandro não jogou), os cariocas superaram a má fase e conseguiram um resultado expressivo, que pode dar força para a sequência do campeonato. Em São Januário, depois de sofrer dois gols no primeiro tempo, a equipe conseguiu uma virada espetacular e venceu por 3 a 2. Dia de fazer as pazes com a torcida, que na última terça-feira exagerou nos protestos pelos resultados ruins. Agora, são quatro pontos na tabela e o 16º lugar.
No Inter, o pacto feito às vésperas da partida não foi cumprido. O Colorado é semifinalista da Libertadores, mas patina no Brasileiro. Tem apenas três pontos, em 18º. Posição incômoda para um grupo que é apontado como um dos favoritos ao título.
Gaúchos e cariocas voltam a jogar no próximo domingo. O Inter recebe o Atlético-PR, no Beira-Rio, às 16h. Às 18h30m, o Vasco visita o Botafogo, no Engenhão.
Eficiência de Andrezinho faz bem ao Inter
Celso Roth de cara amarrada de um lado e Jorge Fossati inquieto, com as mãos no bolso, do outro. Bastava olhar os dois técnicos para saber que o primeiro tempo não havia começado bem. Passes errados aos montes, quase nada de emoção. Foi assim que a bola se arrastou no gramado de São Januário pelo menos até os 15 minutos. A criatividade andava em falta para Vasco e Inter. Sem Carlos Alberto, ainda machucado, os cariocas contavam com quase uma mão inteira de volantes, mas sem direção alguma. Nilton, Léo Gago, Rafael Carioca e Souza bem que se esforçaram na armação, Philippe Coutinho saiu do ataque para buscar bola, arriscou um chute para o gol, mas pouco adiantou. No Colorado, D'Alessandro, poupado, fez falta. No 3-5-2, Andrezinho começou sonolento, e os alas Nei e Kleber praticamente não avançaram.
Sem articulação, a melhor saída para ambos era chutar de longe. Walter bombardeou Fernando Prass, e o goleiro fez grande defesa. Elton, que foi confirmado minutos antes de a bola rolar, superou as dores no tornozelo direito para tentar ajudar o time. Numa bomba de longe, quase surpreendeu Pato Abbondanzieri, aos 27. O argentino defendeu em dois tempos.
O Inter começou a dominar a partir do momento em que Walter passou a se deslocar pelas pontas. Sempre com perigo. Aos 33, avançou pela direita e cruzou rasteiro. Alecsandro dividiu com um marcador, conseguiu chutar, mas mandou para fora. O time vermelho empurrou o adversário para o campo de defesa, e Andrezinho decidiu resolver. Aos 38, o camisa 10 partiu para a jogada individual. Pela direita da grande área, ele cortou para o pé esquerdo e bateu. O chute não teve tanta força, mas a bola desviou em Elder Granja pelo caminho e entrou. Dois minutos depois, um erro na saída de bola custou caro ao Vasco. Num contra-ataque rápido, Alecsandro e Andrezinho trocaram de função. A assistência ficou por conta do centroavante, que deixou o meia na cara de Fernando Prass. Um leve e bonito toque por cobertura matou o goleiro: 2 a 0.
Os torcedores vascaínos não perdoaram. O time de Celso Roth rumou para o vestiário sob gritos de "time sem vergonha". O clima que já não era bom (na última terça-feira um grupo de torcedores invadiu o treino da equipe para protestar) ficou pior.
Vasco reage: ajuda da arbitragem e golaços
Celso Roth se viu obrigado a mudar o meio-campo vascaíno. Ainda longe da condição física ideal, Jéferson voltou no lugar de Léo Gago para o segundo tempo. Mas tentou resolver quem já estava em campo. Aos quatro minutos, Elton recebeu passe na entrada da área, trombou com Sorondo para dominar e girou o corpo. O camisa 9 acertou um lindo chute de esquerda, no ângulo de Pato. Gol para tentar encurtar o caminho da reação. O bom momento gerou nova mudança. Dodô entrou no lugar de Souza com a ordem de auxiliar na armação.
Ao mesmo tempo em que cresceu ofensivamente, o Vasco se viu mais vulnerável. O Inter se concentrou nos contra-ataques. Num deles, quase ampliou. Eram quatro colorados contra três vascaínos. Alecsandro recebeu pela esquerda da área, livre de marcação, mas o chute foi bem bloqueado pelo estreante Cesinha.
Fossati também teve de mexer. Aos 18 minutos, o zagueiro Fabiano Eller fez falta dura em Jéferson, recebeu o segundo amarelo e deixou o campo mais cedo. Para reestruturar o sistema defensivo, o uruguaio tirou o atacante Walter, o mais ativo do time até então, e escalou Juan. Mudou na frente também. Alecsandro deu lugar a Taison. O Inter ganhou mais mobilidade na frente. Sandro escapou bem pela direita e cruzou rasteiro para a chegada de Andrezinho. O chute, aos 28, parou em Prass.
A pressão do Vasco só aumentou, o time passou a dominar o campo adversário e aproveitou a vantagem numérica para ficar mais forte. O empate saiu de um lance polêmico, aos 30. Em jogada individual, Ernani tentou invadir a área, encarou a marcação de Nei e se jogou sobre a linha. O árbitro Heber Roberto Lopes viu pênalti. Depois de dois minutos de reclamação vermelha, Philippe Coutinho cobrou com categoria e sem paradinha: 2 a 2.
O gol funcionou como combustível, incendiou o time. O mérito vascaíno foi não desistir de tentar. Aos 38, Coutinho avançou pela direta e rolou para Nilton na entrada da área. O chute do volante, de esquerda, foi morrer no ângulo de Abbondanzieri. Golaço daquele que foi muito criticado por ter falhado na derrota para o Avaí, no fim de semana. Vitória importante, expressiva, para afastar a má fase e jogar um pouquinho da crise para o lado vermelho.
VASCO 3 X 2 INTERNACIONAL
Fernando Prass, Elder Granja, Dedé, Cesinha e Ramon (Ernani); Nilton, Souza (Dodô), Rafael Carioca e Léo Gago (Jéferson); Philippe Coutinho e Elton. |
Pato Abbondanzieri, Bolívar, Sorondo e Fabiano Eller; Nei, Sandro, Guiñazu, Andrezinho (Giuliano) e Kleber; Walter (Juan) e Alecsandro (Taison). |
Técnico: Celso Roth |
Técnico: Jorge Fossati |
Gols: Andrezinho, aos 38 e aos 40 minutos do segundo tempo. Elton, aos quatro, Philippe Coutinho, aos 32, Nilton, aos 38 do segundo tempo. |
Cartões amarelos: Fabiano Eller e Alecsandro (Inter). Cartão vermelho: Fabiano Eller (Inter). |
Estádio: São Januário, no Rio de Janeiro. Data: 27/05/2010. Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR). Assistentes: Jose Amilton Pantarolo (PR) e Ivan Carlos Bohn (PR). |
globo.com Atualizado em 28/05/2010
| Seleção Brasileira é recebida pelo presidente Lula em BrasÃlia |
Campeonato Carioca |
Torcedores comparecem, mas não conseguem ver os jogadores
Após um período de treinos em Curitiba, a Seleção Brasileira chegou a Brasília na tarde desta quarta-feira e se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio da Alvorada. O encontro causou um grande tumulto na capital federal.
Muitos torcedores cercaram o local para dar o último apoio aos craques antes do embarque para a África do Sul. Porém, o esquema de policiamento foi grande e os torcedores não conseguiram se aproximar do local.
Até um cachorro foi prestigiar a Seleção. No colo de Marina Azevedo, Cauet se juntou a Felipe Thiago e Ângelo Gois para recepcionar os jogadores.
Seleção é recebida com aplausos no embarque para Brasília
- A expectativa é a melhor possível. Não é todo dia que a gente vem aqui e esperamos que eles voltem campeões para uma nova visita - disse Marina.
Os vidros escuros do ônibus brasileiro e a entrada imediata do veículo na casa oficial do presidente impediram que a torcida pudesse ver os craques. A imprensa não teve acesso ao encontro. Agora, Dunga e seus comandados viajam para a África do Sul, onde estreiam na Copa do Mundo dia 15 de junho, às 15h30 (de Brasília), contra a Coreia do Norte, em Joanesburgo.
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Atualizado em 27/05/2010
| Fernandão marca, Ceni pega pênalti, e São Paulo vence o Palmeiras: 1 a 0 |
Campeonato Carioca |
Goleiro defende cobrança de Ewerthon aos 42 minutos da etapa final e ajuda o Tricolor a subir na tabela
Em uma partida na qual faltou bom futebol, o São Paulo teve mais iniciativa e derrotou o Palmeiras por 1 a 0, conquistando sua primeira vitória em clássicos estaduais na temporada. Mais uma vez, Fernandão foi o destaque ao marcar o único gol no Morumbi, na noite desta quarta-feira, em duelo válido pela quarta rodada do Brasileirão. (Veja ao lado o gol marcado pelo atacante são-paulino).
Com o resultado, o Tricolor foi aos sete pontos na tabela de classificação, mesmo número do rival do Palestra Itália.
São Paulo melhor no primeiro tempo
Estádio vazio, frio, chuva fina. O clima parecia influenciar o futebol de São Paulo e Palmeiras, que proporcionaram poucos lances de emoção no primeiro tempo. O Tricolor entrou em campo com a escalação esperada, ao contrário do Palmeiras que, em vez do 3-5-2, começou no 4-4-2, com Ewerthon e Vinícius formando a dupla de ataque.
O São Paulo tomou a iniciativa e forçou muito o jogo pelo lado direito. Cicinho, ao contrário dos últimos jogos, se apresentou mais para o apoio. Marlos, pela direita, e Dagoberto, pela esquerda, se movimentavam muito para confundir a marcação palmeirense, enquanto Fernandão, centralizado, segurava a bola para permitir a aproximação do meio-campo.
Aos oito minutos, o São Paulo chegou pela primeira vez. Após rápido contra-ataque, Cicinho tocou para Dagoberto, que se livrou de Márcio Araújo e bateu rasteiro, no canto direito de Marcos, que fez firme defesa. Dez minutos depois, o goleiro palmeirense voltou a trabalhar, desta vez em cabeçada de Fernandão, após cruzamento de Junior Cesar.
O Palmeiras tinha muitas dificuldades para passar do meio-campo. Apesar de ter dois meias de ligação (Cleiton Xavier e Lincoln), o time era muito lento na saída de sua defesa e errava muitos passes, o que facilitava as coisas para a marcação tricolor. Vinícius estava mais preocupado em conter os avanços de Cicinho. O Verdão só conseguiu dar o seu primeiro chute a gol aos 27, quando Gabriel Silva exigiu boa defesa de Rogério Ceni.
Para complicar ainda mais para o Palmeiras, o time perdeu Cleiton Xavier, aos 33, com uma lesão no joelho direito. Jorge Parraga colocou o volante Souza em campo e liberou Vinícius de sua tarefa na marcação. Lincoln também subiu o seu posicionamento e, mesmo sem levar grande perigo ao gol adversário, o Verdão conseguiu ter o controle da bola nos pés. O São Paulo também perdeu um jogador por contusão: Marlos, com lesão na coxa, deu lugar a Fernandinho.
Aos 42, no último lance de emoção do fraco primeiro tempo, Vinícius, após cobrança de escanteio pela direita e desvio de Maurício Ramos na primeira trave, obrigou Rogério Ceni a fazer boa defesa.
Gol de Fernandão muda o jogo
O início da etapa complementar lembrou o começo da partida, com o São Paulo tomando a iniciativa, e o Palmeiras apenas se defendendo. Com a saída de Marlos, o Tricolor passou a jogar no 3-4-3 e se abriu ainda mais. Dagoberto caiu pela direita, Fernandinho, pela esquerda, e Hernanes, que esteve apagado no primeiro tempo, teve mais liberdade com a ausência de Cleiton Xavier.
No seu primeiro ataque, a equipe da casa abriu o marcador. Fernandinho recebeu pela esquerda, se livrou de Maurício Ramos, foi ao fundo e cruzou rasteiro para Fernandão que, de carrinho, mandou para as redes. Foi o segundo gol do camisa 15 pelo Tricolor.
Com a vantagem são-paulina no marcador, a partida mudou. O São Paulo se retraiu e passou a tentar encaixar um contra-ataque, enquanto o Palmeiras, que partiu em busca da recuperação, sofria com a falta de inspiração. Aos 17, o Tricolor só não ampliou sua vantagem porque Marcos fez grande defesa em chute de Fernandinho.
Aos 22, o técnico Jorge Parraga fez sua segunda alteração, sacando Vinícius, bem no jogo, para colocar o meia Ivo. Mais na base da vontade do que da organização, o Palmeiras conseguiu encurralar o São Paulo em seu campo. Apesar de ter dois atacantes velocistas, o Tricolor não conseguia mais passar do meio, o que irritava o técnico Ricardo Gomes no banco de reservas. Percebendo o crescimento do adversário, o técnico são-paulino mexeu, pôs Jorge Wagner na vaga do apagado Dagoberto e voltou ao 3-5-2 do começo da partida.
A partir dos 30, o jogo virou um show de horrores. Ninguém acertava mais nada. O São Paulo limitava-se a despachar a bola para o ataque. E o Palmeiras, que passou a ter o atacante Paulo Henrique na vaga de Souza, não conseguia criar uma única jogada de perigo. Na chance que teve, o Verdão perdeu um gol inacreditável. Ewerthon desceu pela esquerda, cruzou rasteiro para a área e Ivo conseguiu chutar em cima de Rogério Ceni.
E o goleiro tricolor ainda teria outra participação decisiva no finzinho da partida. Aos 42, Marcelo Aparecido de Souza marcou pênalti duvidoso de Cicinho em Ivo. Na cobrança, Ewerthon bateu à meia altura no canto esquerdo, e Ceni espalmou para escanteio. Daí até o apito final, aos trancos e barrancos, o Tricolor conseguiu segurar sua vantagem..
SÃO PAULO 1 x 0 PALMEIRAS
Rogério Ceni; Alex Silva, Xandão e Richarlyson; Cicinho, Jean, Hernanes, Marlos (Fernandão) e Junior Cesar; Dagoberto (Jorge Wagner) e Fernandão. |
Marcos; Vitor, Danilo, Maurício Ramos e Gabriel Silva; Edinho, Márcio Araújo, Lincoln e Cleiton Xavier (Souza depois Paulo Henrique); Ewerthon e Vinícius. |
Técnico: Ricardo Gomes. |
Técnico: Jorge Parraga. |
Gols:. Fernandão, aos 9min do 2º tempo |
Cartões amarelos: Jean e Hernanes (São Paulo); Maurício Ramos e Edinho (Palmeiras) Cartão vermelho: Cicinho (São Paulo) . Renda e Público: R$ 492.703,18 / 15.522 pagantes |
Estádio: Morumbi, em São Paulo (RJ). Árbitro: Marcelo Aparecido Rogério de Souza (SP). Auxiliares: Ednílson Corona e Emerson Augusto de Carvalho. |
globo.com Atualizado em 27/05/2010
| Cruzeiro vence o Bota no Mineirão, mas não agrada sua torcida |
Campeonato Carioca |
Equipe celeste, que jogou de amarelo, vai dormir no G-4 e com o som das vaias dos torcedores celestes. Alvinegro cai para a quinta posição
O Cruzeiro não empolgou sua torcida, mas venceu o Botafogo por 1 a 0 nesta quarta-feira, no Mineirão, e foi para a terceira posição do Campeonato Brasileiro com oito pontos. Com a derrota, o Alvinegro, que está com sete pontos, cai para a quinta posição. A vitória mantém um jejum de 13 anos da Raposa sem perder para o rival carioca em Belo Horizonte.
O gol da partida foi marcado pelo atacante Thiago Ribeiro, mas o grande destaque foi o goleiro Fábio, que pegou até pênalti. A equipe da Raposa entrou em campo com um uniforme amarelo para homenagear a seleção brasileira, que nesta quarta viajou para a África do Sul, onde disputará a Copa do Mundo.
No próximo domingo, às 18h30m, no Engenhão, o Botafogo faz o clássico com o Vasco. Também no domingo, no mesmo horário, o Cruzeiro vai até o Castelão enfrentar o Ceará.
Thiago Ribeiro marca, e Fábio defende pênalti
A partida começou em alta velocidade, e, antes mesmo que o relógio marcasse o primeiro minuto, o Botafogo conseguiu criar uma ótima oportunidade depois que Edno foi derrubado na meia-lua. O próprio atacante cobrou a falta e a bola passou rente à trave direita de Fábio. Depois do grande susto inicial, o Cruzeiro colocou a bola no chão e passou a comandar as ações. Aos sete minutos, após cruzamento da direita, Gil desviou e Jefferson defendeu firme no meio do gol.
A Raposa abriu o placar em uma jogada de velocidade pelo lado direito, aos 18 minutos. Quase na linha de fundo, Jonathan cruzou rasteiro, na medida para Thiago Ribeiro escorar e colocar a bola no fundo da rede: 1 a 0. Aos 21, a equipe celeste chegou novamente com perigo. Roger, dentro da área, chutou na rede pelo lado de fora.
Em desvantagem no placar, o Botafogo passou a ter uma postura mais ofensiva e equilibrou o jogo. Aos 23, livre de marcação, Edno recebeu dentro da área e deu um leve toque de cabeça. A bola, no entanto, saiu fraca e facilitou a defesa de Fábio. O Alvinegro voltou a ameaçar aos 34 minutos. Alessandro desceu pela direita e rolou para Renato Cajá que, da entrada da área, pegou de |